Latin America’s Involvement in United Nations Peace Operations and Brazil’s Engagement as a Key Player

HAMANN, Eduarda. Latin America’s Involvement in United Nations Peace Operations and Brazil’s Engagement as a Key Player. In: Pearson Papers: “Latin America and Peace Operations: Partners and Perspectives”. 1 ed. Clementsport, Nova Scotia : Canadian Peacekeeping Press, 2011, v.13, p. 22-25.

Fonte: http://www.peaceoperations.org/wp-content/uploads/2010/02/Pearson-Papers-Volume-13.pdf

Site: www.peaceoperations.org

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Published in: on abril 26, 2011 at 3:07 am  Comments (1)  

Livro – Combate de Paz (dica de leitura)

“As UPPs já são o reflexo das doutrinas de combate instituídas no Haiti pelas tropas brasileiras, os chamados Pontos Fortes. Neles, a tropa não combate e vai embora; ela ataca, ocupa e não sai mais da favela. Não basta apenas atacar o crime organizado, é necessário ocupar o vazio de liderança existente nas favelas, onde o Estado não consegue prover o mínimo para a vida das pessoas. “

“Nesta entrevista ao Comunidade Segura, o capitão fala da sua experiência no país caribenho e traça paralelos com o Rio de Janeiro. Para ele, as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) são inspiradas nos chamados Pontos Fortes, estratégia em que o Exército ataca, ocupa mas não vai embora. “

‘O Haiti nos ajudou a crescer’

Depois de passar seis meses no Haiti, entre 2005 e 2006, o capitão do Exército brasileiro Luciano Moreira voltou tão cheio de vivências que precisou escrever um livro para dividi-las com a sociedade. “Combate de Paz”, da Editora Baraúna, conta o trabalho de sua tropa no processo de pacificação das favelas haitianas.  

“Ajudamos ao próximo e aprendemos o quanto isso é importante, o quanto isso transforma o mundo. Todos que retornam do Haiti aprendem muito sobre a vida e sobre sua escala de valores. Nós ajudamos muito o Haiti, mas com certeza o Haiti nos ajudou muito mais a crescer”, diz Moreira, que ministra palestras corporativas sobre gestão do estresse em combate de liderança em situações extremas. 

Nesta entrevista ao Comunidade Segura, o capitão fala da sua experiência no país caribenho e traça paralelos com o Rio de Janeiro. Para ele, as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) são inspiradas nos chamados Pontos Fortes, estratégia em que o Exército ataca, ocupa mas não vai embora. 

“É necessário ocupar o vazio de liderança existente nas favelas, onde o Estado não consegue prover o mínimo para a vida das pessoas. A questão da segurança é apenas uma condição básica para o início do processo de desenvolvimento de uma comunidade”, explica. 

Ao chegar no Haiti, o que mais lhe impressionou? 

A condição miserável da grande maioria da população. A falta de acesso a condições básicas de infraestrutura, como água e luz, é algo que já conhecemos no Brasil, mas de maneira generalizada como no Haiti, impressiona. A falta de comida e o difícil acesso à água tornam o lugar ainda mais inóspito. 

O livro conta diversas situações que misturam emoções, como estresse, compaixão, solidão, incompreensão, medo e raiva. Os soldados são preparados para lidar com isso?  

A liderança é algo inerente à formação dos oficiais do Exército brasileiro. Na Academia Militar das Agulhas Negras, o líder aprende que, para comandar em momentos de crise, é preciso antes de tudo muita calma para não se tornar mais uma vítima do estresse. 

Nas situações extremas vivenciadas no Haiti, algo muito importante e que vale ressaltar é que as ações desencadeadas em meio ao caos nada mais foram que o reflexo do que foi treinado durante os meses de preparação no Brasil. Numa missão de paz, administrar a força é uma questão muito delicada, visto que a finalidade da ocupação militar é acabar com a violência, e não gerá-la. 

Como controlar uma tropa armada de forma que haja o mínimo de disparos possível? 

A orientação firme e segura, emitindo ordens claras e de acordo com as regras de engajamento, bem como estabelecer as diretrizes a respeito das condutas a serem tomadas pela tropa, são pontos-chave para a execução de um trabalho condizente com a pacificação do Haiti. Potencializando estes procedimentos, os comandantes controlam o uso das armas e da força através de sua presença junto à tropa o máximo tempo possível durante todas as operações.

E essa presença é suficiente para evitar desvios de conduta? 

O ser humano erra. Se existem mecanismos de controle da conduta e da disciplina das pessoas, é porque elas em algum momento podem cometer erros. É da natureza humana. O soldado não é um super-herói. Ele é feito de carne e osso, e está sujeito a todas as intempéries do trabalho nas favelas que, diga-se de passagem, é extremamente difícil e arriscado. Assim, problemas disciplinares rotineiros acontecem e são resolvidos nas esferas dos comandantes intermediários. 

E como são tratados os desvios de conduta? 

Quando as grandes autoridades determinam uma intervenção militar, devem estar cientes que, ao colocar uma força armada dentro das favelas recheadas de bandidos armados, seus soldados não irão responder com pedras as agressões vindas de armas de fogo. É óbvio que a resposta será também com violência. 

Mas existe a população no meio desta guerra, e os efeitos colaterais serão sentidos por todos. Um soldado pode errar um tiro e ferir um inocente. Mesmo tendo as melhores intenções possíveis, será julgado e provavelmente condenado militarmente. Isto não é desejável, mas a falha é algo esperado, ainda mais numa missão longa como é a do Haiti. 

O que não é aceitável para as Forças Armadas é o desvio de conduta moral do militar. Elas são, por natureza, guardiãs de valores morais da sociedade, e isto se explica pois no cerne de sua finalidade (na guerra) existem duras rotinas e atividades que podem exigir até mesmo o sacrifício de vidas. Desta forma, existe um consenso geral de que desvios de conduta como corrupção, violação de direitos humanos, exploração sexual e abusos de autoridade não são aceitáveis. 

Houve casos de desvios de conduta nas tropas brasileiras? 

Passei seis meses no Haiti comandando um pelotão de fuzileiros e observei diversas transgressões disciplinares leves da tropa. Eles foram orientados e alguns foram punidos disciplinarmente. Tudo dentro da normalidade da vida e da atividade militar. Em nenhum momento tomei conhecimento de desvios de conduta mais sérios por parte de nossos soldados. Caso ocorresse, era de conhecimento de todos que a punição seria o repatriamento, algo extremamente indesejável e vergonhoso para quem se preparou por seis meses durante um rígido treinamento, é voluntário e tem orgulho de participar da Minustah. 

Muita gente questiona a presença militar estrangeira no Haiti, considerando-a  uma intervenção autoritária. Como o senhor responde a esse posicionamento? 

Presença militar sempre será relacionada a autoritarismo, até porque quem detém a força e a palavra possui muito mais poder de barganha do que quem só detém a palavra. É assim com os EUA e com outras potências militares e isto pode ter sido relacionado com a tropa brasileira também. É algo natural. Apesar disso, os resultados que o Brasil conseguiu no Haiti foram fantásticos e respeitados em todo o mundo.

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Qual é o segredo do sucesso da missão de paz brasileira no Haiti? 

Durante o processo de pacificação, comandantes de diversos países visitaram as bases brasileiras para tentar descobrir qual era o segredo de nosso sucesso. Logo, a forma de atuar tornou-se referência internacional em combate urbano. 

Acredito que uma das principais razões para isso é a eficiente interação que o povo brasileiro é capaz de fazer com o povo haitiano. Mesmo nas operações militares, as opiniões dos haitianos eram ouvidas e levadas em consideração. 

Não houve autoritarismo? 

Autoritarismo implicaria a tomada de decisões sem a consulta e participação das autoridades haitianas, o que definitivamente não ocorre no Haiti. Tanto no campo político quanto no campo das operações militares nas favelas, os haitianos não só são ouvidos como tomam grande parte das decisões. 

A ONU auxilia o governo onde ele ainda não possui condições de manter-se. Como exemplo, remeto a quando o Palácio Nacional do Governo era um ponto vulnerável na região central de Porto Príncipe. Havia tropa estrangeira ocupando o palácio para assegurar condições de trabalho aos políticos. Assim que o presidente sentiu-se seguro, solicitou e, de imediato, foram retirados os militares. 

No livro, o senhor critica o posicionamento de jornalistas preocupados com violações de direitos humanos de civis haitianos por forças militares estrangeiras. Qual seria o papel da mídia? 

Desde o fim do regime militar, existe uma preocupação constante por parte das Forças Armadas em estreitar os laços de relacionamento com a imprensa. A censura, a repressão e outras políticas do passado hoje não encontram espaço nem mesmo no meio militar. Existem nos Batalhões de Força de Paz seções criadas para receber os profissionais da imprensa da melhor maneira possível, independente do conteúdo de suas reportagens. 

Assim sendo, eu não poderia criticar a imprensa defensora dos direitos humanos pois acredito firmemente na liberdade de pensamento e no desenvolvimento da humanidade através da solidariedade e da ajuda ao próximo. Fui ao Haiti para defender os direitos humanos, e sou a favor de todos que pensam assim. 

Não tenho dúvidas que o papel da imprensa nos dias de hoje é de importância incalculável para a sociedade. Além da função de informar, a mídia tem o dever de divulgar, esclarecer, fiscalizar, investigar. Ela tem grande influência na formação da opinião pública, e por isso, é detentora de um dever social para com a verdade, na construção de um mundo melhor. 

Mas no livro o senhor faz uma crítica contundente a alguns profissionais. Por quê?

 No Haiti, durante o processo de pacificação das favelas, verificamos alguns profissionais mal intencionados, que vinham de longe esperando encontrar histórias de violação dos direitos humanos por parte da tropa brasileira. Talvez com interesses políticos, ou interesses meramente comerciais. Como não encontravam, tratavam de criar notícias ou distorcer informações para vendê-las às agências internacionais.

 Minha crítica não é direcionada à imprensa profissional e séria como foi o caso da mídia brasileira. Esta, eu tive prazer em ajudar e orgulho ao acompanhar os resultados das matérias. Critico sim, e diretamente, algumas pessoas e grupos comprometidos com interesses financeiros e individuais, bem diferentes da fidelidade com a informação, verdade e expressão individual que desejamos e precisamos na imprensa.

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O senhor compara a situação do Haiti à da segurança pública brasileira, especificamente nas favelas do Rio, referindo-se a uma situação de guerra. É possível comparar as UPPs à ocupação militar no Haiti? 

As UPPs já são o reflexo das doutrinas de combate instituídas no Haiti pelas tropas brasileiras, os chamados Pontos Fortes. Neles, a tropa não combate e vai embora; ela ataca, ocupa e não sai mais da favela. Não basta apenas atacar o crime organizado, é necessário ocupar o vazio de liderança existente nas favelas, onde o Estado não consegue prover o mínimo para a vida das pessoas. 

Se não há Estado nem autoridade, os criminosos serão os detentores da força por meio das armas e da violência. Eles determinarão as leis do local. Logo, é preciso que algo mais forte que os bandidos esteja presente para reprimir esta violência e fazer o governo presente e dono daquele solo. Em pouco tempo, qualquer favela, por mais violenta que seja, é pacificada. 

Mas a questão da segurança é apenas uma condição básica para o início do processo de desenvolvimento de uma comunidade. O ideal é que não seja necessário tropa armada na favela, que se desenvolvam projetos para que o povo possa caminhar sozinho, com progresso e longe da violência.  

No Haiti, as Forças Armadas têm importante papel na reconstrução do país. Poderia contar um pouco desse trabalho humanitário? 

Em todas as operações militares, o Brasil opta por estabelecer ações cívico-sociais. Seria a “responsabilidade social da guerra”, onde procura-se otimizar os resultados das ações militares através do estreitamento do relacionamento entre a tropa e a população. Onde existe tropa brasileira, existe atendimento médico, ajuda na educação, reconstrução, limpeza das ruas etc. 

Para se ter uma ideia, quando o Brasil ocupou a favela de Bel Air, as ruas eram intransitáveis devido às montanhas de lixo que bloqueavam tudo. Foram levados tratores da engenharia de combate e centenas de militares que limparam tudo. Dois objetivos foram conquistados: para a tropa, abriram-se as vias de acesso para os blindados, enquanto para a população, as ruas foram abertas à circulação de pessoas e veículos. 

No bairro de Cite Militaire não havia energia elétrica. A tropa proveu postes de iluminação por todo o bairro. Para a tropa, iluminou-se o teatro de operações, enquanto a população teve acesso à luz em suas residências. É fundamental, até mesmo para a aceitação da intervenção estrangeira, o desenvolvimento de projetos de desenvolvimento no Haiti. Como há uma grande carência de recursos de toda natureza, a ajuda das Forças Armadas é fundamental para os haitianos. 

A experiência como tropa de paz no Haiti pode inspirar novas atribuições não-bélicas ao Exército brasileiro em seu próprio país? 

A destinação das Forças Armadas é a preparação para o combate, para a defesa dos interesses do país. Isto jamais deve ser colocado em segundo plano. As atribuições não-bélicas, porém, não podem ser desprezadas. No Brasil, as tropas realizam um trabalho constante e muitas vezes silente por todo o território nacional. 

Existem tropas que ficam internadas pelo interior provendo assistência médica e odontológica em locais inóspitos; tropas constroem milhares de quilômetros de estradas e pistas de pouso em locais de difícil acesso; tropas são deslocadas para locais atingidos por catástrofes naturais; até mesmo os familiares dos militares tornam-se professores e ajudam na educação em locais afastados.  

O senhor foi embora com a sensação de dever cumprido? O que essa experiência lhe acrescentou? 

Acredito que sim, cumprimos nosso dever. Eu e meus soldados trabalhamos muito, como jamais trabalhamos em nossas vidas. Enfrentamos violentos combates e duras jornadas em apoios humanitários. Apesar do cansaço dos seis meses sem finais de semana ou feriados, retornamos com a certeza de que fizemos a diferença. 

Nós permitimos que milhões de pessoas restabelecessem a confiança nos ideais democráticos de seu país, quando asseguramos o sucesso do processo eleitoral do Haiti. Ajudamos ao próximo e aprendemos o quanto isso é importante, o quanto isso transforma o mundo. Todos que retornam do Haiti aprendem muito sobre a vida e sobre sua escala de valores. Acredito que nós ajudamos muito o Haiti, mas com certeza o Haiti nos ajudou muito mais a crescer. 

O que o motivou a escrever um livro?

Quando retornei, me senti uma pessoa com uma vivência diferente do normal, e ao mesmo tempo, senti um orgulho muito grande do que eu e meus subordinados havíamos feito no Haiti. Assim, decidi registrar essas histórias para que pudéssemos repassar para a sociedade como foi difícil e gratificante o trabalho dos brasileiros no processo de pacificação das favelas. A paz no Haiti não é apenas uma vitória das Forças Armadas. É uma vitória do povo brasileiro, pois é devido às suas características de tolerância e adaptabilidade que a missão tornou-se o sucesso que é hoje.

FONTE: Comunidade Segura.

Published in: on outubro 18, 2010 at 2:31 am  Deixe um comentário  

Livro DOPAZ – Comentário de leitor policial

“Senhores, acabei de ler o livro DOPAZ, de Tahiane Stochero. Leitura fácil, bem dividida, vibrante e atual. Me surpreendi com a abordagem das ações dos militares especializados, já que este tipo de ação é tradicionalmente encoberta por um pano preto…isso enaltece nossos bravos guerreiros, coisa difícil em nosso Brasil, que prefere elevar ações de militares e policiais estrangeiros em detrimento dos nossos.

As vezes, a autora se perde, mostrando ações violentas e ilegais praticadas pelos comandos, mas ações legítimas dentro de um objetivo maior…difícil para um policial da área de operações especiais expressar o que é bom e o que é legal. Enfim, um livro que enaltece brasileiros. Muito bom !

Pena o Sr. Caco Barcelos ter um espaço na contra-capa e deliberadamente atacar policiais, comparando-os aos militares que estão combatendo “inimigos” a milhares de kms de distância, sem uma supervisão mais intensa, sem um sistema judiciário capaz…enfim, no Haiti. Estes mesmos que falam mal de policiais, ganham a vida com isso e quando, e confortavelmente, “metem o malho” nos militares também, hoje em dia falando às vezes de ações que sequer presenciaram, ou seja, o negócio e ser contra e achincalhar o nosso País.

Seria legal um profissional destes estudar um pouco mais sobre o que fala. Enfim, a bronca e livre!

Rasgando a contra-capa, o que sobra é qualidade….recomendo !
 
Major Silva. Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro, Operações Especiais, com o máximo de orgulho!”

PREFÁCIO DO CACO BARCELOS:

“Como a tropa de elite do exército brasileiro pacificou a favela mais violenta do Haiti. Inevitável a comparação.Uma das qualidades deste livro é a de revelar um lado avesso das controvertidas tropas de elite do Brasil. Nesta primeira década do século XXI, essas unidades de combate se tornaram populares e temidas, por expor nas ruas bandos de policiais militares mascarados, com o poder de matar.Aqui na obra de Tahiane Stochero a tropa de elite é outra.Os personagens não são soldados da Polícia Militar. São os homens do destacamento de operações de paz, o DOPaz, a ainda pouco conhecida tropa de elite do Exército. As semelhanças ficam restritas ao nome. A elite da PM transforma a missão de patrulhamento urbano nas grandes cidades brasileiras em um ato de guerra contra os mais pobres. A elite do Exército atua em uma zona de guerra e de pobreza, neste caso o Haiti, para estabelecer a paz entre os combatentes. “

NOTA DO BLOG: Os comentários aqui são de responsabilidade do autor.  Ainda não li, mas em breve postarei meus comentários.

Published in: on outubro 17, 2010 at 11:44 pm  Comments (16)  

LANÇAMENTO DO LIVRO “HISTÓRIA DA RESISTÊNCIA TIMORENSE”

A Embaixada de Portugal – Instituto Camões e a Thesaurus Editora convidam para o

LANÇAMENTO DO LIVRO “HISTÓRIA DA RESISTÊNCIA TIMORENSE ” DO EMBAIXADOR DOMINGOS DE SOUSA

A realizar-se em 13 de Outubro, Quarta-Feira, às 19h00, no auditório do Centro Cultural do Instituto Camões, na Avenida das Nações, SES, Quadra 801, Lote 02. 

Sobre o autor: Domingos Francisco de Jesus de Sousa, nasceu em Laleia, Manatuto, Timor-Leste.

Cursou Filosofia no Seminário Maior de Évora (Portugal) entre 1968 e 1972.
Frequentou o Curso de Humanidades na Faculdade de Filosofia de Braga (Portugal) em 1973.
Estudou Ciências de Educação no Instituto de Educação de Professores pertencente aos Padres Jesuítas em Jogyacarta (Indonésia) entre 1980 e 1985.
Fez o Mestrado na área de Educação na Universidade Pittsburgh, Pensilvânia (E.U.A.) entre 1988 e 1990.

Foi membro do Conselho /Nacional de Resisitência Timorense (CNRT) e Presidente do Forum Sarjana Pro Referendo Dan Pengembeangan
Timor-Leste (FORSAREPETIL) / Associação dos Licenciados para o Referendo e Desenvolvimento de Timor-Leste.

Foi designado para o cargo de Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário para a República Federativa do Brasil cargo que atualmente desempenha.

Obras publicadas: OLOBAI 75, Diário Pessoal escrito na prisão da FRETILIN e COLIBERE, um herói timorense.

Maiores informações: Editora Thesaurus (003561) 33443738 / 33662920

Contamos com a sua presença!

O Director do Centro Cultural – Instituto Camões no Brasil 

Adriano Jordão
Conselheiro Cultural 

INSTITUTO CAMÕES – EMBAIXADA DE PORTUGAL
SES Av. das Nações, Quadra 801, Lote 02 – CEP 70402-900 Brasília-DF
Tel: (0xx61) 3032.9600 – Fax: (0xx61) 3032.9634 – Site: www.institutocamoes.org.br
Mail: geral@institutocamoes.org.br

Published in: on outubro 9, 2010 at 6:06 pm  Deixe um comentário  

Alunos de Curso UNPOL ganham livro sobre a história do Brasil em Operações de Paz

No dia do encerramento do United Nations Police Pre-Deployment Course, a coordenação do Curso pode realizar a entrega de uma cortesia gentilmente oferecida pela Marinha do Brasil.

A Diretoria do Patrimônio Histórico e de Documentação da Marinha disponibilizou o livro “Brasil: 60 anos de Operações de Paz”, de autoria do Embaixador Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, para que alunos de 10 países da América Latina, de 4 Estados brasileiros e ao corpo docente do Curso, vindos do Canadá, EUA e Holanda, pudessem levar consigo um pouco da participação de policiais, militares e civis brasileiros em Operações de Paz das Nações Unidas.

Um agradecimento especial ao Sr. Vice-Almirante Ref. Armando de Senna Bittencourt, a Comandante-de-Fragata Ivone Maria e a 1º Ten Kelly Cristiane, pela relevância e importância no ato ao proporcionar que a nossa história fosse levada à bibliotecas policiais de mais de 12 países. Um cópia ficará na Biblioteca do Pearson Peacekeeping Centre (PPC), co-organizador e co-parceiro neste Curso.

Abaixo, algumas fotos dos alunos do Curso no momento da entrega do livro.

A República Negra (dicas de leitura)

SINOPSE:

Uma insurreição armada irrompeu no Haiti no início de 2004, resultando na renúncia e no exílio do então presidente Jean-Bertrand Aristide. Para evitar uma guerra civil, em 1º de junho de 2004, soldados brasileiros chegaram à cidade de Porto Príncipe, capital do país, para formar a força principal da recém-nascida Missão das Nações Unidas para a estabilização do Haiti, a Minustah. O livro surgiu a partir das viagens que o jornalista fez para presenciar o cotidiano das tropas brasileiras, que viraram reportagens publicadas nos jornais Diário de S. Paulo e O Globo. A publicação aprofunda o conteúdo das matérias e mostra o quanto o Brasil influi nas vidas dos oito milhões de hatianos seja por canais diplomáticos, militares ou culturais. Traz depoimentos inéditos de rebeldes e de militares brasileiros sobre supostos casos de espancamento durante interrogatórios e abusos de violência contra haitianos. Narra também os combates e as estratégias militares que fizeram da ocupação brasileira na capital haitiana um exemplo de operação de paz bem-sucedida realizada pelas Nações Unidas. Luís Kawaguti relata a sucessão de acontecimentos que, em pouco mais de dois anos, levaram uma nação do caos social e político ao processo de redemocratização, iniciado com a eleição de um novo presidente. Para compreender a complexidade da situação do Haiti e, conseqüentemente, da missão da ONU, o autor faz uma passeio pela história do país. Aborda desde a sua descoberta na primeira viagem do navegador Cristóvão Colombo à América, em 1492, passando pela revolução de 1804, que libertou o Haiti da França, e pelos 28 anos extremamente violentos da ditadura de Duvalier. O jornalista faz um panorama do sistema educacional, sanitário e de transporte do país; mostra de que maneira a religião católica, professada pela maioria da população, convive harmonicamente com os rituais de vodu. O livro configura-se como uma rica fonte de informações, pois o autor conheceu de perto tanto as dificuldades quanto o trabalho dos militares brasileiros. Narra, detalhadamente, operações importantes das tropas da Onu, como as realizadas em Bel Air, a maior favela de Porto Príncipe. Revela quais os diversos problemas enfrentados, desde o desarmamento da população até dificuldades logísticas, como o alojamento das tropas brasileiras.

Fonte: Livraria Cultura.

Published in: on abril 18, 2010 at 12:57 pm  Comments (5)  

Le Livre “Brésil:60 ans d’opérations de paix”

O jornal “L’Orient Le Jour”, de grande circulação no Líbano, publicou uma matéria a respeito do livro Brasil: 60 anos de Operações de Paz, de autoria do Embaixador Brasileiro no Lìbano, Paulo Campos Tarrisse da Fontoura. A obra tinha sido exposta no estande do Brasil na Feira do Livro Iberoamericana de Beirute, na semana passada. 

“É sinal que a história da participação brasileira em missões de paz gerou interesse e/ou curiosidade entre os libaneses.”

“Les Libanais dans le monde

Brésil : 60 ans d’opérations de paix

Par Roberto KHATLAB | 08/03/2010

L’ambassadeur du Brésil au Liban, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, en mission à Rio de Janeiro. – En décembre 2009 a été lancé à Rio de Janeiro le livre Brasil : 60 Anos de Operações de Paz (Brésil : 60 ans d’opérations de paix), 302 pages, écrit par l’actuel ambassadeur du Brésil en poste au Liban, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura. Ce livre, qui a nécessité un long travail de recherche, a été édité par la Direction du patrimoine historique et de la documentation de la marine (DPHDM).
C’est un livre sur la paix, un témoignage de notre époque et un document historique et iconographique de la fin de la Seconde Guerre mondiale jusqu’à nos jours. À travers l’Amérique latine, l’Europe, le Moyen-Orient, l’Afrique et l’Asie, il rend un vibrant hommage aux Brésiliennes et Brésiliens qui ont servi dans les opérations de maintenance de la paix dans le cadre des Nations unies, développées après 1945. L’ambassadeur Fontoura, dans l’introduction de l’ouvrage, écrit : « Cohérent avec ses responsabilités internationales comme État membre fondateur des Nations unies, le Brésil n’a pas hésité à s’engager pour la solution de crises comme celles de Haïti et du Timor-Oriental, récemment. Le Brésil a envoyé entre 1948 et 2007 environ dix-huit mille militaires, policiers et civils participant à plus de 40 missions. »
Une des premières opérations de paix auxquelles a pris part le Brésil est celle des Forces d’émergence des Nations unies en 1956-1957 : le gouvernement brésilien envoya un bataillon d’infanterie composé de 3 300 militaires en Égypte pendant la crise de Suez. Neuf autres pays y contribuèrent, comme l’Inde (6 881 militaires), le Canada (5 780) et la Yougoslavie (3 893). Pendant cette période, la Force aérienne brésilienne (FAB) effectuait des vols d’appui en Égypte, alors que les autorités brésiliennes visitaient la région. Ainsi, le futur président du Brésil (1961), le député Jânio Quadros, se rendit en 1959 en Égypte, puis au Liban, où il rencontra des Brésiliens et des Libano-Brésiliens issus de la réémigration du Brésil. L’ambassadeur Fontoura cite aussi la présence brésilienne dans la Mission des observateurs des Nations unies au Yémen créée en 1963. Toujours au Moyen-Orient, le capitaine João Batista Malan de Paiva Chaves a occupé le poste d’observateur dans la région de Najran, frontière entre l’Arabie saoudite et le Yémen. Dans sa présentation de l’ouvrage, l’amiral de flotte Kleber Luciano de Assis écrit : « La lecture de ce livre est un voyage à travers le temps, à travers des lieux merveilleux, en des moments pas toujours agréables, où est présente la figure de l’être humain professionnel, technique, dévoué, volontaire, créatif, héros et croyant dans une des plus grandes valeurs de la vie : la paix. »
Ce livre de Paulo Fontoura est la continuation de son travail antérieur de recherche : O Brasil e as operações de manutenção da paz das Nações Unidas (Le Brésil et les opérations de maintien de la paix aux Nations unies), publié en 1999 par l’« Instituto Rio Branco, Fundação Alexandre de Gusmão, Centro de Estudos Estratégicos » à Brasilia.”

Published in: on março 9, 2010 at 2:21 pm  Deixe um comentário  

O Reino deste Mundo (dica de leitura)

Autor: CARPENTIER, ALEJO
Tradutor: TAPIA, MARCELO
Editora: MARTINS EDITORA
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA – LATINO-AMERICANA

SINOPSE: Este livro é uma recriação dos acontecimentos que precederam a independência haitiana até um Haiti em pleno período republicano – a transição de colônia francesa governada por brancos para uma nação negra regida pelo primeiro monarca coroado no Novo Mundo.

 ISBN:  856163524x
ISBN-13:  9788561635244

 Fonte: Livraria Cultura.

Published in: on março 1, 2010 at 3:02 am  Deixe um comentário  

A Festa do Bode (dica de leitura)

Autor: VARGAS LLOSA, MARIO
Editora: ARX
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA – ROMANCES

SINOPSE: Em ‘A Festa do Bode’, o esperado e magistral novo romance de Mario Vargas Llosa, assistimos a um duplo retorno. Enquanto Urania visita o pai em Santo Domingo, voltamos a 1961, quando a capital dominicana ainda se chamava Ciudad Trujillo. Ali, um homem tiraniza três milhões de pessoas sem saber que se trama uma maquiavélica transição para a democracia. Vargas Llosa, um clássico contemporâneo, relata o fim de uma era dando voz, entre outros personagens históricos, ao implacável general Trujillo, apelidado O Bode, e ao sossegado e hábil doutor Balaguer (eterno presidente da República Dominicana). Com um ritmo e uma precisão dificilmente superáveis, este peruano universal mostra que a política não raro consiste em abrir caminho entre cadáveres e que a inocência também pode se transformar em truculência.

 ISBN:  8575811053
ISBN-13:  9788575811054

 Fonte: Livraria Cultura.

Published in: on fevereiro 27, 2010 at 12:22 am  Deixe um comentário  

Pontos de venda do “Livro Brasil: 60 anos de Operações de Paz”

Texto encaminhado pela DIRETORIA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E DOCUMENTAÇÃO DA MARINHA:
“Encontra-se à venda o livro Brasil: 60 Anos de Operações de Paz, de autoria do Embaixador PAULO ROBERTO CAMPOS TARRISSE DE FONTOURA, 1ª. edição, 2009, 306 páginas. O livro é uma homenagem aos brasileiros e brasileiras que serviram em operações de manutenção da paz das Nações Unidas e retrata, numa coletânea fotográfica, a participação brasileira desde o fim da Segunda Guerra Mundial. As histórias resumidas das operações de paz oferecem aos leitores o contexto político em que se deu a intervenção das Nações Unidas e o papel desempenhado pelos brasileiros nos eventos que moldaram o mundo recente. 

Locais de vendas:

Concessionária da loja do Espaço Cultural da Marinha do Brasil, AV. Alfredo Agache s/n, Praça XV – Centro – RJ, Tel:               (21) 2516-9077         e Loja Estibordo, Rua Dom Gerardo 64, loja D, Praça Mauá – RJ, Tel:               (21) 2233-4015         . Preço: R$ 40,00.”

 

Published in: on fevereiro 26, 2010 at 6:28 pm  Deixe um comentário  

Os Farsantes (dica de leitura)

  

 

Autor: GREENE, GRAHAM
Tradutor: CAPOVILLA, ANA MARIA
Editora: GLOBO
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA – ROMANCES

SINOPSE: Escrito em 1966, esta história de Graham Greene virou filme e se passa no Haiti, que estava nas mãos do ditador Papa Doc. Um ano após chegar ao poder do Haiti, em 1958, o médico François Duvalier cria uma polícia especial para impor sua ditadura. Batizados de “tontons macoutes”, bicho-papão na língua local, essas milícias aterrorizavam a população. Com um forte apoio interno, Duvalier contava também com a simpatia dos Estados Unidos, que depositam nele a esperança de o Haiti não se tornar em uma nova Cuba. Duvalier era “Papa Doc”, apelido com o qual o ditador entraria para a história, chefiando um dos regimes mais bárbaros do mundo. Em 1964, Papa Doc se autoproclama presidente vitalício do país, transformando a vida dos civis em um verdadeiro inferno. Visto como um paraíso turístico até então, o Haiti passa a ter execuções sumárias, desaparecimentos e torturas. É justamente nesse período que Graham Greene visita a ilha e ganha inspiração para ‘Os farsantes’ , o livro mais político do autor. A trama se inicia no navio rumo ao Haiti, quando se encontram Brown, o britânico dono de um hotel na capital haitiana; Smith, o norte-americano idealista que pretende transformar os haitianos pobres em vegetarianos, acompanhado de sua esposa; e Jones, um contrabandista de armas que faz negócios durante o regime Duvalier. Os personagens interagem e se entrelaçam na história na qual cada um tenta apontar causas, defeitos e soluções para esse governo tão temido. Este livro serviu de base para o filme americano ‘The Comedians’ (1967), dirigido por Peter Grenville estrelado por Elizabeth Taylor e Richard Burton.

ISBN:  8525035483

ISBN-13:  9788525035486

Fonte: Livraria Cultura

Published in: on fevereiro 26, 2010 at 5:06 pm  Deixe um comentário  

Os Jacobinos Negros (dica de leitura)

Autor: JAMES, C. L. R.
Tradutor: TEIXEIRA FILHO, AFONSO
Editora: BOITEMPO EDITORIAL
Assunto: HISTÓRIA

SINOPSE: As tropas brasileiras ocupam as favelas de Porto Príncipe, capital do Haiti, na maior ação militar do país no exterior em décadas. Mas que país é o Haiti, hoje o mais pobre da região, mas que foi a primeira nação da América Latina a se tornar independente? Qual é a sua história? Em 1938, no auge do nazismo e da predominância das teorias de supremacia da raça branca em todo o mundo, o escritor C. L. R. James demolia preconceitos ao mostrar a função histórica da escravidão e a função social da opressão do negro. ‘Os jacobinos negros’ é um verdadeiro tratado sobre essa questão e projeta luz sobre o pano de fundo histórico do drama atual do Haiti. O autor faz um relato minucioso da insurreição de escravos que expulsou os colonizadores franceses de São Domingos, antigo nome do país. Na colônia, principal parceiro comercial da França, integrada a economia mundial da época, a população negra que gerava a riqueza era dez vezes maior do que a dos brancos. Ali, os ideais da revolução na metrópole, que pregava “liberdade, igualdade e fraternidade” ecoaram nas lideranças dos escravos rebelados, os jacobinos negros. Com o ideal de construir um país independente que se aliaria a França revolucionária em pé de igualdade, um “posto avançado” dos ideais revolucionários no continente americano. A independência foi conquistada não com o apoio, mas em combates contra as tropas francesas, inglesas e espanholas. Mas isolados da economia internacional, por terem se rebelado contra a escravidão, em uma época onde os Estados Unidos, Cuba e Brasil eram sociedades escravocratas, a rebelde ilha caribenha foi “condenada” ao atraso por sua ousadia. O destino de seu líder, Toussaint L Ouverture, foi trágico. Um livro essencial sobre a revolta dos explorados contra os exploradores, dos negros contra a escravidão, da América Latina contra o colonialismo, formas de opressão contra as quais se levantou a revolução haitiana. Para Jacob Gorender, autor da orelha do livro “James se apoiou solidamente em fontes historiográficas abundantes e seguras e soube elaborar um texto fluente e cativante. O que torna este ‘Os jacobinos negros’ um livro precioso não só para estudiosos especializados, mas também para todos os que desejam conhecer a História a fim de entender melhor o mundo em que vivem.” Os jacobinos negros traz ainda um apêndice onde o autor relaciona as semelhanças e diferenças entre a ressurreição hatiana e a Revolução Cubana, intitulado “De Toussaint L´Ouverture a Fidel castro”; uma cronologia da história do Haiti e um índice onomátisco e remissivo dos personagens históricos citados no livro.

ISBN:  8585934484
ISBN-13:  9788585934484

Fonte: www.livrariacultura.com.br

Published in: on fevereiro 22, 2010 at 4:35 am  Deixe um comentário  

Como comprar o Livro “Brasil: 60 anos de Operações de Paz”

É possível a comprar do livro de duas maneiras:

I) Espaço Cultural da Marinha – RJ

O livro estará a venda no Espaço Cultural da Marinha, em frente à Candelária, no mar (Av. Alfred Agache, s/n, logo após o Mergulhão da Praça Quinze – Rio de Janeiro), a partir de 22 de fevereiro de 2010, segunda-feira.

 

II) On line

1) Acessar o site www.tesouro.fazenda.gov.br;

2) Entrar nos links: SIAFI, Guia de Recolhimento da União e Impressão de GRU;

3) Gerar a GRU;

4) Pagar no Banco do Brasil

5) Enviar o comprovante através do e-mail: humberto@dphdm.mar.mil.br  ou pelo fax: (21) 2104-5492.

OBS.:

É obrigatório o preenchimento dos campos abaixo conforme indicado:

UG – 673006
Gestão – 00001
Código de Recolhimento – 28886-1
Número de Referência – 67900000000

CPF/CNPJ do comprador
NOME: do comprador
Valor Principal:
Valor Total: 40,00

NOTA: Para mais informações, acessar a categoria a direita “Dicas de leitura sobre Operações de Paz”.

Sérgio Carrera

Published in: on fevereiro 20, 2010 at 5:12 pm  Deixe um comentário  

Livro: “KOSOVO: A guerra dos covardes”

O jornalista Kennedy Alencar, que foi correspondente de guerra em Kosovo, descreve o drama do conflito – marcado pela covardia de todas as partes envolvidas – através do lado humano. A partir das histórias particulares de personagens notórios ou anônimos, como um taxista subitamante convocado para a guerra, Alencar monta um painel geral da tragédia. (Fonte: site www.submarino.com.br)

  • Editora: DBA
  • Autor: KENNEDY ALENCAR
  • ISBN: 8572341706
  • Origem: Nacional; Ano: 1999; Edição: 1; Número de páginas: 224
  •  

    NOTA: Acabei de comprar o livro e apenas comecei a leitura, que me parece ser interessante. Os comentários serão feitos oportunamente.

    Sérgio Carrera

    Published in: on fevereiro 16, 2010 at 10:39 pm  Deixe um comentário  

    DPHDM lança o livro “Brasil: 60 anos de Operações de Paz”

     Após um longo trabalho de elaboração, criação e pesquisa, o livro Brasil: 60 Anos de Operações de Paz foi lançado no dia 21 de dezembro em evento na Ilha Fiscal. De autoria do Embaixador do Brasil no Líbano, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura , a obra foi editada e publicada pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.

    O livro é uma homenagem àqueles que serviram em operações de manutenção da paz das Nações Unidas e retrata, numa coletânea fotográfica, a participação brasileira desde o fim da Segunda Guerra Mundial.

    A noite de autógrafos foi presidida pelo Embaixador Tarrisse e pela  DPHDM, que receberam muitos convidados entre autoridades civis e militares, a maioria ex-participantes das Operações de Paz citadas no livro.

    “A leitura deste livro é uma viagem através do tempo, por lugares maravilhosos, em momentos nem sempre agradáveis e onde se destaca a figura do ser humano profissional, técnico, dedicado, voluntarioso, criativo, herói e crente em um dos maiores valores da vida: a paz.

    Kleber Luciano de Assis

    Almirante-de-Esquadra”

    Fonte: Informativo Cultural da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.

    FOTOS DO EVENTO DE LANÇAMENTO DO LIVRO COM A PRESENÇA DO AUTOR EM NOITE DE AUTÓGRAFOS:

     

     

     

     

     

    Como comprar o Livro Brasil: 60 anos de Operações de Paz:

    1) Acessar o site www.tesouro.fazenda.gov.br;

    2) Entrar nos links: SIAFI, Guia de Recolhimento da União e Impressão de GRU;

    3) Gerar a GRU;

    4) Pagar no Banco do Brasil

    5) Enviar o comprovante através do e-mail: humberto@dphdm.mar.mil.br  ou pelo fax: (21) 2104-5492.

    OBS.:

    É obrigatório o preenchimento dos campos abaixo conforme indicado:

    UG – 673006
    Gestão – 00001
    Código de Recolhimento – 28886-1
    Número de Referência – 67900000000

    CPF/CNPJ do comprador
    NOME: do comprador
    Valor Principal:
    Valor Total: 40,00

    Published in: on fevereiro 5, 2010 at 12:01 am  Comments (4)  

    Marinha do Brasil comercializa livro sobre Operações de Paz

    A Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, responsável pela publicação do livo Brasil: 60 anos de Operações de Paz, do Embaixador Paulo Roberto Tarrisse da Fontoura, disponibiliza em seu site a comercialização da obra.

    Por ora, é a informação mais atualizada que temos.

    Sérgio Carrera

    Published in: on fevereiro 2, 2010 at 12:08 am  Deixe um comentário  

    Lançamento do Livro: “Brasil: 60 anos de Operações de Paz”, do Embaixador Paulo Tarrisse

    O novo livro do Exmo. Sr. Embaixador brasileiro no Líbano, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, entitulado “Brasil: 60 anos de Operações de Paz”, é mais uma obra imprescindível a todos aqueles que se interessam pelo tema. De maneira clara e objetiva, o autor comenta sobre as Missões de Paz e a participação brasileira em cada uma delas (até o ano de 2009).

    O livro conta ainda com várias fotos de policiais, militares e civis brasileiros que intregraram as mais diversas Operações de Paz ao longo das seis décadas.

    Leitura agradável, interessante e extremamente recomendável!

    O livro foi publicado pela Marinha do Brasil, contudo, não sei ainda onde (nem como) será comercializado. Assim que souber, informarei a todos.

    Sérgio Carrera

    Published in: on janeiro 31, 2010 at 1:10 am  Comments (5)  

    Livro: “Uma Missão de Paz na Africa”

    africa

    Sinopse

    O autor fornece um verdadeiro roteiro da arte de comandar no período de 13 de fevereiro de 1993 a 13 de fevereiro de 1994, quando comandou a Força Militar de Operação de Paz da ONU em Moçambique (ONUMOZ). Teve sob suas ordens efetivos de várias nacionalidades com a missão de levar a paz a uma nação devastada pela guerra civil. Descreve com precisão intervenções que se fizeram necessárias nas diferentes áreas de atuação de seus comandados e conclui citando ensinamentos de emprego de tropa em situação de controle de conflitos e oferece elementos para posterior pesquisa sobre o assunto a militares e pesquisadores.

    Published in: on novembro 7, 2009 at 4:35 am  Deixe um comentário  

    Lançamento da Revista DEFESA LATINA: Terra, Mar e Ar

    REVISTA DEFESA LATINA

     
    “DEFESA LATINA
    Terra Mar e Ar

    A Editora de Cultura atua no mercado nacional há mais de 30 anos, estando consolidada na área de livros, com autores consagrados e
    novos talentos em seu catálogo. Foi o encontro com um desses escritores que nos levou à comichão de fazer uma revista – para mim, um retorno às origens acalentado, mas sempre adiado. Com Cosme Degenar Drumond, jornalista com grande experiência no setor de
    defesa e incansável estudioso das matérias correlatas, tivemos oportunidade de amadurecer a idéia entre as edições de Asas do Brasil
    (2004) e Santos-Dumont, novas revelações (2009). Acontece que idéia não faz revista, como sabemos os profissionais da
    área. É do convívio com as fontes e com o público que o projeto, um patinho feio, se tornará de fato um cisne ou acabará naufragando.
    Nossa intenção é produzir uma publicação ágil, séria, bonita, aberta a inovações e interessada na área de defesa sobretudo como fonte
    geradora de riqueza e tecnologia para o país. Sem perder de vista o papel estratégico do Brasil como exportador de paz e de concórdia.
    Queremos ainda observar a trajetória da indústria nacional e, na medida do possível, contribuir para a geração de negócios, falando
    com tomadores de decisão da América Latina em nível de autoridades e de empreendedores. Aprovado o projeto e escolhido o título da revista (que consideramos um achado, sem modéstia alguma!), passamos a trabalhar na sua viabilização. Nesta oportunidade, queremos agradecer a todos, em especial às empresas que acreditaram em nosso projeto, participando desta primeira edição, e às nossas autoridades do setor, pelo estímulo que recebemos – inaugurando com pompa e circunstância nossa seção de correspondências.
    Esperamos agradar em forma e conteúdo e ficamos no aguardo de sua manifestação. Sem isso, como produzir um número melhor
    neste semestre?
    Boa leitura.
    Mirian Paglia Costa, editora”

    FONTE: http://www.editoradecultura.com.br/blog/defesa-latina/df1/ 

    Na primeira edição da Revista, existe alguns artigos sobre Operações de Paz, inclusive o:

     “A importância das missões de paz da ONU – forças do Brasil trabalham pela paz sob a bandeira das Nações Unidas”, do João Lins de Albuquerque.

    Published in: on novembro 6, 2009 at 4:53 am  Comments (1)  

    Livro “O Brasil nas Operações de Paz das Nações Unidas” do Embaixador Afonso Sena.

    capa_o-brasil-nas-operacoes-de-paz-das-nacoes-unidas

    Livro: O Brasil nas Operações de Paz das Nações Unidas.

    Sinopse:

    De leitura rápida e bem objetiva, o Embaixador Afonso José Sena Cardoso aborda os principais conceitos e características das Operações de Paz da ONU. Leitura recomendável.

    Sérgio Carrera

    Published in: on novembro 4, 2009 at 11:03 pm  Deixe um comentário  

    Livro “O Brasil e as Operações de Manutenção de Paz das Nações Unidas”, do Embaixador Paulo Tarrisse

    O BRASIL E AS OP DE MANUTENÇÃO DE PAZ DA ONU - TARRISSELivro: O Brasil e as Operações de Manutenção de Paz das Nações Unidas

    Sinopse:

    As Operações de paz são a face mais visível das atividades das Nações Unidas em prol da paz e segurança internacionais. Com base na experiência angariada desde 1992, o autor faz uma apresentação abrangente sobre os atores que interagem no Brasil para determinar a participação brasileira nessas operações.

    Com: Este livro é um clássico e de leitura obrigatória a todos aqueles interessados em temas de Operações de Paz. O Embaixador Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, atualmente chefe da Missão Diplomática brasileira no Líbano, apresenta, sob as mais diversas perspectivas, um raio-x das Missões de Paz da ONU, .

    Sérgio Carrera

     

    Published in: on novembro 3, 2009 at 9:29 pm  Deixe um comentário  

    O homem que queria salvar o mundo (Dicas de Leitura)

    O homem que queria salvar o mundoSinopse:

    “Sérgio Vieira de Mello foi um dos mais corajosos e carismáticos diplomatas de sua geração. Carioca, viu-se obrigado a viver fora do país a partir dos dezessete anos de idade, quando seu pai, também diplomata, foi punido pelo regime militar brasileiro. Muito jovem, tornou-se funcionário da Organização das Nações Unidas, com cujos ideais sempre teve grande afinidade. Diferentemente da maioria de seus colegas com formação universitária e aspirações intelectuais, preferia ir ao campo de ação em vez de exercer cargos burocráticos em Nova York. Esse personagem, já descrito como uma mistura de James Bond com Bobby Kennedy, é analisado nesta biografia de Samantha Power.”

    Este livro é uma aula sobre os bastidores da ONU e das Operações de Paz vividas  por Vieira de Mello.

    Leitura fácil, envolvente e altamente recomendável.

    Published in: on outubro 28, 2009 at 1:18 am  Comments (1)