Sudan police host INTERPOL National Environment Security Seminar

KHARTOUM, Sudan – Law enforcement agencies in Sudan have gathered to demonstrate their commitment to combating environmental crime by holding an INTERPOL National Environment Security Seminar (NESS) in Khartoum.

The NESS, hosted by Sudan’s police authorities, was attended by seven Sudanese government and law enforcement agencies as well as officials from INTERPOL’s Regional Bureau in Nairobi and its General Secretariat headquarters in Lyon, France.

Sudanese government representatives highlighted the need to reduce demand for illicit products by addressing the root causes of environmental crime including through awareness campaigns aimed at consumers as well as rural populations living close to protected areas.

Underlining the commitment of Sudanese police to environmental issues, Lt. Major General Awad Alneil Dahia commended INTERPOL’s role in fighting crime worldwide, and welcomed its decision to hold the environmental security in Sudan for the first time. He said he looked forward to the formation of a National Environmental Security Taskforce with INTERPOL’s support.

Sudanese police Col. Adooma Hazim, from INTERPOL’s Regional Bureau in Nairobi, said the workshop represented one of INTERPOL’s efforts to help member countries combat and reduce environmental crime through enhanced implementation of related laws and treaties.

Critical issues such as transnational organized crime, ivory and wildlife trafficking, illegal fishing, water pollution and illegal logging were discussed during the event. Topics also included the economic, ecological and security impacts of environmental crime.

Representatives from INTERPOL’s Environmental Security unit at the seminar highlighted its continued assistance to Sudanese law enforcement authorities through analytical and investigative support against transnational ivory trafficking.

Source: Site da INTERPOL

Published in: on maio 21, 2015 at 6:03 pm  Deixe um comentário  

Oficiais PM do Paraná e Ceará são designados para Missões de Paz no Sudão e Timor Leste.

Os Tenentes Fábio Barros e Juan Abreu da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e o Tenente Adriano Marcel, da Polícia Militar do Ceará (PMCE), concluintes do United Nations Police Officer Course (UNPOC), realizado pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em parceria com a Polícia da Suécia em outubro de 2011 na Academia da PMDF, foram designados para as Missões de Paz da ONU no Sudão (01) e Timor Leste(02 – um do PR e um do CE).

Aos oficiais designados, os demais concluintes, instrutores e coordenação do Curso desejam votos de sucesso nas missões e que vocês possam bem representar vossas Corporações PM e o Brasil.

Sérgio Carrera

Published in: on fevereiro 19, 2012 at 12:21 am  Comments (1)  

The PMDF and the United Nations Peace Operations: A Brief history and Future Perspectives.

MELO NETO, S. C. A., MELO, Antônio Sérgio Carrera de Albuquerque. The PMDF and United Nations Peace Operations: A Brief History and Future Perspectives In: Pearson Papers: “Latin America and Peace Operations: Partners and Perspectives”.1 ed.Clementsport, Nova Scotia : Canadian Peacekeeping Press, 2011, v.13, p. 31-37.

Fonte: http://www.peaceoperations.org/wp-content/uploads/2010/02/Pearson-Papers-Volume-13.pdf

Brasileiro da missão de paz da ONU relata momentos de tensão no Sudão

Tenente da PM paulista foi sequestrado e sofreu com calor e alimentação.
Oficial monitorou referendo que decidiu pela divisão do Sudão em janeiro.

Tahiane Stochero Do G1, em São Paulo

“Este não é o seu país”, foi o que ouviu o policial militar paulista Carlos Alberto Mello e Silva, de 30 anos, quando foi rendido e seqüestrado por algumas horas supostamente por integrantes do Exército do Sudão armados de fuzis no final do ano passado. Ele integra desde março de 2010 a missão de paz da ONU que monitora a situação de violência no país da África (UNMIS) e caiu em uma emboscada quando investigava a morte de dois colegas durante o roubo de uma carga de alimentos.

“Buscávamos informações em diversas comunidades e falaram que nossos homens haviam sido mortos e os caminhões levados por homens em uniformes. Porém, homens em uniformes, no Sudão, podem ser de qualquer guerrilha, do exército, até mesmo da polícia, ou de grupos de ex- guerrilheiros desertores”, disse o tenente Mello em entrevista ao G1 de Wau, a segunda maior cidade do Sudão do Sul.

sudao entrevista PM (Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)
Tenente da PM de São Paulo é instrutor da polícia do Sudão e integra missão de paz da ONU no sul do país africano em conflito (Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

“Ao entrar em uma trilha de mata fechada, nos deparamos com vários homens armados de fuzil, que os engatilharam e pararam nossos carros botando-nos para fora dos veículos, dizendo ininteligíveis palavras da lingua Dinka (usada por uma tribo local). Estavam fardados como se fossem do Exército regular do Sudão, mas não tínhamos a confirmação. Depois de horas negociamos a nossa própria libertação”, diz o oficial.

“Só então percebemos que havíamos entrado em uma área onde o exército escondia tanques de guerra que haviam deliberadamente confiscado da ONU”, afirma.
 

“O comandante nos disse ‘Este não é o seu país’, e nos libertou após ter certeza que não sabíamos onde estávamos e que não havíamos tirado fotos do local”.

A experiência não impediu o oficial de continuar o trabalho como subcomandante da polícia da ONU no sul do Sudão. Mello é responsável pelo monitoramento dos conflitos e treinamento da polícia local e atuou em janeiro deste ano na supervisão de um referendo nacional determinou a divisão do Sudão, que tem o sul cristão e o norte, muçulmano.

O Sudão é o único país a ter duas missões de paz da ONU, que monitoram uma guerra civil que já deixou mais de 1,5 milhões de mortos e milhões de refugiados desde os anos 1990. O Tribunal Penal Internacional condenou por crimes de guerra e genocídio o atual presidente do país, Omar al-Bashir, que continua no poder.
 

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 Natural de Santo André, na Grande São Paulo, o tenente não se arrepende ter integrado a missão de paz. “Aqui, descobrimos realmente o significa pobreza. É usual vermos pessoas brigando por sacos de lixo nas ruas”, relata.

A principal dificuldade é com a infra-estrutura. “Na segunda maior cidade do Sudão do Sul, Wau, temos só uma rua asfaltada. Energia elétrica, só de gerador, e água limpa é um luxo de poucos”, descreve.

Outros problemas são o calor e a alimentação: a temperatura passa dos 50º C no sol e a comida é toda importada. “O suor evapora quase que instantaneamemte, e comida ao nosso estilo brasileiro por aqui, só trazendo do Brasil”, reclama o paulista. “As famosas diarréias do viajante são bem comuns,, portanto eletrólitos são recomendação constante ao militar vindo a uma missão de paz na África”, contou o PM paulista ao G1.
 

sudão entrevista PM SP (Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)Paulista (ao centro), com o grupo
de trabalho da ONU no Sudão
(Foto: Arquivo Pessoal)

Após o referendo que separou o Sudão do Sul do Sudão do Norte, cuja capital é Cartum, o policial diz que ainda há focos de conflitos, mas que estão sendo “rapidamente resolvidos com a ação da ONU”.

”Viver tudo isso é uma grande experiência. Ainda existem pequenos focos de conflitos, lutas isoladas de facções do exército que se amotinam e causam algumas baixas. Mas com o referendo, e secessão dos dois Sudões, reconhecida tanto nacional quanto internacionalmente como um processo democrático e pacífico, o Sudão deu um importante passo rumo a seu próprio crescimento como nação”, diz o militar, que comemora o sucesso do trabalho da ONU no pleito.

Fonte: G1.

Published in: on fevereiro 27, 2011 at 6:34 pm  Comments (3)  

South Sudan – Are they heading for a crash?

South Sudan – Are they heading for a crash?

http://www.economist.com/node/17103885

Next year Africa could get its first new country, to be called South Sudan, for almost 20 years. But the fledgling state looks perilously weak

Sep 23rd 2010 | Juba and Khartoum | from PRINT EDITION

ON OR about January 9th, the people of southern Sudan should have an opportunity to vote in a referendum on whether to break away from the Republic of Sudan and create their own country. If, as seems likely, they vote overwhelmingly for independence rather than to stay with the north, Africa will get a freshly minted country by the middle of next year.

The government-in-waiting of the new country calls the referendum “the final walk to freedom”. For the Sudan People’s Liberation Movement (SPLM), the southerners’ main party, led by Salva Kiir, it is the culmination of half a century of often bloody struggle for recognition against successive Islamist regimes in Khartoum. These tried to impose an Arab and Muslim culture on the largely black African, Christian and animist south. By the time the fighting stopped in 2005, Africa’s longest civil war had cost 2.5m lives and displaced many millions more. Much of the region was devastated.

The Comprehensive Peace Agreement (CPA) that ended the war set up the semi-autonomous region of South Sudan, to be ruled by the SPLM, as well as a government of national unity in Khartoum led by President Omar al-Bashir, to include the SPLM. The two sides were to work for the country’s unity in a new federal arrangement, but the south also won the right to a referendum on outright secession.

Despite the odd rhetorical nod towards unity, as demanded by the CPA, it is rare to find anyone among the 8m southerners who is not going to vote for independence. Indeed, Juba, the south’s biggest town and capital, exudes a mood of expectation. After a five-year makeover of the government quarter, it gives every appearance of being ready to take its place among the capitals of Africa.

Smart paved roads (and even streetlamps) now lead to brand-new air-conditioned ministerial offices. Workers are putting the finishing touches to a new presidential compound that occupies an entire block in the middle of town. The president’s own palace is a colonial-era building, but it has been completely revamped with a splash of contemporary mock-Pharaonic styling and buttresses tapering towards the upper floors. Behind it is a helipad.

The shiny new presidential buildings include an office suite and large conference and dining halls. The South Korean interior designer enthusiastically invites your correspondent to admire the chandeliers and carpets from his own country. The door frames are from China and the floor marble has been imported from Uganda. But it is not all for work. Adjoining the palace is a sizeable swimming pool and a presidential gym, though the exercise bikes are still in their containers. There is even a pinewood sauna, though you can work up just as much sweat by standing outside.

But beyond the SPLM leaders’ rosy poolside view is a more worrying picture. For a start, it is not certain that the Sudanese government in Khartoum will let the referendum proceed as planned. Even if it does, the outcome will be extremely messy. Moreover, outside Juba the condition of southern Sudan is still dire.

Most southerners think they are marching relentlessly towards independence. But the view from Khartoum is, as ever, utterly different. There, most Sudanese are in a state of denial about the referendum, let alone about independence. When it is mentioned, which is rare, it is only in terms of “maintaining the country’s unity”. Although Mr Bashir has stated publicly that the north will not stop the south if it wants to break off, almost nobody in the north can bring himself to contemplate the probability that, in less than a year, the country will be dismembered and broken into two. Some fear that this attitude could even lead to a new war.

This state of denial stems partly from the fact that the north’s politicians never wanted the south to have a referendum in the first place. It was forced on the north, as part of the CPA, only under extreme pressure from the West. And as only people of southern ethnic origin will be voting in the referendum, the rest of the Sudanese have had little reason to think about it at all. Many politicians from Mr Bashir’s ruling National Congress Party (NCP) genuinely seem to believe that keeping Sudan as one big country is so obviously better for everyone than breaking it up that they have only to do a little bit of campaigning and spend a little bit of money, and the southerners will come to their senses and forget the whole idea.

Denial is a river in northern Sudan

This delusion shows how little northern Sudan’s ruling Arab politicians understand southern sensibilities. In practice, it means that since June, virtually for the first time since the peace deal was signed in 2005, the north has been releasing money for road-building and other development projects in the south. This is an extremely belated attempt to show the benefits of sticking with the Khartoum government. The northerners’ belief that this may suddenly compensate for decades of oppression, aggression and neglect illustrates how lightly many take southern feelings. It is also indicative of the north’s attitude to the referendum that the man appointed to oversee it for Khartoum is Salah Gosh, well known to the CIA and to Britain’s MI6 as a long-serving former head of Sudan’s intelligence services.

Northern efforts to drag out, delay or sabotage the referendum are increasingly blatant. A commission to oversee the referendum has only just been settled upon, with four months to organise the vote. Even with everyone working at full speed it will be barely possible to meet the January 9th deadline. If it is missed, southerners will suspect that the north is trying to deny them their vote, increasing pressure for a unilateral declaration of independence, a doomsday option for the south, to be voted on by its own parliament. This could well provoke another war with the north, as Mr Bashir would refuse to recognise the new country—and many countries, especially in Africa, would side with him.

Just mess it up

The other way in which the north might disrupt the referendum is by stoking dissent and rebellion in the south to reduce the chance of what it calls a “credible” referendum. Northern leaders have been doing this for decades, using rogue groups, such as the brutal Lord’s Resistance Army that originated in neighbouring Uganda, as proxy militias to weaken the south and keep its SPLM off balance.

The SPLM says the north is already up to its old tricks again. One rogue SPLM politician, General George Athor, who alleges that an election for governor in Jonglei state was rigged against him in April, when he stood as an independent, has taken to the bush in the north of the state with hundreds of armed followers. In a recent battle, the SPLM claims to have captured a helicopter and loads of ammunition supplied to the general by the Sudanese (ie, northern) army.

In northern minds, destabilising the south and mucking up the referendum would undermine the legitimacy of any putative new country. Perhaps a new bout of trouble will persuade errant and ignorant southerners to drop their flirtation with secession and come back to the fold.

(picture) Can Salva Kiir save the south?

Meanwhile, the south’s own politicians are playing into northern hands by misruling and enfeebling the region on their own. Most of the huge number of willing and devoted outsiders working for international charities or the UN despair over the chronically slow pace of reconstruction over the past five years. The disbursement of foreign money to rebuild the south has been lamentably slow. But many also blame the SPLM leaders in Juba. Even among the SPLM’s usually loyal cadres frustration and criticism are growing.

The UN has produced a list entitled “Scary Statistics” to show how things are going wrong. “It’s as bad as bad can be,” says a senior UN official. The south still has one of the world’s highest maternal mortality and infant mortality rates. Some 85% of adults cannot read or write.

In the fields, so slender are the margins between success and failure that a single bad harvest last year almost tipped the south into famine. More than half the south’s population is on “emergency assistance”, meaning that they will need food handouts this year. Some 1.5m will face “severe food insecurity”. The south has been saved from famine only by American money pumped into the UN’s World Food Programme. And even as malnutrition has increased during the past five years of peace, the SPLM government has spent more than $6 billion of oil revenue, received under a wealth-sharing agreement with the north, not to mention hundreds of millions of dollars in aid. Where, people ask, has the money gone?

The answer is to the army—and the Juba government. The SPLM leadership spends 60% of its income on weapons and army pay, as an insurance, it is argued, against renewed hostilities with the north. Corruption has also become a problem.

The southern centre may not hold

The town of Bor, half an hour by plane down the Nile from Juba, was once a busy trading post but now feels on a different planet. Signs of progress are few. The Dr John Garang Memorial University, named in honour of the SPLM’s former leader who died in a helicopter crash in 2005, was set up in 2008. It has about 100 students and has received $3m from Juba. Some southerners educated in Kenya, Uganda and the United States during the civil war have come back to teach. Bor’s population has grown by about 70% in the last few years, as families displaced in the war have returned. Its central market does a brisk trade.

Yet only in the past year have a handful of brick buildings been built. There is still no completely paved road in Bor or in the entire state of Jonglei. In the rainy season, which can last for over half the year, getting from one side of town to the other, let alone elsewhere in the state, can become impossible. Security in Bor itself has improved, but the roads immediately to the north and south are plagued by bandits. This summer the WFP was feeding 44% of the state’s population of about 500,000. Recent floods may push that figure up.

The state’s governor, Kual Juuk, a former guerrilla who was once close to Mr Garang, laments that the lavish development of the centre of Juba has been at the expense of the rest of the region. This galls him since Mr Garang identified the concentration of development in Khartoum, at the expense of the neglected regions in the south and west (especially Darfur) as a prime cause of Sudan’s civil wars. “The SPLM was supposed to be different, for fiscal and political decentralisation,” he says. “Now we are falling into the same pit.” He argues with the government in Juba but it ignores him. “They are inward-looking,” he says. “It is the same attitude in Khartoum.”

Such disaffection is growing dangerously. The SPLM is not a democratic outfit and barely tolerates criticism. In April’s election, it sometimes resorted to bullying and intimidation to see off independent candidates. But in the south’s incipient state of anarchy, these men, such as General Athor, may become rebels all over again, and head off into the bush to wage war, often backed by their own ethnic groups. Besides General Athor, another losing candidate, David Yau Yau, is at large in Jonglei with hundreds of armed followers in Pibor, in the state’s east.

Such rebels will cause more instability, shut more roads and hamper development even more. They may also open up ethnic cleavages between the various southern groups, especially the Dinka and Nuer, which are the most prominent at the heart of the SPLM.

There is also a worry that some neighbouring countries do not openly support the prospect of southern independence, even though they all signed up for it under the CPA in 2005. In truth, if the south does become independent, it will need all the regional and international help it can muster. Its people’s shared detestation of Arab northerners will no longer be enough to bind them together.

from PRINT EDITION | Middle East & Africa

·   Related topic: Sudanese politics

http://www.economist.com/topics/sudanese-politics

Hello country number 193

Introducing South Sudan

Middle East and Africa

Nov 22nd 2010 | from The World In 2011 PRINT EDITION

In January 2011, if all goes to plan, the citizens of the autonomous southern part of Sudan will vote on whether South Sudan should become an independent country. Despite an astonishing lack of preparation for the referendum, the vote will be a chaotic but resounding “yes” for independence. And that is when the trouble will start. Or rather, restart.

War between Sudan’s largely Arabised north and the largely non-Arab south began in the early 1960s and stopped after a peace accord in 1972, only to start again in 1983 and continue until 2005. In a land of immense differences, history says that those between north and south are played out through civil war.

But the emergence of South Sudan as the world’s newest country (number 193 if you count by UN membership) will not spark a new war. Instead, the conflict will be within South Sudan. This is a place of tribes, jealous of their cultures and lands. The largest think they have a natural claim on the oil revenue that will come with independence. Where oil is the only resource beyond the subsistence economy, that is a recipe for disaster.

Sudan’s oil has been known for 30 years. First estimates were that there was some, but not much. Now there is believed to be plenty. Proven reserves are 6.7 billion barrels, according to BP. That may be only a 40th of Saudi Arabia’s reserves, but it is an awful lot relative to Sudan’s poverty.

Sudan’s productive oilfields are right on the border between north and south, and many have assumed that this fact of geography ensures conflict. Yet the opposite is true: oil has smoothed the road to peace. It was only after the Khartoum government became oil-rich enough to equip its army properly that it realised it had to make terms with the south: no matter how much was thrown at defence, the oilfields were never going to be controllable by force of arms.

The terms of the Comprehensive Peace Agreement of 2005 included a 50-50 split of oil revenues between the north and the south, until 2011. What happens to the oil money after the referendum on southern independence is open to negotiation. Bad temper and walkouts from the negotiating table are guaranteed; but armed conflict is unlikely. Although the oilfields do indeed overlap the border, most of the significant wells are in the south—just. But the export pipeline that runs to the Red Sea and turns oil into money is in the north. For a long time to come, both sides will have to compromise around that reality.

What is more, both north and south have enough on their plates without more fighting. Omar al-Bashir, the president of Sudan, is a brutal pragmatist. He already faces a catastrophe largely of his own making in the far western province of Darfur, along with a demoralised army and a rural population fed up with repression and poverty. Another round of civil war is the last thing he needs: he is more likely to wait for the new South Sudan to unravel of its own accord.

The cash flowing into the south since 2005 has evaporated

That need not happen if South Sudan gets far-seeing or even just plain capable leadership. It will have neither.

The president of South Sudan will be Salva Kiir—a Dinka and civil-war stalwart but no visionary. His vice-president will be Riek Machar, an opportunist warlord from the next-biggest tribe, the Nuer. Both have spent the past couple of years securing the interests of their own kinsmen, and frightening off international investors.

No road to happiness

Meanwhile the cash flowing into the south since 2005 has evaporated. A best guess is that $7 billion has come and gone. The government of South Sudan says correctly that there are more schools and clinics. But where is the infrastructure to support the economy? Half a decade after the oil money began to flow, this remains a land of rutted tracks and kerosene lamps.

Other countries with competing tribes manage to carve up economic interests and keep rivalries in check. But first there must be something to carve up. South Sudan has no skills and virtually no economy beyond oil. That oil will produce another $1 billion in 2011. Like the billions before it, it will be squandered, generating popular disappointment, distrust and dissent.

Richard Walker: freelance writer who has lived in the north and the south of Sudan

from The World In 2011 PRINT EDITION

Published in: on dezembro 17, 2010 at 4:39 am  Comments (1)  

Thailand deploys battalion to UNAMID (Tailandia envia batalhao para a UNAMID)

In a ceremony held on Saturday, 4 December at Bangkok’s military airport, Thailand sent off a battalion consisting of 812 personnel to the African Union/United Nations Hybrid operation in Darfur (UNAMID). The deployment of “Taskforce 980” is Thailand’s first major contribution to United Nations peacekeeping since its deployment to Timor-Leste several years ago. The contingent, consisting of companies of combat engineers, infantry, armour and support, will be the first non-African infantry battalion deployed to UNAMID. Against the backdrop of the plane that would carry the first batch of troops to Nyala, South Darfur, that evening, Prime Minister Abhisit Vejjajiva asked the battalion to perform its duties with patience, determination and sacrifice. He then presented, together with the Ministers and Permanent Secretaries of Foreign Affairs and Defence, the Chief of Defence Forces and the Chiefs of the armed services branches, each personnel with an amulet and garland. Assistant Secretary-General for Field Support Anthony Banbury, who attended on behalf of the United Nations, thanked Prime Minister Vejjajiva for Thailand’s renewed engagement in UN Peacekeeping and wished the departing troops well. The deployment of this battalion marks an increased interest of Thailand to contribute and maintain its support to United Nations peacekeeping.

Published in: on dezembro 13, 2010 at 12:58 pm  Deixe um comentário  

The feminine component of the Southern Sudan Police Service

“The feminine component of the “dress rehearsal” for the graduation of the first batch of recruits for the Southern Sudan Police Service. More than 5400 future police personnel, charged with safeguarding the Referendum, was lined up at Rajaf, Juba, on this day. They are practicing swearing their allegiance to the leadership to the tunes of a brand new police band. Recruits have spent months at the camp, living in the most basic of strawhuts and makeshift camps, but with a stunning view over the river Nile.” From UN Staff in Sudan.

Published in: on dezembro 12, 2010 at 12:35 am  Deixe um comentário  

Major PMRJ Silva ministra instruções nos Centros de Operações de Paz

Acima, foto do Major Silva (a esquerda) e o Capitão PMESP Hélio no Centro de Operações de Paz Conjuntas do Brasil – CCOPAB

O Major Silva, da Polícia Militar do Rio de Janeiro, veterano da Missão de Paz da ONU no Sudão, participou nos dias 15, 18 e 25 de outubro do Estágio de Preparação para Missões de Paz 2010.2, no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), onde ministrou instruções para efetivos que em breve estarão seguindo para missões de paz na ONU.

No primeiro encontro os alunos foram Observadores Militares (MilObs) e o assunto foi  “Investigations”.

No segundo encontro o assunto foi “UN Police na UNMIS” para policiais (UNPOL).

Na Escola de Operações de Paz do Corpo de Fuzileiros Navais minitrou instruções foi para oficiais da Marinha e o assunto foi “UN Police”, “marcando a presença dos veteranos da polícia.” Contudo, não há fotos que registram as instruções.

Sérgio Carrera

Published in: on outubro 27, 2010 at 11:39 pm  Comments (1)  

UNMIS MEDAL

“Colabrando com a cultura geral das missões vou falar um pouco sobre a medalha da UNMIS. Foi criada em 24 de março de 2005. O azul claro do passador representa a ONU, o branco e o azul escuro simbolizam o Nilo Branco e o Nilo Azul que convergem até Khartoum, onde se encontram, trazendo esperança, fertilidade e vida ao Sudão. Major Silva.”

Published in: on agosto 1, 2010 at 11:56 am  Deixe um comentário  

Conflito deixa 48 mortos em Darfur

Sáb, 19 Jun, 04h43

CARTUM (Reuters) – Conflitos entre grupos árabes rivais deixaram 48 pessoas mortas na região de Darfur, no Sudão, disse um líder tribal neste sábado.

 

Grupos internacionais da paz não puderam confirmar os conflitos, mas disseram ter recebido informações de locais sobre o confronto no assentamento de Garsila, oeste de Darfur, na sexta-feira.

Alguns líderes árabes e autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram que os grupos rivais Rizeigat e Misseriya buscam revanches, desde que o assassinato de dois membros da Misseriya no início do ano detonou uma série de confrontos.

Na última semana, uma fonte da ONU, sob condição de anonimato, disse que há também uma luta pelo controle de terras férteis.

A onda de violência coincidiu com um fortalecimento do confronto entre tropas do governo sudanês e membros do grupo rebelde Movimento de Justiça e Igualdade (JEM) de Darfur.

“Ontem pela manhã, forças da tribo Rizeigat, usando nove carros, atacaram o vilarejo de Misseriya, norte de Garsila”, disse o líder de Misseriya, Ezzedin Eissa al-Mandil, à Reuters neste sábado.

(Reportagem de Andrew Heavens)

Fonte: terra

Published in: on junho 20, 2010 at 3:44 am  Deixe um comentário  

Capitão Emerson – PMSC – envia relato sobre a missão no Sudão

 

Pegando a deixa do Cap. BMRS Marco Antonio, faço questão de publicar o texto enviado pelo Cap. PMSC Emerson, que integra a Missão de Paz da ONU no Sudão 0 UNMIS. Vale a pena!

Confira as fotos no Blog UN Police!

Sérgio Carrera

“UNPOLS BRASILEIROS NO SUDÃO – UNMIS 2010/2011
Chegamos em solo Sudanês no dia 09 de março de 2010, mais de três meses depois de realizar a entrevista por telefone, última etapa do processo seletivo, que foi no dia 06 de dezembro de 2009 e 3 meses depois do check-out dos três brasileiros que aqui estavam, Maj PMERJ Silva, Ten PMSP Bruno e Ten PMMT Menin, que deixaram o Sudão no dia 10 de dezembro de 2009. Pois bem.
Com a estimada ajuda do Maj Silva, com quem mantivemos contato um bom tempo antes de chegar, já tínhamos certa noção das atividades que rolavam por aqui. Aportamos no Sudão em apenas dois Oficiais, eu, Capitão PMSC Emerson Fernandes e o 1º Tenente PMESP Carlos Alberto Mello e Silva. Éramos pra vir em três brasileiros, substituindo os três que aqui estavam, mas um dos brasileiros que viria conosco acabou reprovando na entrevista por telefone e não veio. Assim que cheguei aqui e obtive esta informação, entrei em contato com o COTER para que eles providenciassem outro Oficial urgente. Ouvi dizer que estava para vir um Tenente do Paraná, mas já estamos há 75 dias aqui e esta informação não se confirmou. Como esta a minha segunda Missão, eu já cansei de falar sobre a nossa representatividade pífia em missões de paz. Quiçá um dia isso mude, tenho bastante esperança nisso. Por isso não vou me aprofundar muito. O fato é que somos em apenas dois policiais, dentre quase 700 de 40 nacionalidades diferentes, e nos constituímos no menor efetivo policial da UNMIS, entre os países contribuintes. E o Brasil ainda quer assento permanente no Conselho de Segurança. O fato é que sempre desempenhamos muito bem a nossa parte. O Maj Silva, que aqui estava, foi Team Site Leader durante praticamente toda a Missão e agora eu e o Mello estamos em uma situação muito confortável, apesar do pouco tempo de Missão.
Após a nossa chegada, realizamos o Check-in e o Induction Training entre os dias 10 e 20 de março e fomos designados para trabalhar no setor II, Team Site WAU, que fica localizado na sede do setor. O setor II é um dos maiores da Missão e o nosso Team Site é o maior do setor e o segundo maior de toda a Missão, com cerca de 25 policiais internacionais (16 equivalentes aos nossos Oficiais, 09 equivalentes aos nossos Praças), 6 Language Assistants e 1 Office Assistant. Chegamos em Wau no dia 21 de março de 2010. WAU é a segunda maior cidade do Sul do Sudão (140 mil hab.) e, como eu já disse, é a sede do Setor II da Missão, que congrega 05 Team Sites em 4 Estados diferentes do Sudão. Como poderá ser visto na figura a seguir, a UNMIS está direcionada inteira para o Sul do Sudão.

Em relação ao exercício das nossas atividades na Missão, chegamos no Team Site e começamos, como todos, a trabalhar na atividade de monitoramento da atividade policial local, aqui chamada de co-location. Co-location nada mais é do que a visita diária aos Distritos policiais na AOR do Team Site para verificar se existem alterações no serviço policial, quantos estão de serviço, qual é a situação dos presos, quais foram as ocorrências nas últimas 24hs, etc… sempre acompanhado de um pequeno briefing de capacitação acerca de um assunto previamente estabelecido. Porém, tanto eu quanto o Mello permanecemos pouquíssimo tempo na atividade de co-location. Para a nossa grata surpresa, ascendemos bastante rápido nas funções aqui. Após dez dias de co-location, eu e o Mello fomos ministrar instrução em um curso de FPU (Riot Control) por dez dias. Com um mês de Team Site, fui convidado para exercer a função de Operations Officer do Team Site, a qual aceitei prontamente, e dez dias depois, o Mello recebeu o convite para ser o Senior Operations Officer do Setor. Atualmente, após 75 dias de Missão, estou exercendo a função de Acting Team Site Leader de Wau (O Team Leader está de CTO) e o Tenente Mello está trabalhando no Setor, já efetivado. Ele só está esperando o check-out do chefe da seção, para, muito provavelmente, assumir a chefia de operações do setor, que é responsável por cinco Team Sites. Ambos fomos convidados para trabalhar na seção de treinamento do setor, e provavelmente ser o Sector Training Coordinator, haja vista que os três policiais que trabalham naquela seção estão saindo nos próximos três meses. Nesse exato momento nossa situação é muito confortável. No mês que vem haverá anúncio para a vaga de Team Site Leader e também para a vaga de Deputy Sector Commander. Eu vou aplicar para Deputy SCD e, se não der certo, posso aceitar o convite de Sector Training Coordinator, enquanto o Mello muito provavelmente será o Senior Sector Ops Officer. Esse é o nosso “Picture” no momento, com menos de três meses de Missão.
Nenhum de nós dois ainda pegou o primeiro CTO. Eu sairei no dia 02 junho, após 84 dias e o Mello ainda esperará um pouco mais. Abaixo publico algumas fotos de nossas atividades “so far”.

Acerca da relação entre a Missão de Paz que estamos participando e a Missão de Paz em Darfur, cabem também algumas explicações. O Sudão é o único país do mundo a sediar duas Missões de Paz completamente diferentes e independentes uma da outra. Estão operando no Sudão a UNMIS (United Nations Mission In Sudan), direcionada inteiramente a atender ao Sul do País, devido a um processo de separação que está em curso e cujo período decisivo se dará no mês de Janeiro de 2011, com a realização de um Referendo para decidir se a população do Sul do Sudão quer ou não se separar do Norte. Tudo indica que a população optará pela separação e também tudo indica que ela não será muito pacífica. Mas nós ainda estaremos aqui para ver o que vai acontecer. E tem também a UNAMID (United Nations African Union Mission In Darfur). A UNMIS só opera no Sul do Sudão e a UNAMID só opera em Darfur. A UNMIS está “under chapter six” e a UNAMID está “under chapter seven”. Evidente que a situação em Darfur é bem mais tensa que nas demais regiões do país. Esses seqüestros e inclusive assassinatos de boinas azuis que ocorrem em Darfur com certa freqüência, ainda não presenciamos nenhum por aqui. Mas aqui, apesar de não ser igual à Darfur, as hostilidades em relação aos boinas azuis vem aumentando e furtos e roubos em residências ocupadas por internacionais acontecem com freqüência. A única coisa que liga as duas missões é um escritório de ligação da UNAMID que tem na sede do MHQ da UNMIS em Khartoum, nada mais. Só para exemplificar, não existe a possibilidade de nós sermos deslocados para lá e vice-versa.

Por enquanto acho que era isso. Desculpe a demora. Você tem autorização para publicar tudo o que eu escrevi aqui, assim como as fotos e se por acaso tiver mais alguma dúvida em relação à Missão é só falar, porque admiro o trabalho de divulgação de vocês em prol dos Boinas Azuis brasileiros, mormente os UNPOLs. Mandarei também uma cópia desse documento para o Maj Silva, da PMERJ e para o Sérgio Carrera, da PMDF.
Grande abraço!!
Emerson Fernandes
Capitão PMSC
UNOTIL – 2005/2006 – UNMIS 2010/2011”

Published in: on maio 27, 2010 at 1:07 pm  Comments (5)  

UN peacekeepers rush to aid of landslide victims in eastern DR Congo

Goma residents pick their way across lava after Mount Nyiragongo erupted in January 2002

19 May 2010 – United Nations peacekeepers today rushed in all-terrain vehicles and other relief after an overflowing river caused a landslide on the slopes of a major volcano in the eastern Democratic Republic of the Congo (DRC), burying at least 46 people and washing away 200 homes.

“Our aim is to take care of the vulnerable population until the humanitarian organizations take over and provide those displaced with the necessary aid for their return,” UN Mission in the DRC (MONUC) spokesperson Madnodje Mounoubai told the UN News Centre.

Mr. Mounoubai noted that MONUC forces have so far found 16 bodies thanks to the use of the all-terrain vehicles on the slopes of Nyiragongo volcano which overlooks Goma, the capital of North Kivu province.

“The search for the missing is continuing. Meanwhile, MONUC is urgently tending to the displaced people, who are staying close to their villages, and providing food.”

He declined to estimate the number of people displaced by the disaster, which the Congolese press put at some 5,000. The landslide was apparently triggered earlier this week when a river overflowed after days of heavy rain.

The affected area is not at any security risk, being some way from the main zone of conflict with rebel forces which have sown havoc across the eastern DRC, killing thousands and driving hundreds of thousands of others from their homes.

The 11-year-old MONUC has helped restore a measure of stability and democratic process to a country, torn apart by years of civil war and revolts that led to the greatest death toll since World War II – 4 million people killed by fighting and the attendant starvation and disease. But strife still persists in the east and other areas of the vast country.

News Tracker: past stories on this issue

UN presence in DR Congo crucial despite call for early withdrawal, says relief chief

 Fonte: UN News Centre

Published in: on maio 21, 2010 at 2:15 am  Deixe um comentário  

UNPOLs Sul-africanos são liberados em Darfur

Os Quatro UNPOLs sul-africanos integrantes da Missão de Paz da ONU em Darfur – UNAMID – foram libertados após permanecerem duas semanas em cativeiro. Os policiais – dois homens e duas mulheres – foram sequestrados em 11 de abril, quando se  deslocavam para sua residência depois de um dia de trabalho na região de Nyala, capital do sul de Darfur.
Segundo a informação oficial da ONU, os UNPOLs passarão por uma bateria de exames médicos de rotina e após serão liberados para retornar ao seu país de origem a fim de reencontrarem seus familiares.
“Nós estamos agradecidos em ter nossos colegas de volta conosco”, disse Ibrahim Gambari, Representante Especial do Secretário Geral da ONU na UNAMID.

Fonte: Blog do Cap.Marco.

Published in: on abril 27, 2010 at 1:04 pm  Deixe um comentário  

UNPOLs Sul-africanos permanecem sequestrados em Darfur

Um grupo armado de Darfur assumiu a autoria do sequestro dos quatro UNPOLS sul-africanos (02 homens e 02 mulheres) da Missão de Paz conjunta da ONU e da União Africana em Darfur – UNAMID. Ibrahim al Dukki, que se diz porta-voz do Movimento de Luta e Resistência Popular de Darfur, exigiu o pagamento de um resgate, bem como a libertação de vários membros do seu grupo que estão presos em troca da libertação dos policiais reféns.

O grupo de UNPOLs foi seqüestrado no domingo passado quando retornavam de viatura para sua casa após mais um dia de trabalho como assessores policiais em um acampamento a sete quilômetros de Nyala, capital da província de Darfur do Sul.

Entre o momento do seqüestro e a mobilização da ONU passaram-se algumas horas, visto que somente após passar o horário do recolher obrigatório imposto às organizações internacionais em Darfur é que um outro UNPOL sul-africano, residente na mesma casa, alertou o comando da missão sobre o sumiço dos colegas. Este fato certamente prejudicou uma resposta imediata das forças policiais e militares das Nações Unidas integrantes da UNAMID.

O comando da missão mobilizou um gabinete de crise e está em permanente contato com as autoridades sudanesas. Ontem foi feito o primeiro contato telefônico com os UNPOLs, os quais, segundo o porta voz da ONU Noureddine Mezni, estão bem de saúde. Em um contato feito na sexta-feira um dos líderes do grupo de seqüestradores disse que: “Pedimos 400.000 dólares mas isso não é o mais importante. Queremos mostrar à comunidade internacional que as condições de segurança em Darfur não permitem a realização de eleições“.
O Comando da Missão adotou o procedimento de não conceder mais informações oficiais à imprensa a cerca das negociações. Somente voltarão a se pronunciar após a conclusão das negociações.

Fonte: Blog UNPolice.

Published in: on abril 19, 2010 at 2:16 pm  Deixe um comentário  

Capacetes Azuis da ONU são sequestrados no Sudão

                               Sequestro em Darfur

Infelizmente as notícias se repetem no Sudão. Um dos primeiros posts deste blog tratou do sequestro de alguns capacetes azuis naquele país, novamente os meios de comunicação estão noticiando que 4 soldados sul-africanos, 2 mulheres e 2 homens, foram sequestrados perto da maior cidade de Darfur – Nayala.

Noureddine Mezni, porta-voz da UNAMID, maior missão de paz criada pela ONU, declarou que os 4 soldados fizeram o primeiro contato. Hoje, os representantes da ONU tiveram provas de que eles estão vivos.

A onda de sequestros em Darfur tem prejudicado a ação humanitária que tenta minimizar as dificuldades encontradas pelas mais de 4 milhões de pessoas afetadas pelo conflito.

A política da ONU é não ceder as chantagens dos sequestradores e nem pagar qualquer quantia requisitada. Entretanto, é sabido que os sequestros em Darfur têm todos a finalidade de estorquir dinheiro do governo e da organização internacional.

Vamos acompanhar o que vai acontecer com as 4 novas vítimas do conflito em Darfur.

Fonte: Blog Parceiros pela Paz

Published in: on abril 19, 2010 at 12:26 am  Deixe um comentário  

Dois policiais militares brasileiros embarcam para a Missão de Paz da ONU no Sudão

Fonte da foto.

Desde o dia 10 de dezembro de 2009 não havia qualquer policial militar brasileiro na Missão de Paz da ONU no Sudão, devido aos eternos problemas de rotação (que merece um artigo ou texto específico). Enfim, 2 oficiais PM partiram para Cartum na última segunda, dia 08 de março de 2010, o Capitão da PMSC Emerson Fernandes e o 1 Tenente PMESP Mello. O Major PMDF Valverde teve problemas com as passagens e deve embarcar nas próximas semanas.

Até quando os problemas de rotação dos policiais miltares brasileiros irão continuar?

Desejamos muita paz, saúde, sorte e sucesso aos nobres boinas azuis!

Que cumpram a Missão com a competência que é inerente ao PM brasileiro ao redor do mundo!

Faith and Strenght!

Sérgio Carrera

Fonte da foto.

Saiba mais sobre o Sudão!

Fonte foto.

Published in: on março 11, 2010 at 4:56 am  Deixe um comentário  

Alerta para o Sudão

Foi noticiado pela imprensa internacional que já no início de janeiro deste ano, 120 pessoas foram mortas no Setor 2 da UNMIS (Missão de Paz da ONU no Sudão), que engloba o Estado de Western Bahr Al Gazal e o Estado de Warrap. Eleições serão realizadas em 2010 a fim de decidir quanto a separaçõ ou não do Sul do Sudão.

Policiais militares veteranos do Sudão alertam para possível guerra civil e escalada da violência nesse período.

Sérgio Carrera

 Para mais: http://english. people.com. cn/90001/ 90777/90855/ 6864375.html

Published in: on janeiro 28, 2010 at 3:31 am  Deixe um comentário  

Policiais militares aguardam o embarque para o Sudão

Os 3 oficiais policiais militares designados para a Missão de Paz das Nações Unidas no Sudão, MAJ PMDF VALVERDE, CAP PMSC EMERSON E TENENTE PMESP MELO, ainda aguardam a definição da data para o embarque neste mês de janeiro de 2010.

No momento, o Brasil não possui nenhum policial na Missão de Paz no Sudão. A rotação, mais uma vez, continua a ser um problema da representação policial militar brasileira nas Operações de Paz da ONU.

Sérgio Carrera

Published in: on janeiro 9, 2010 at 8:17 pm  Deixe um comentário  

Policiais militares que serviram na Missão de Paz da ONU no Sudão já estão em terra brasilis.

Já encontram-se em solo brasileiro, os 3 policiais militares que durante um ano abriram mão do conforto do lar, da família, parentes, amigos e da Corporação, para servir a uma causa nobre, em terra distante, cultura e idioma diferente, na Missão de Paz da ONU no Sudão.

FIM DE MISSÃO (End of Mission)

São eles: o Major PMERJ Silva, 1 TEN PMESP Bruno e 2 TEN PMMT Menin! (dezembro de 2008 a dezembro de 2009)

PARABÉNS, NOBRES POLICIAIS MILITARES!

HONRARAM O BRASIL, SEUS ESTADOS E AS SUAS CORPORAÇÕES PM E, COM CERTEZA, DEIXARAM ORGULHOSOS SEUS FAMILIARES E AMIGOS!

Boa readaptação!!!!

Grande abraço,

Sérgio Carrera

PS: Ah, em relação aos substitutos…ainda não sei! Quando souber comunico!

Published in: on dezembro 12, 2009 at 1:11 am  Deixe um comentário  

Chega o Fim de Missão do 1 Tenente Bruno de Oliveira (ROTA – PMESP) no Sudão: Agradecimentos e EOM

Bom dia a todos, 

Li muitos post aqui sobre o fim da missão de vários colegas… achei que o meu nunca fosse chegar!

Fiquei muito tempo sem me manifestar, confesso que a rotina e a falta de novidades imperou nesse segundo semestre. Felizmente nada que fizesse com que a qualidade do serviço do Contingente Policial Brasileiro na UNMIS caísse.

Terminei ontem, 07 de dezembro, todo meu processo de check-out junto a ONU, estou apenas aguardando a liberação da passagem de retorno para o Brasil, retorno esse marcado para o dia 11 de dezembro.

Acho meio arriscado fazer avaliações muito profundas agora sobre a Missão, o que ela tem representado para o país, o que foi para mim… tem um misto de sentimentos muito forte sobre nós agora: a missão cumprida, a vontade de retornar ao Brasil, os planos futuros, profissionais e pessoais, o que ficou para trás de bom e ruim…muita coisa agora. Faço um balanço geral rápido e o mais importante, externo meus agradecimentos àqueles que me apoiaram neste período.

A UNMIS está em crescimento, a ONU é uma organização muito grande e complexa que de um modo geral auxilia muito o desenvolvimento do Sudão. A função do UNPOL aqui é muito difícil e complexa também, não é executiva e ficamos reféns da boa vontade e aceitação dos policiais locais, que de um modo geral é satisfatória. Como era de se esperar, mais ensinei do que aprendi profissionalmente, em relação aos policiais locais. Cresci muito no campo da comunicação, expressão, uso do inglês e gerenciamento do stress. Tive uma incrível experiência pessoal de relacionamento profissional com policiais de “n” países: India, Nepal, Ghana, Canadá, Alemanha, Turquia… caramba se fosse pra elencar todos vai tempo! Digo isso por que o que mais marcou pra mim foi esse aprendizado de aceitar outras culturas e opiniões, me relacionar com elas e o balanceamento que tem que ser feito para que você também imponha a sua (sim!!) idéia e cultura, que a respeitem e faça com que suas idéias e palavras sejam ouvidas, entendidas e seguidas, não sendo apenas mais um polo passivo.

Com isso estou bastante feliz pela conclusão desse um ano de serviço na ONU, na Missão do Sudão e tudo aquilo que representou pra mim pessoal e profisionalmente. Balanço muito positivo! 

Porém não seria assim se não fosse algumas pessoas que estiveram comigo de corpo, alma, coração, mente, oração, pensamento ou o que pudesse para me confortar e apoiar nesse momento pois tudo o que passei aqui, passei longe de família, namorada, amigos. Graças a estes que consegui superar e suportar esse ano.

Perigo a vista pois tem que indicar nomes… 

Não poderia ser diferente, agradeço primeiramente a Deus. Se tivemos, eu e todos os que me cercam, saúde e bem estar, foi graças a Ele.

Agradeço minha família pois sei que todo santo dia pensavam em mim, torciam e rezavam pelo meu bem… estavam sempre esperando uma notícia minha e não escondiam a felicidade em recebê-la. Agradeço em especial minha mãe, a qual foi tudo nesse ano: conselheira, ouvinte, administradora bancária e muito mais. Ela se superou para que eu pudesse me superar aqui e fazer tudo corretamente. Fica meu muito obrigado, o que é muito pouco pelo que ela fez. Agradeço também ao meus tios, Mariangela e Clóvis, minha irmã e minha vó  que estavam sempre de olho em tudo que ocorria aqui e rezando por mim. Agradeço meu pai que apesar dos poucos contatos pelas limitações de ambos os lados, tenho a certeza da constante preocupação dele comigo.

Agradeço muito à minha namorada, Eloiza (que não deixa de ser família viu!!). Esta sim, coitada, sofreu cada um dos dias que estive aqui e se colocou ao meu lado no momento mais difícil da Missão para mim e se superou, superou as minhas expectativas do que esperar de uma companheira… do que esperar de um ser humano. Nunca vou esquecer “daquela ligação”, a primeira (você sabe qual), de como você reagiu, sempre do meu lado, inacreditável. Da nossa viagem e dos corridos 15 ou 20 dias no Brasil durante cada uma das férias. O que ela fez por mim, só eu e ela sabemos, porém só eu sei o quanto foi importante para mim. Me ouviu todos os dias, sem excessão, as angústias, saudades, situações aqui vividas, planejou, passou tudo comigo e sei que sofreu também, pela minha escolha, pela minha falta e pelas minhas limitações, que não são poucas. Muito obrigado Coração por você ter sido essa pessoa maravilhosa que foi nesse um ano e é… espero poder ficar o resto da minha vida contigo, tentado fazer você tão feliz quanto você me faz.

Agradeço ao Major PMERJ André Silva de Mendonça, comandante, chefe, colega de quarto, ouvinte paciente (coitado, bota paciente nisso!) e por fim um amigo nesse um ano. Comandou um contingente pequeno como se grande fosse o contingente que ele o fez assim ser, reconhecido em toda a missão por nosso desempenho. Parabéns pelo trabalho que o senhor desempenhou aqui, pela sua superação e meu muito obrigado pelo comandamento e principalmente pelas conversas, conselhos de vida e profissionais, de um cara que muito fez, muito errou mas que percebi facilmente, acertou dez vezes mais do que tudo isso. Boa sorte no retorno onde quer que seja… sendo em Copacabana, sei que será “maneiro”.

Agradeço aos companheiros das Forças Armadas do Brasil. Poxa, foram muitos então um muito obrigado mesmo a todos de forma genérica mas deixar de citar alguns não dá: Maj Rocha (pela receptividade inicial), Cap Saito, Maj Castro Vianna, Cap Antoine, Cap Afonso (inesquecíveis dias em Juba), Cap Novaes, conterrâneos Cap Velasques, Cap Silveira e Maj Schiavon, TCel Warlei, Cel Feijó, TCel Sá Rocha, Cap Setta (desculpe mas tá tudo fora de ordem hierárquica, fui escrevendo só!) Espero mesmo não estar esquecendo de ninguém. Muito obrigado a todos, fico a disposição em São Paulo para qualquer eventualidade.

Agradeço aos meus comandantes na Rota, esses sim Comandantes com “C” maiúsculo, me orgulho de assim chamá-los e os chamo assim pois merecem por suas atitudes. Falhando novamente na hierarquia, agradeço muito ao Cap PMESP Walter Luiz Rodrigues, Comandante de Cia e Coordenador Operacional da Rota. Ouso dizer mais do que isso, um amigo. O que o senhor fez por mim em toda minha carreira, desde meu aspirantado… aguentando minhas “aspirantadas” mesmo como tenente já. Me deu segurança para minha permanência na Rota quando tudo parecia perdido, brigou por mim como sempre fez. Eu sou o de menos: apoiou minha família, contatou minha mãe, namorada e deu o suporte necessário. Se fui eloigiado e homenageado esse ano, na Rota e na Assembléia Legislativa de SP, o senhor tem grande responsabilidade nisso. Não menos importante foi o Comandante da Rota, Sr. Ten Cel PMESP Paulo Adriano Lopes Telhada, o qual sem me conhecer me manteve na Unidade, me apoio, deu uma atenção incrível para minha família e para mim e soube respeitar minha escolha, sabendo que eu não abri mão da Rota mas sim aproveitei uma oportunidade única na minha carreira, levando o nome da Rota todos os dias comigo. Garanto que honrei esse nome e aqueles que usam ou usaram um dia esse braçal pois só estes sabem o que esse Quartel representa. Espero com meu retorno, reverter em prol da Unidade, em treinamentos, experiência e naquilo que me couber esse um ano afastado.

Aos meus amigos, que por e-mails e telefonemas estavam sempre comigo e não me faziam esquecer que tinha toda minha vida no Brasil me aguardando, aguardando meu retorno.

A todos os Aspirantes 2004, sempre atualizando as informações e notícias, espero ter correspondido com a grandeza da Turma.

Agradeço e parabenizo o Ten PMDF Sérgio Carreira que com uma motivação incrível e um profissionalismo exemplar leva a bandeira do Policial Militar Brasileiro em Missão de Paz, seja em cursos, palestras, livros e na manutenção desse blog, uma válvula de escape para os afastados do Brasil. Parabéns e Obrigado Sérgio.

É isso, fico muito feliz de ter conseguido externar para todos um pouquinho do que se passou nesse 12 meses de UNMIS e deixar postado meus sinceros agradecimentos. Fiz de tudo para honrar o nome do Brasil, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, da Rota e da minha família e amigos.

Já que não dei nenhuma novidade acho que consegui – rsrsrs !!!!

Forte Abraço a todos, fiquem com Deus

1 Tenente PMESP Bruno de Oliveira

1o Batalhão de Polícia de Choque “Tobias de Aguiar” – Rota

UNMIS – United Nations Mission in Sudan – Dez 08 / Dez 09

“02 Dias do fim…devolvam minha vida!!”

Published in: on dezembro 9, 2009 at 1:28 am  Comments (12)  

Team Site Leaders Workshop in Juba, Sudan.

Recentemente, o Major PMESRJ Silva participou de um workshop com todos os Team Site Leaders (TSL) and Deputies (DTSL) em Juba.

Segue abaixo, seus relatos quanto ao Woerkshop:

“Este Workshop foi atendido por mim e pelo meu Deputy/Operations Officer Tenente Bruno, da Polícia Militar do Estado de SP. Foram 3 dias de briefings e palestras com todos os TSL e DTSL do Regional Sul que engloba 3 Setores: 1,2 e 3.
 
Team Sites representados:
Sector 1 – Juba, Yei, Yambio, Maridi e Torit.
Sector 2 – Wau, Rumbek, Warrab e Aweil.
Sector 3 – Bor, Bentiu, Malakal, Nassir e Melut.
 
O mais importante, a meu ver, foi ter a visao global da missao, visualizar que as nossas dificuldades sao as mesmas para todos os Teams Sites (TS). Dificuldades logisticas com veiculos, computadores, acomodacoes, dificuldades com F-10 Claims, restricoes de voo, dificuldades com aprovacao de MOPs e variacao constante do foco principal da missao (quando cheguei eram as Co-locations, depois as eleicoes e hoje o treinamento) sao exatamente as mesmas para todos.
Muitas perguntas nao foram respondidas apropriadamente pelos “chairmen” e muitas promessas para um futuro no qual felizmente nao estaremos mais por aqui.
 
Resumindo, a UNMIS e um grande laboratorio onde entre erros e acertos, prevalece a capacidade de flexibilizacao, criatividade e adaptacao do POLICIAL que pelo que constatei e bastante similar no mundo todo.

MAJ PMESRJ SILVA

Comandante do Contingente Policial Militar Brasileiro na UNMIS – Sudão 2009″

Published in: on novembro 21, 2009 at 9:42 pm  Deixe um comentário  

Explicações sobre CTO e AL no Blog do UNPolice

Indico leitura dos últimos posts do Blog do Capitão BMRS Marco Antônio sobre CTO e AL.

Os textos são bem explicativos e atualizados. Postei alguns dias um texto do Major Silva sobre seus CTOs.

Sérgio Carrera

Published in: on novembro 9, 2009 at 11:46 pm  Deixe um comentário  

Major PMERJ André Silva, chefe do contingente policial brasileiro no Sudão, conta um pouco sobre seus CTO

CIMG0022[1]CTO. Tempo de recuperar energias e aumentar o lastro de conhecimento geral.

 

Com o final da minha missão se aproximando, gostaria de escrever sobre um assunto a parte da missão, mas que julgo de grande importância, o descanso. Esta missão – UNMIS – nos leva a um mundo completamente fora de nossos itinerários habituais como policial brasileiro, que penso ser Estados Unidos e Europa.

 Jamais pensei em minha vida particular, ir ao continente africano, tampouco a Ásia. Minhas incursoes como oficial de polícia em viagem oficial se limitaram aos EUA. Provavelmente, na viagem do CSP, atingiria a Europa. Porém, nesta missão, devido a 2 principais fatores, o primeiro estar recebendo em USD e o segundo estar exatamente no meio do mundo, além da oportunidade de folga (80 dias em 1 ano ) busquei conhecer destinos jamais imaginados. Como dica aos futuros participantes da UNMIS, revelo minha epopéia:

 Primeiro CTO: Zanzibar – Tanzânia.

Na ilha de Zanzibar, pude mergulhar no Oceano Índico e desfrutar de lindas praias. A história da ilha também me atraiu, sendo no passado um importante entreposto comercial entre o ocidente e o oriente. No continente, na Tanzânia, estive num safari no Mikumi National Park, onde pude ver de perto girafas, elefantes, zebras, búfalos, hipopótamos…

 Segundo CTO: Egito, Jordânia e Israel.

Fui  na qualidade de mochileiro. Obviamente, conheci as pirâmides, andei de camelo e fui num cruzeiro no Nilo. Depois parti pra Sharm el Shiekh, de avião, na esperança de mergulhar no Red Sea. Infelizmente estava sem minha licença de mergulhador o que deixou meus planos para uma próxima oportunidade. Rumei então de ônibus para Taba, atravessei a fronteira com Israel, peguei um táxi até a fronteira com a Jordânia onde peguei outro táxi e fui para o meu destino final: Petra. Sensacional vista deste “spot” que é uma das maravilhas do mundo. Voltei pra Eilat e de ônibus parti pra Tel Aviv de onde fiz uma base para alcançar Jerusalém e Belém.

 Terceiro CTO: Brasil

Porque ninguém e de ferro…casa familia…Rio de Janeiro ! Sem comentarios.

 Quarto CTO: Dubai e China.

Estive em Dubai por 4 dias onde fiz o passeio de Big Bus (igual ao de Londres) e fui a um “safari árabe”, com passeio de veículo 4X4 nas dunas, show de danca do ventre, churrasco, narguile (shisha). Shoppings, modernidade, metrô recém inaugurado e o maior edifício do mundo também me encantaram. Daí, parti para Hong Kong, e de trem para Shaghai e finalmente de trem para Beijing. Macau, Cidade Perdida, Praça Celestial da Paz, Ninho do Pássaro, Cubo d’água, Muralha da China, o povo chinês..foram os pontos altos.

Quinto CTO: provavelmente será por aqui mesmo em Khartoum pois há somente um resto de dias a gozar.

Fora a minha aventura particular, gostaria de passar para os leitores deste texto a importância do descanso na Missão e para aproveitarem as oportunidades oferecidas por cada lugar onde existe uma missao da UN. Na minha concepção, às vezes uma viagem tem mais valor do que um curso, pois podemos ver “on the ground” como é a geografia, a organização, cultura, educação, costumes, polícia, povo, enfim…uma super experiência.

 

Cartum – Sudão, em  04 de novembro de 2009.

Maj PMERJ André Silva.

35 dias pro final!

 

Published in: on novembro 4, 2009 at 11:19 pm  Comments (1)  

Policiais militares brasileiros são condecorados pela ONU no Sudão

O eftivo policial militar brasileiro a disposição das Nações Unidas na Missão de Paz no Sudão foram agraciados com a outorga da Medalha “In the Service of Peace”, nesta quarta-feira, dia 15 de julho de 2009.

Parabéns aos nobres oficiais!

Tenham certeza que são motivo de orgulho para suas famílias, Corporação Policial Militar, cidade, Estado e Nação.

Major PMESRJ Silva, 1 Tenente PMESP Bruno e 2 Tenente PMMT Menin!

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Published in: on julho 17, 2009 at 1:40 am  Comments (5)  

Oficial da PMPA é indicado para compor efetivo da ONU no Sudão

O Major Cesar Mello, da Polícia Militar do Estado do Pará, foi recentemente convocado pelo Comando de Operações Terrestres (COTER) do Exército Brasileiro para compor efetivo policial militar brasileiro na Missão de Paz da ONU no Sudão.

O Oficial agora aguarda a autorização do Comando-Geral da PMPA e da Governadora do Estado do Pará para o seu embarque!

Parabéns a Polícia Militar do Estado do Pará (PMPA) e ao Governo do Pará pela indicação de mais um Oficial paraense que representará a nação brasileira em área de conflito internacional. Como membro da ONU, o Major Cesar Mello promoverá segurança e auxiliará na promoção da paz no mundo.

02 de julho de 2009.

Published in: on julho 2, 2009 at 9:20 pm  Comments (1)  

Tenente Menin (PMMT) realiza patrulhamento no Sudão

 

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O 2 Tenente da PMMT Menin, Observador Policial na Missão de Paz da ONU no Sudão, realiza policiamento ostensivo e verificação de acordos internacioais juntamente com UNPOL de outros países no Mercado Popular de Morobo, no Sul do Sudão. (1 trimestre de 2009).

Published in: on junho 30, 2009 at 11:53 pm  Deixe um comentário  

Oficial da PMESP é promovido no Sudão

Como ele próprio mencionou no post anterior , o o Tenente Bruno de Oliveira, da Polícia Miltar do Estado de São Paulo, que está a 6 meses na Missão de Paz da ONU no Sudão, foi recentemente promovido ao posto de 1° Tenente.

A promoção é um momento de muita relevância e expectativa para todos os policiais militares.

Com certeza, o Tenente Bruno de Oliveira terá ainda mais garra e força para enfrentar as dificuldades e ajudar o povo do Sudão, sendo exemplo e orgulho para a PMPESP, seus amigos e familiares.

Contribuidor frequente deste Blog, não poderia me furtar em parabenizá-lo e agradece-lo pelos textos, comentários e fotos!

Paz, saúde e sucesso!

Grande abraço,

Sérgio Carrera

Patrulha01[1]

Tenente Bruno em patrulha na Região de Yei, Sudão.

Published in: on junho 5, 2009 at 12:44 am  Deixe um comentário  

1° Tenente Bruno (PMESP) em novo depoimento sobre sua vida e as dificuldades no Sudão

Yei Town, 24 de maio de 2009 

Bom dia a todos!

Aproximando-me de completar seis meses de missão, acho que é um bom momento para voltar a escrever e relatar as novas experiências que tivemos e alguns pontos de vista que acabaram, quase que obrigatoriamente, mudando.

 Lembro-me que da última vez que escrevi estávamos assumindo as funções de comando em nosso Team Site (Base da ONU localizada fora das capitais). Passados quase quatro meses posso dizer que estamos bastante à vontade em nossas funções e mais, conseguimos quebrar alguns paradigmas que existiam como a falta de pontualidade e a inexistência (sequer da possibilidade!!) de uma pronta resposta por parte do nosso staff. Melhoramos muito.

 Além disso, mais coisas mudaram. Uma delas, a principal, entristece um pouco: a total ineficiência e sim, inexistencia, de uma real Polícia Sudanesa. Conforme os contatos foram aumentando, pude verificar como qualquer conceito básico que temos do que é polícia, ou como costumamos dizer “fazer polícia” não existe. Os que aqui são classificados como policiais nao tiveram um prévio treinamento para desempenhar suas funções, assim não sabem o que fazer e fazem de qualquer jeito.

 Nao há relacionamento entre Polícia e comunidade, não há patrulhamento, não há atendimento de ocorrências (ninguém chama e ninguém vai!!) e muitas vezes o serviço de polícia se confunde com o do Exército. Ponha nessa conta a falta de interesse de muitos deles em aprenderem algo conosco que cá estamos para isso!

 Remeto a uma conversa que tive com um amigo de uma ONG, relatando essa situação a ele, surgiu a pergunta: “ Qual o maior problema que você vê hoje na Polícia Sudanesa, Bruno?” Não hesitei em responder: “A inexistência dela”. Triste mas verdade.

 Apesar disso ainda vemos pessoas interessadas em aprender aquilo que estamos passando nos treinamentos, em se aperfeiçoar e sempre buscando o profissionalismo. Dos cursos que provemos aqui, muitos são bons e úteis como investigação criminal, procedimentos operacionais e direitos humanos. Mas treiná-los em computação e SWAT (como a ONU planeja) é brincadeira!

 Vejo que a UNMIS, no tocante a Polícia, começou de forma errada: deveríamos ter vindo como missão executiva, armados e patrulhando, já que o desempenho da policia local é pífio, para depois sim, deixá-los sozinhos e apenas supervisionar.

 Chega de reclamar!! Estamos no meio da batalha e continuamos a buscar a vitória mesmo que por meios não muito eficientes e com adversários difíceis.

 A experiência pessoal, essa sim, cresce a cada dia. O relacionamento com pessoas dos mais diferentes países é excepcional! Mais ainda trabalhar e comandá-los (nas ausências do Major Silva). Grande parte dos que trabalham comigo estão entre os postos de Capitão ou Tenente-coronel em seus países. Sou o mais novo e um dos mais recrutas aqui, mas como posto aqui não existe, vale a capacidade. Felizmente nosso conhecimento em relacionamento interpessoal e profissional nos facilita o trabalho. Incrível como policial é igual em todo lugar, as mesmas perguntas, a mesma choradeira…

 Do resto tudo vai bem, sempre com saúde, a gente vai vivendo. Retornei há dez dias das minha férias, no Brasil. É como se te dessem um doce e na melhor parte tirassem! Vintes dias no Brasil foi bom, mas foi tambem sofrido retornar.

 Ontem fui promovido a 1º Tenente, mais uma noticia boa para fazer o tempo passar mais rápido.

 Estamos chegando ao cume da montanha: depois de seis meses e só descer rolando que do chão não passa!!

 Forte abraço a todos

 1º Tenente PMESP Bruno de Oliveira

1º Batalhão de Choque “Tobias de Aguiar” – ROTA

Police Advisor – UNMIS – United Nations Mission in Sudan”

 

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Published in: on junho 4, 2009 at 8:40 pm  Comments (30)  

Major Silva (PMERJ) representa o Brasil na reunião de comandantes de contingente no Sudão.

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Published in: on maio 27, 2009 at 11:55 pm  Deixe um comentário  

O Major Silva (PMERJ) recebe visita do comando da UNMIS na região de Yei, no Sudão

No Sudão, o Deputy Police Commissioner da UNMIS, um policial americano, e o Sector Commander, um policial alemão, realizaram uma visita relâmpago a região de Yei, local de trabalho do Major Silva, da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Em foco, o Major Silva, que é o team leader de Yei, explana aos policiais do comando da Operação de Paz sobre a rotina das atividades do Team Site.(maio 2009)

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Published in: on maio 25, 2009 at 10:28 pm  Deixe um comentário  

Contingente Policial Militar brasileiro na Missão de Paz da ONU no Sudão (2009)

Tenente PMMT Menin, Major PMERJ Silva e Tenente PMESP Bruno. Sudão, 2009.

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Published in: on maio 13, 2009 at 2:04 am  Comments (3)  

Oficial PM assume novas funções no Sudão

O Segundo Tenente Menin, da Polícia Miltiar do Estado do MT, foi transferido do Team Site de Yei para a função de Oficial de Ligação (Liaison Officer), na Security Unit do Operations Pillar.

Sucesso ao Tenente Menin junto ao QG da Missão de Paz em Cartum. O Oficial passar a ser o único representante policial brasileiro na Sede da Missão da ONU no Sudão, a partir de 10 de maio de 2009.

Published in: on maio 4, 2009 at 7:34 pm  Deixe um comentário  

Crise no Sudão é contornada – Ten Menin (PMMT)

“Passado o frenesi inicial da possivel evacuacao, a situacao estabilizou- se na UNMIS. Os Team Sites retomaram as atividades normais. Espero nao ter sido misunderstood, quando me referi a tranquilidade dos UNPOLs frente a situacao nao quiz dizer que estamos incautos, muito pelo contrario! Procuramos desde o primeiro momento nos interar da situacao com as autoridades locais e com a populacao, qual o sentimento local em relacao a UNMIS, contamos  com plano de evacuacao por todas rotas e meios possiveis, alem de alocar o pessoal proximo ao TCC e restringir os movimentos noturnos, pois temos nocao que estamos lidando com culturas diferentes e com um povo cuja reacao e imprevisivel. Apenas quis destacar o contraste entre a tranquilidade mantida pela nossa classe frente ao desespero de outros colegas que parecia que estavam caminhando rumo a cadeira eletrica! Agir com calma e presteza ante situacoes de risco e o nosso diferencial, e mais uma vez mostramos isso, sem nunca de ixar a seguranca em segundo plano. Agora que a calma retornou, bola pra frente! 

 

Tenente Menin

Policial Militar do MT a serviço da ONU no Sudão”

Published in: on março 9, 2009 at 1:48 pm  Deixe um comentário  

Policial brasileiro na Missão de Paz do Sudão relata sua vida em janeiro 2009

“Passado algum tempo sem um contato geral… devido a falta de novidades e fotos… agora tem os dois!
 
As fotos falam por si so…. uma na visita do comandante do setor que trabalho… uma com o ten brasileiro e um ten de Bangladesh… uma com todo o efetivo do meu escritorio… outra onde moro com um brazuka e um alemao e uma com policiais locais (se liga nas Ak-47!!)
 
As novidades sao algumas e ate boas… Teremos nesses proximos dias o termino da missao dos policiais que estao nas funcoes de comando no escritorio que estou alocado… em Yei Town. Nosso comandante imediato nos visitou hoje e de forma surpreendente elegeu o Major brasileiro que esta conosco como novo comandante do “office”. Para todos foi uma grande surpresa e pra nos muito positiva. Varias coisas estavam erradas aqui e ele percebeu em 40 dias que nos estavamos fazendo um bom trabalho. Rolou uma inveja explicita por parte de alguns que estao aqui ha mais tempo mas competencia nao e questao de tempo…
 
Para mim foi bom pois acho que o major deposita muita confianca em mim entao devo assumir algum cargo de chefia: ou administrativa ou operacional, ainda estamos decidindo. De modo geral foi muito bom ver o trabalho reconhecido e a confianca que nos foi dada.
 
A cidade continua na mesma… alias ta na mesma a 3000 anos!!! Anda um clima meio tenso no ar pois ha a possibilidade do presisente do pais ser preso a qualquer momento o que traria consequencias impensaveis mas estamos no aguardo.
 
Daqui ha 2 semanas devo sair para minhas primeiras “ferias”… devo ir para Kenia, curtir alguns safaris e depois para uma ilha pertencente a Tanzania chamada Zanzibar… boas praias e um centro historico muito legal…  15 dias de um bom e merecido descanso!!
 
E isso… do resto vou levando…. muita saudade do Brasil… da vida que eu tinha ai… das pessoas mais proximas… do servico… tenho que cumprir essa etapa… mas num ta facil nao!!!
 
Forte abraco a todos…
 
Tenente Bruno – PMESP
 
Rota!!”

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Published in: on março 1, 2009 at 10:54 pm  Deixe um comentário  

Major Silva (PMERJ) participa de uma Longe Range Patrol no Sudão

“Nos dias 17 e 18 de fevereiro, foi lancada uma Long Range Patrol ate Kajokeji, um “county” distante 170 km de Yei. Em termos de Brasil, a 80 km /h, 2 horas seriam suficientes para se chegar…Porem nas deficientes estradas do Sul do Sudao, um martirio de aproximadamente 7 ou 8 horas na estrada. O objetivo da “joint patrol” foi fazer um reconhecimento sobre, nivel de seguranca, condicoes de estrada, necessidades da policia local no tocante a Treinamento, R&R (Restruturacao e Reforma), Co-location, Community Policing, Avaliacao Eleitoral e outros assuntos.
Fomos numa forca de aproximadamente 40 pessoas com a Force Protection do BANBAT. Percorremos varios locais onde as pessoas ao avistarem o comboio acenavam com as maos, e com sorriso no rosto, demonstrando a humildade do povo africano. No local, fomos recebidos pelo County Commissioner (Prefeito) e varios objetivos foram alcancados. Em complemento a esta primeira LRP, foi lancada uma 2nd esta semana, entre 23 e 26 afim de complementar o trabalho da primeira.
Forte Abraco,
Maj Silva.
Chefe do Contigente Policial Brasileiro na Missão de Paz da ONU no Sudão (fevereiro 2009)”
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Published in: on março 1, 2009 at 10:27 pm  Comments (1)  

Blog the voluntário americano no Sudão

Se estiver interessado em acompanhar um diário da vida de um voluntário americano, que ensina inglês na faculdade de Cartum, dêem uma olhada no http://constantgaijin.wordpress.com/.

Ótima leitura!

Published in: on fevereiro 7, 2009 at 11:45 pm  Deixe um comentário  

Tenente Bruno (PMESP) relata sua vida na Missão de Paz da ONU no Sudão (fev 09)

“Yei Town, três de fevereiro de 2009.

 

Se algum dia algum dos senhores já se questionou sobre a real importância da existência e de se participar de uma Missão de Paz pela ONU, assim como eu mesmo já me questionei, espero que tenham o prazer e a oportunidade de obter esta resposta “in loco”.

Completo hoje, juntamente com o Major PMERJ Silva e o TEN PMMT Menin, 55 dias de missão, já tendo passado por três cidades diferentes (e põe diferente nisso!), não nos restando mais dúvidas da carência econômica, cultural e humana na qual o povo sudanês se encontra afundado.

Além disso, e em razão dos lugares pelos quais já estivemos, se torna um pouco mais facil de se tentar entender algumas das possiveis razões dos conflitos e diferenças culturais tão explícitas aqui vistas. Nota-se com facilidade que a capital sudanesa, Khartoum, é uma cidade árabe, sendo esta, aliás, a minha primeira impressão do local, repassada quando liguei pela primeira vez para minha familia no Brasil: “Acho que peguei o vôo errado, devo estar na Arabia!”. Brincadeiras a parte, os costumes e tradições muçulmanas afloram em cada esquina da capital, seja na maneira das mulheres se vestirem, de todos se comportarem ou mesmo das constantes e pontuais orações por eles realizadas diariamente.

Passado esse primeiro momento, pra não dizer impacto, nos deslocamos nos últimos dias de 2008, para o sul do país, para a chamada “capital do sul”, Juba. Já na viagem, feita em um vôo da própria ONU, pude começar a perceber as diferenças que se aflorariam ainda mais com o passar dos próximos dias. É nítida a faixa transitorial de vegetação e clima na qual o território sudanês está inserido. Eu, como um bom brasileiro, consegui viajar na “janelinha” do avião e assistir de camarote o deserto do norte sudanês se torna, no sul, em algo parecido com o cerrado brasileiro.

Pouco tempo ficamos em Juba, o suficiente para aproveitarmos uma festa de Ano Novo, se é que posso assim chamá-la, já que apesar da presença de bebida alcoólica, o que não é permitido na capital Khartoum, é muito diferente das brasileiras.

Não só a paisagem mudou. Percebi pela primeira vez que estava de fato na África. A população, agora sim predominantemente negra, passa-nos a impressão de que estamos em um daqueles filmes que retratam a realidade africana. Agora percebo que estes diretores de “Hollywood” não são assim tão criativos, apenas viram isso aqui de perto.  

Em Yei Town, onde nós três brasileiros estamos servindo atualmente, todo o conforto que vocês podem imaginar se foi. Melhor, o que não temos aqui não é considerado conforto no Brasil: é necessidade, é basilar. Fossas, banhos de balde e caneca, energia elétrica racionada, alimentação restrita a poucos gêneros, ruas esburacadas, essa é vida que estamos levando. Acalmem-se, essa é a vida que pedimos para nós! 

Agora, já no pleno exercício de minhas funções, no contato diário com o povo sudanês, seja com os presos ou com a Polícia Nacional da “Police Station”, seja em vilarejos ou orfanatos como os que eu já tive a oportunidade e o prazer de visitar, remeto-me ao parágrafo inicial e lhes respondo: hoje, aqui na cidade de Yei, situada no sul do Sudão, nordeste da África, sim, a Missão de Paz tem sua razão e importância de existir. Mas mais do que isso, eu não tenho mais dúvidas de que estar aqui, hoje, e servir nesta Missão, é algo único e maravilhosamente realizador, nao só profissionalmente, mas muito mais pessoalmente.

Forte abraço a todos…

 

2º Tenente PMESP Bruno de Oliveira

1º Batalhão de Choque “Tobias de Aguiar” – ROTA

Police Advisor – UNMIS – United Nations Mission in Sudan”

Published in: on fevereiro 5, 2009 at 2:43 pm  Comments (3)  

Tenente Bruno (PMESP) com policiais sudaneses durante patrulhas na região de Yei, Sudão (jan09)

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Published in: on fevereiro 2, 2009 at 4:17 pm  Deixe um comentário  

Novas designacoes de oficiais PM para Missoes de Paz da ONU

Outubro 2008 – Sudao

PMRJ: MAJ ANDRE SILVA DE MENDONCA

PMESP: 2 TEN BRUNO DE OLIVEIRA

PMMT: ANDREI CESAR MENIN 

 

Janeiro 2009 – HAITI

PMDF: 1º TEN PM DAVIS HEBERTON DE SOUSA

PMAM: CAP PM ALGENOR MARIA DA COSTA TEIXEIRA FILHO

PMPA: CAP PM FABRÍCIO SILVA BASSALO

  

Fevereiro 2009 – Timor Leste

PMPB: 1º TEN ONIERBETH ELIAS DE OLIVEIRA

BMRS: CAP ARNALDO HOFFMANN NETTO

Published in: on janeiro 20, 2009 at 1:44 am  Deixe um comentário  

Relatos do Sudão – Major André Silva (PMERJ)

 “Aqui é muito primitivo… em Khartoum o ambiente é arabe…aqui é Africa pura…criancas. ..desorganizacao …mulheres em vestidos coloridos e baldes na cabeca….povo miseravel mas com sorriso no rosto e vontade de tocar…nos cumprimentar.”

” O pessoal é muito agradável.. .adoram soccer…no primeiro dia aqui fomos correr, umas criancas vieram atras…rolando pneus…fazendo a maior festa ! ”

 

Major André Silva – Polícia Militar do Estado do rio de Janeiro

Chefe do Contingente Policial Brasileiro no Sudão

Published in: on janeiro 4, 2009 at 5:40 pm  Deixe um comentário  

Policiais brasileiros são classificados no Sudão

Os três Oficiais da Polícia Militar recém-chegados ao Sudão foram classificados na cidade de Yei, ao Sul do Sudão, próximo a fronteira com o Congo. De acordo com as primeiras informações do Major da PM do Rio de Janeiro André Silva, Chefe do Contingente Policial Brasileiro no Sudão, inicialmente,  eles irão desempenhar funções de patrulhamento e monitoramento. Desarmados.

Published in: on janeiro 4, 2009 at 5:38 pm  Deixe um comentário