Major PMPA Bassalo em operação no Haiti

O Major Fabrício Bassalo, veterano boina azul da MINUSTAH (Haiti), completa hoje 4 décadas de vida, sendo 20 anos dedicados a Polícia Militar do Pará (PMPA) e a sociedade.

A foto abaixo mostra a atuação do então Capitão Bassalo durante as manifestações estudantis de junho de 2009, em Porto Príncipe (PaP), capital do Haiti, devido ao anúncio do governo haitiano de corte na verba da educação.

  bassalo-haiti

Foto: O então Capitão Bassalo e o Capitão SA’ED Al Maitah, Comandante da SWAT da Jordânia.

Segundo o peacekeeper, “Nesse dia especificamente, uma guarnição UNPOL[1] da Comissaria do centro de PaP estava em patrulha sem a presença da FPU[2], sendo cercada na área das universidades (por trás do Palácio Nacional).”

Na condição de Coordenador das Tropas de Choque da Polícia da ONU (UNPOL Crowd Control Coordinator) na MINUSTAH, o Capitão Bassalo seguiu liderando comboio de choque para resgatar os policiais internacionais cercados e ameaçados pelos manifestantes. Nessa operação, encontravam-se a seu comando: 1 Pelotão de Choque e 1 time tático (SWAT) da Polícia Real da Jordânia.

Atualmente, o Major Fabrício Silva Bassalo é o Diretor de Operações da Casa Militar do Estado do Pará.

Ao sempre atuante oficial, os votos de saúde e paz!

[1] UNPOL: United Nations Police. Componente policial de uma missão de paz ou nomenclatura usada também para os policiais internacionais que integram uma missão.

[2] FPU: Formed Police Unit (Unidade/Batalhão/Companhia de Polícia de Choque/CDC)

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Published in: on abril 23, 2015 at 2:00 am  Deixe um comentário  

Veterano da MINUSTAH é promovido a Coronel no Pará

Foi promovido, no último dia 21 de abril de 2012, ao  posto de Coronel da Polícia Militar do Pará, o Sr. José vicente Braga da Silva, atual Vice-Chefe da Casa Militar do Governo do Pará.

O então Major Braga foi Chefe do Contingente Policial Militar Brasileiro na Missão das Nações Unidas pela Estabilização do Haiti – MINUSTAH, entre os anos de 2006 e 2007, tendo desempenhado importante trabalho no monitoramento da Polícia Nacional do Haiti – PNH especificamente na área de trânsito, tendo sido nomeado chefe da Seção de Monitoramento de Trânsito da Polícia da ONU (UNPOL) na MINUSTAH.

Fluente nos idiomas inglês e francês, se destacou e bem representou a Polícia Militar brasileira, a PMPA, o seu Estado e o Brasil durante o período que esteve no Haiti.

Ao Coronel Braga os votos de sucesso no último posto da carreira!!!

Abraço do seus amigos de contingente e demais  UNPOL brasileiros.

Sérgio Carrera

Published in: on abril 23, 2012 at 5:56 pm  Comments (1)  

Boina Azul assume função de Ajudante de Ordem no Governo do Pará

O Capitão PMPA Fabrício Bassalo assumiu a função de Ajudante de Ordem no Governo do Pará. Policial militar veterano da MINUSTAH (Haiti), trabalhou na Unidade de Controle de Distúrbio Civil (Crowd Control Unit) da Direção de Operações da UNPOL.

Ao boina azul, os votos de sucesso na nova função.

Cap Bassalo (a direita) durante Operação Policial em Porto Príncipe, capital do Haiti.

Published in: on fevereiro 2, 2011 at 1:31 am  Comments (3)  

Tenente Coronel Braga assume SubChefia da Casa Militar no Pará

“Agora à tarde recebi e-mail do Capitão Bassalo, da Polícia Militar do Estado do Pará, veterano da MINUSTAH, informando que outro veterano também da MINUSTAH assumiu função de destaque na Casa Militar do Governo do Pará. Trata-se do Ten Cel Braga (na foto acima durante cerimônia do nosso Medal Parade em outubro de 2007), o qual foi meu Contingent Commander e Chefe de Unidade (Traffic and Circulation Unit) durante o segundo semestre de 2007 em Porto Príncipe. É com grande satisfação que recebo esta notícia e, com certeza, todos que o conhecem partilham do mesmo sentimento.
Abaixo transcrevo a informação do Capitão Bassalo:
O Ten Cel José Vicente Braga veterano da MINUSTAH(Contingente 2007/2008) foi nomeado Sub Chefe da Casa Militar do Governo do Estado do Pará. Oficial disciplinado e competente com currículo extenso, ainda consta como aprovado(nos dois idiomas: inglês/francês) no Banco de dados do COTER para cumprimento de missões de paz, nos exames prestado em Manaus no final de agosto do Ano passado, e ainda concorrendo a vaga de Oficial de doutrina policial da ONU em Brindisi na Itália.”
Na verdade o Ten Cel Braga está retornando para a Casa Militar do governo do Pará, de onde saiu para integrar a Missão de Paz da ONU no Haiti no período de dezembro de 2006 à dezembro de 2007.
Parabéns ao grande Comandante do Contingente 2007/2008 da MINUSTAH!
Postado por Cap Marco às 10:09″
Fonte: Blog UNPOLICE.
Published in: on janeiro 7, 2011 at 8:05 pm  Comments (2)  

Brasil tem recorde de policiais em missões de paz

Policiais_peacekeeping_Carr.jpg

Trinta e um fardados, e entre eles, três mulheres. Nenhum deles é militar, mas todos são membros de missões de paz das Nações Unidas. Eles representam um número recorde de policiais enviados pelo Brasil para fazer parte de operações de paz da ONU fora do país em 2010 e vêm de várias partes do país: São Paulo, Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas, Bahia e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal.“Desde os anos 90 que o Brasil não enviava tantos policiais para fazerem parte de missões da ONU. Este momento é muito importante”, diz Eduarda Hamann, sub-coordenadora de Operações de Paz do Viva Rio. Especialista em Relações Internacionais, ela publicou recentemente um estudo sobre a participação latino-americana em missões de paz das Nações Unidas e acredita que a atual conjuntura pode significar que o Brasil está interessado em assumir um papel de liderança crescente nesta área.

Os policiais começaram a ser integrados às missões de paz das Nações Unidas na década de 1970, mas sua presença só cresceu em número mesmo partir dos anos 1990. “Há 30 anos, ser enviado em tropas da ONU para missões de paz significava proteger zonas neutras em áreas de conflito. Mas após as tragédias na Somália, Ruanda e Bósnia, a ONU começou a reconhecer a natureza dos problemas de segurança de outra forma. Hoje, suas missões em zonas de conflito também dão apoio a processos eleitorais, conferem estabilidade, defendem a garantia dos direitos humanos e treinam forças policiais locais”, enumera Eduarda. Para ela, essas novas funções abriram espaço para a entrada de policiais.

Tropas latino-americanas: crescimento de 999% em 10 anos

“Houve um crescimento exponencial na atuação brasileira em missões de paz”, diz Eduarda. Ela conta que isso aconteceu após o salto no número de militares brasileiros distribuídos em missões da ONU na metade de 2004 – hoje, em 2010, tanto o número de militares quanto o de policiais dobrou.

Policiais_peacekeeping_2Car.jpgA participação de novos brasileiros faz parte de uma onda latino-americana de contribuições para missões da ONU durante os últimos dez anos – principalmente se for comparada ao resto do mundo. O número de militares de todo o mundo na ONU cresceu 283% e a região que mais participou deste foi a América Latina – com um crescimento de 999% das tropas militares (de 753 para 7.523 militares).

Enquanto isso, a contribuição do resto do mundo cresceu em torno de 265%. “Naturalmente, espera-se um papel cada vez mais importante da América Latina nas missões futuras. A ONU tem pedido ao Brasil para aumentar seu contingente de policiais durante os últimos dois anos”, diz Eduarda.

A maioria dos governos dos países latino-americanos não inclui a distribuição de policiais ou de unidades policiais em sua política internacional. Eduarda atribui isso a vários fatores, entre eles os problemas internos de segurança que cada país atravessa, a falta de vontade de política, a falta de apoio da opinião pública. No caso do Brasil, a opinião pública nacional ficou sensibilizada pela participação do país na missão de estabilização do Haiti (Minustah) no contexto do terremoto que devastou o país em janeiro de 2010.

“O ano de 2010 foi muito especial para o Brasil. Desde o terremoto, o país dobrou o número de militares no Haiti. O ano também marcou o crescimento no número de policiais brasileiros enviados para outras missões fora do país”, conta Eduarda. Nos últimos dez anos, o Brasil nunca havia tido mais de 19 policiais em missões de paz.

Dos 33 policiais atualmente fora do Brasil, o contingente mais significativo está no Timor Leste, com 20 oficiais. Por outro lado, a missão de paz cuja brasileira é mais conhecida hoje, a Minustah, no Haiti, conta com quatro policiais. Mas Eduarda lembra que este número deve crescer. Outros cinco policiais brasileiros estão em Guiné-Bissau e mais dois no Sudão.

“A razão pela qual temos tantos policiais no Timor Leste é que a missão de paz neste país está chegando ao fim em 2012, por isso foi dada prioridade aos oficiais que falassem português”, conta o capitão da Polícia Militar do Distrito Federal Sérgio Carrera (foto acima, de farda azul). Ele levou a sério o envolvimento da polícia com missões de paz: em 2007, foi enviado ao Haiti e, desde então, se tornou professor, preparando futuros oficiais para também atuarem em missões internacionais. Ele coordenou um curso de observação policial em missões de paz da ONU e atualiza o blog Missão de Paz do site da Divisão de Polícia da ONU (UNPOL).

Assim como todos os oficiais brasileiros das polícias militares, os policiais que estão no Timor Leste tiveram que passar por provas de inglês, testes de tiro de arma curta e de direção de veículos de tração 4×4. “O português não é um idioma oficial da ONU, mas no caso do Timor Leste, a proficiência na língua local foi muito útil para ajudar na emancipação da força de polícia local”, afirma Carrera.

Carrera aponta o quanto as missões mudaram desde suas primeiras experiências na década de 1990. “Quando começaram, os policiais só participavam em missões desarmadas, como observadores. Hoje, dependendo da duração do mandato, as coisas são um pouco diferentes. Como policiais da ONU, podemos agir diretamente nas ações policiais, como no Brasil. Nós lideramos intervenções policiais, fazemos prisões, atuamos em greves de trabalhadores e estamos no coração dos confrontos. Também temos o papel de reformar as forças policiais locais e até mesmo os sistemas de justiça criminal. No geral, temos uma participação mais ativa, se comparados aos anos 1990”, compara.

Experiências além-mar

Para os policiais brasileiros – a maioria homens, mas também algumas mulheres – que incluíram a insígnia da ONU à bandeira do Brasil e às suas próprias fardas, ir trabalhar fora do país significa uma grande mudança de vida. “Você passa a enxergar as coisas de uma perspectiva diferente. Algo muito importante que se percebe é que você aprende a valorizar sua experiência e o papel do policial, de uma forma de não conseguia ver antes de ser enviado para fora de seu próprio país”, diz Carrera.

Os policiais permanecem nas missões por períodos mais longos. Enquanto um militar fica normalmente por seis meses, um policial fica no país estrangeiro um ano inteiro. Embora não percam suas patentes, eles se adequam à hierarquia da missão. Ou seja, um major brasileiro pode ter que responder à um capitão de um outro país, por exemplo.

Brasileiros como ‘doutores de guerra’

fabricio_bassaloTOPO_0.jpgOs policiais brasileiros afirmam que são sempre bem recebidos nas missões de paz, tanto pelos oficiais locais e de outros países. “Há vários pontos que conspiram para o nosso sucesso em missões de paz”, afirma o capitão Fabrício Silva Bassalo (foto), da Polícia Militar do Pará, que esteve no Haiti em 2009 e voltou para o Brasil na véspera do terremoto. “Somos treinados em muitos tipos de atividades policiais, por isso somos versáteis. Nosso treinamento nos prepara para montar a cavalo, controlar multidões, fazer policiamento comunitário e, se necessário, fazer parte de missões periogosas”, completa.

“A ONU respeita os policiais brasileiros. Um dos meus superiores já me disse que policiais são como ‘doutores de guerra’, estão sempre prontos para qualquer coisa. Há situações para as quais estamos preparados, como as operações que fizemos em Cité Soleil, no Haiti, com ambientes urbanos realmente difíceis, de grande pobreza e péssimas condições sanitárias”, explica o capitão Bassalo.

As missões policiais incluem policiamento, investigação, recursos humanos, logística, planejamento, trânsito, segurança, treinamento, inteligência e preparação de orçamentos, entre outras funções. Algumas vezes, segundo Bassalo, a UNPOL pode ser chamada para trabalhar na estruturação de órgãos de segurança pública e do Sistema de Justiça Criminal, como a Promotoria da Guatemala ou o Sistema Judiciário de El Salvador.

“Os policiais brasileiros tendem a ser bons para responder a vários tipos de hierarquia, eles falam com pessoas nas ruas e com oficiais da ONU, isso ajuda bastante”, diz Bassalo. Já o capitão Sergio Carrera que, diferente dos militares, os policiais tendem a fazer mais contato com os habitantes dos locais onde se instalam as missões. Eles vivem junto à comunidade, alugam casas e apartamentos, fazem compras no mercado e cortam cabelo, por exemplo. “A partir do momento em que estes policiais passam a fazer parte da rotina da cidade, isso os ajuda a estar mais perto da vida local”, diz Carrera.

Os policiais brasileiros também destacam o impacto da experiência de retornar para o Brasil. Eles voltam a olhar para sua profissão. Bassalo foi enviado para o Haiti em 2009 para coordenar tropas de choque. De volta ao Brasil, ele diz que a experiência com a ONU o convenceu sobre a necessidade de melhorar a polícia brasileira. “Precisamos gastar menos tempo nos batalhões, temos que quebrar o paradigma dos quartéis, repensando nossa vocação militar. Precisamos sair deste isolamento para nos voltarmos mais para a comunidade, levantando a bandeira dos direitos humanos e nos integrando à sociedade”, defende o capitão.

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Ele afirma ainda que os policiais brasileiros, quando retornam ao seu país, tendem a aceitar facilmente um estereótipo negativo vindo de sua própria força policial. “Ainda precisamos abrir nossas mentes e entender que os policiais que foram para missões de paz não fizeram isso para ter um ganho pessoal. Precisamos ver o que há de bom em nossa própria polícia e ainda no que consiste um bom policiamento”, reflete.

O tenente-coronel Valdemir Gomes dos Santos (foto), da Polícia Militar do Distrito Federal, acredita que o interesse dos policiais brasileiros em participar de missões de paz tem crescido. Ele, que ensina em um curso de operações de paz para policiais, faz parte da polícia brasileira que mais enviou oficiais para fora do país este ano. Apesar disso, gostaria de ver um crescimento maior.

“Acho que ainda estamos crescendo abaixo da expectativa. Muitos países com uma expressão muito menor na política internacional enviaram contingentes muito maiores que nós para as missões da ONU. Quando eu estive no Sudão, em 2008, houve uma grande surpresa por parte dos colegas de outros países quando souberam que éramos somente três policiais do Brasil. As pessoas simplesmente não conseguem entender porque somos tão poucos”. Se a tendência apontada por Eduarda Hamann continuar, isso está prestes a mudar.

Fonte: Comunidad Segura.

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    Published in: on novembro 18, 2010 at 2:04 pm  Comments (1)  

    Oficial da PMPA consegue feito de destaque (ago 2010)

    O TC José Vicente Braga da Silva, da Polícia Militar do Pará, veterano da MINUSTAH (2006/2007), no último processo seletivo em agosto de 2010, consegueu feito de destaque, ao ser aprovado em ambas as provas de proficiência dos idiomas oficais da ONU, inglês e francês. Não se tem notícia de que algum PM brasileiro tenha conseguido tal feito (fato que merece ser melhor pesquisado). De toda forma, é motivo de orgulho a todos os veteranos e PMs brasileiros poder contar com a intelectualidade do policial militar paraense, que honra mais uma vez a sua Corporação, seu Estado e se coloca como referência no país!

    Ao nobre veterano, os justos votos de parabéns pela importante conquista, pois todos nós sabemos das dificuldades em ser aprovados nos processos seletivos impostos ao PMs brasileiros.

    Abs,

    Sérgio Carrera

    Published in: on setembro 18, 2010 at 4:32 am  Comments (2)  

    Boas novas do Haiti

    Recentemente, recebi email do Capitão PMPA Bassalo (veterano do Haiti) relatando conversa que teve com o Capitão PMAM Algenor, que serve atualmente no Haiti.

    Principais pontos:

    – No mês passado, o Chefe da IGPM esteve no Haiti, e teve uma reunião com os PMs. Está sendo “alinhavada” a decisão de enviar mais Policiais Militares à MINUSTAH para funções de Comando dentro do PILLAR I (operações);

    –  Inicialmente, serão priorizadas vagas para Oficiais Superiores (de preferência Major PM);

    – O Police Commissioner da MINUSTAH afirmou que poderá solicitar através do DPKO ao Governo Brasileiro Oficias que já tenham servido no Haiti;

    – Um Oficial (Tenente) da PMPR deve chegar agora no mês de junho;

    – O Algenor assume agora em junho o comando da unidade de operações da MINUSTAH (antiga HNP COORDINATION, atual JOINT OPERATIONS UNIT) e que o Governo Brasileiro concedeu a ele mais uma extensão, agora seu novo EOM é 09 de janeiro de 2011(DOIS ANOS DE MISSÃO!!!!!).

    Boas novidades!!!

    Sérgio Carrera

    Published in: on junho 2, 2010 at 10:06 pm  Comments (6)  

    Oficiais PM regressam poucos dias antes do desastre

    Devido a grande quantidade de solicitações, informo que o Capitão Bassalo, Polícia Miltiar do Pará, e o 1 Tenente Heberton, da Polícia Miltiar do Distrito Federal, regressaram, por término de Missão no Haiti, poucos dias antes do desastre e já estão no Brasil e em suas casas, com saúde e salvos.

    Sérgio Carrera

    Published in: on janeiro 14, 2010 at 3:44 pm  Deixe um comentário  

    Fim de Missão para 03 oficiais policiais militares no Haiti

    É com grande prazer que hoje, dia 09 de janeiro de 2010, após 12 meses, informo o fim de missão (end of mission) dos 3 nobres oficiais policiais militares que representaram o Brasil na Polícia da ONU (UNPOL) na MINUSTAH, no Haiti.

    Os nobres policiais militares dedicaram 1 ano de suas vidas em prol de uma sociedade mais necessitada, vivenciando, com certeza, uma experiência profissional e pessoal, na maioria das vezes enriquecedora, mesmo qeu talvez somente após alguns meses ou anos, o indivíduo venha a se conscientizar dessas questões.

    Que todos tenham uma boa viagem de volta ao seio familiar, pois com certeza essa é também parte da Missão, o retorno.

    Que a readaptação seja fácil e sem problemas!

    Saibam quem todos sentimos orgulhos de vocês!

    Parabéns, ilustres boinas azuis!

    Ao Capitão PMAM Algenor, Capitão PMPA Bassalo e ao 1 Tenente PMDF Heberton o nosso reconhecimento.

    Sérgio Carrera

    Published in: on janeiro 9, 2010 at 5:15 am  Comments (1)  

    30 dias para ‘Fim de Missão’ dos policiais militares brasileiros na Missão de Paz da ONU no Haiti

    Conforme Ofício datado de 05 de dezembro de 2009, está previsto para o dia 09 de janeiro de 2010, o End of Mission (Fim de Missão) dos três Oficiais brasileiros que estão na Missão de Paz da ONU no Haiti (MINUSTAH), momento onde o Cap Algenor (PMAM), Cap Bassalo (PMPA) e 1 Ten Heberton (PMDF) poderão regressar ao lar.

    E acreditem, até hoje o quarto policiail militar, que deveria ter substituído o Oficial da PMBA desde julho, ainda não chegou em Porto Príncipe.

    Espero que o 1 Ten Couto, da PMPE, consiga chegar antes do dia 09 de janeiro e vamos torcer para que os 3 substitutos não tardem a se apresentar no Haiti…

    Parabéns! O End of Mission é sempre um momento único!

    Sérgio Carrera

    Published in: on dezembro 10, 2009 at 11:37 pm  Comments (2)  

    OPERAÇÃO “ANACONDA”, comandada por policiais militares brasileiros, destroi mais de 12.000 PÉS de maconha no Haiti

    Operação planejada e comandada pelos 3 Oficiais PM Brasileiros, atualmente servindo na MINUSTAH-HAITI, CAP PMPA Fabricio Bassalo, CAP PMAM Algenor Filho e 1º TEN PMDF Davis Heberton, conseguiu aplicar um duro golpe no trafico internacional de entorpecentes. A operação denominada “Anaconda”, ocorreu em GRAND DESALINE, regiao de Saint Marc area litoranea/rural do Haiti, a qual, identificou e destruiu mais de doze mil pés de maconha prontos para a colheita, bem como 150 kilos da droga pronta para comercialização e consumo no mercado internacional. A Operação teve o Comando e planejamento de informações realizados pelo Cap PMAM Algenor filho, o qual contou com o apoio técnico (INTELIGÊNCIA) de um agente do departamento anti-drogas dos EUA (DEA). Após a fase inicial, o Cap Fabricio Bassalo planejou o emprego das tropas de FPU (Formed Police Unit) no terreno; e o Ten PMDF Heberton, atuou no emprego conjunto dos times de SWAT (HNPSWAT e JORDAN SWAT). Contando com um efetivo total de 130 Policiais da MINUSTAH e PNH (POLICE NATIONAL D’HAITI), a operação deu um “prejuizo” de 1,8 milhoes de dolares aos traficantes segundo calculos do DEA, uma vez que o destino da droga era abastecer o mercado americano onde a droga tem um alto custo. Nenhum suspeito foi preso, pois fontes deram conta que os traficantes receberam uma contra informação sobre a operação, dando tempo apenas para que eles não estivessem mais no local após início da operação. A 2ª fase da operação será a de efetuar a prisão da quadrilha, quase todos já identificados como Haitianos de cidadania Norte America, com livre trânsito para os EUA. (agosto/2009)

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    Published in: on agosto 30, 2009 at 10:44 pm  Deixe um comentário  

    Capitão PMPA Bassalo e colega UNPOL no Haiti (2009)

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    Published in: on julho 12, 2009 at 3:31 am  Comments (3)  

    Oficial da PMPA é indicado para compor efetivo da ONU no Sudão

    O Major Cesar Mello, da Polícia Militar do Estado do Pará, foi recentemente convocado pelo Comando de Operações Terrestres (COTER) do Exército Brasileiro para compor efetivo policial militar brasileiro na Missão de Paz da ONU no Sudão.

    O Oficial agora aguarda a autorização do Comando-Geral da PMPA e da Governadora do Estado do Pará para o seu embarque!

    Parabéns a Polícia Militar do Estado do Pará (PMPA) e ao Governo do Pará pela indicação de mais um Oficial paraense que representará a nação brasileira em área de conflito internacional. Como membro da ONU, o Major Cesar Mello promoverá segurança e auxiliará na promoção da paz no mundo.

    02 de julho de 2009.

    Published in: on julho 2, 2009 at 9:20 pm  Comments (1)  

    Policiais militares brasileiros coordenam emprego de tropas de choque durante manifestações em Porto Príncipe, Haiti (junho de 2009)

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    Foto: Capitão PMPA Bassalo (a direita) na coordenação das Tropas de Choque da ONU durante as manifestações em Porto Príncipe/Haiti.

    “Nos dias 08, 09 e 10 de junho estudantes Universitários, fizeram manifestações na  área do Palácio Nacional na Capital do Haiti- Porto Príncipe, com o objetivo de pressionar o Governo a assinar uma Lei que daria maior orçamento para Educação, porém é de conhecimento da comunidade internacional, que as manifestações vem sendo apoiadas pelo Partido radical “LAVALAS”, que na verdade pretende instalar no País um clima de instabilidade para a não realização do segundo turno das eleições para senador, marcada para o dia 21 de junho agora. Na ultima semana a manifestação que supostamente era pacífica se tornou violenta, e as ruas do centro da capital viraram uma verdadeira praça de Guerra, com carros da Policia e do Ministério da Justiça queimados, prédios públicos depredados, tendo sido inclusive registrado um ataque a um Hospital público, após esse escalonamento da violência as tropas de Choque do País (CIMO) e da ONU(MINUSTAH) entraram em ação para conter a onda de violência.

        Após 04 dias de manifestação a situação se estabilizou, com um saldo de 25 Oficiais das Forças de Paz da Onu (FPU JORDANIA) feridos, 33 manifestantes presos veículos destruídos e prédios públicos depredados. Eu e o Cap Algenor do Amazonas fizemos parte do Comando da Operação que debelou os distúrbios na Capital.

    CAP PMPA BASSALO”

    Published in: on junho 28, 2009 at 10:26 am  Deixe um comentário  

    Capitão da PM paraense atua em operação no Haiti

    Nos dias 8 a 11/6 estudantes universitários fizeram diversas manifestações na área do Palácio Nacional, na Capital do Haiti, Porto Príncipe, com o objetivo de pressionar o governo a assinar uma lei para o aumento dos recursos referentes ao orçamento do setor da educação.

     haiti1[1]

    Na última semana, as manifestações se tornaram violentas e as ruas do centro da capital viraram uma verdadeira praça de guerra, com carros da polícia e do Ministério da Justiça queimados, prédios públicos depredados, tendo sido inclusive registrado um ataque a um hospital público.

     haiti2[1]

    De imediato, as tropas de Choque do país (CIMO) e da ONU (MINUSTAH) entraram em ação para conter a onda de violência. Após 4 dias de manifestações, a situação se estabilizou, com um saldo de vinte e cinco oficiais das Forças de Paz da ONU (FPU JORDÂNIA) feridos e trinta e três manifestantes presos. O capitão da Polícia Militar do Pará, Fabrício Bassalo, e o capitão Algenor Teixeira Filho, da Polícia Militar do Amazonas, estavam à frente do comando da operação que debelou os distúrbios naquela capital.

     FONTE: http://www.pm.pa.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=926&Itemid=1

    Published in: on junho 28, 2009 at 9:28 am  Comments (2)  

    Capitão Bassalo (PMPA) em patrulha nas favelas de Porto Príncipe (início de 2009)

    WARRIOR

    Published in: on junho 9, 2009 at 10:57 pm  Deixe um comentário  

    Uniforme UNPOL Brasil criado pelo Contingente MINUSTAH 06/07 continua usado pelos novos UNPOL

    O Contingente PM na MINUSTAH 2006/2007, composto pelo Major PMPA Braga, Capitão BMRS Marco Antonio, Capitão BMRS Freitas e 1 Tenente PMDF Sérgio Carrera, com o objetivo de padronizar o uniforme de seus membros, criou uma simples camisa modelo Polo, com um brasão da República e nome da Missão; no ombro esquerdo: A bandeira do Brasil acima e brasão da PM do policial militar; e, no ombro direito “UNPOL” e o brasão da ONU. Foi uma ótima idéia e que muito ajudou a “uniformidade” dos policiais.

    A camisa era usada no dia a dia (ou o uniforme da Corporação). Vários países usam camisa polo.

    Em operações policiais, os oficiais utilizavam o camuflado urbano ou preto/operacional.

    Em solenidades, usavam a túnica de cada Corporação.

    Abaixo, modelo utilizado.  

    HPIM8329

    HPIM8331

    HPIM8332

    Published in: on junho 9, 2009 at 1:09 am  Comments (1)  

    Major Braga (PMPA) dá entrevista ao site Defesanet (04out2007)

    unpol_m[1]

    “Desconhecida da maioria dos brasileiros é a participação de um efetivo de policiais militares integrantes da United Nations Police (UNPOL), na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

    Esses policiais, criteriosamente selecionados realizam um trabalho de fundamental importância para a MINUSTAH, já que mantêm um contato muito estreito com a Polícia Nacional Haitiana (PNH).

    Acompanhe uma entrevista exclusiva com o Major José Vicente Braga da Silva, da Polícia Militar do Pará, chefe do contingente policial brasileiro.

    Defesa@Net – Quem são os policias que compõem o efetivo brasileiro na UNPOL?
    Major Braga –
    A previsão do efetivo policial brasileiro na MINUSTAH, conforme acordo estabelecido entre o Brasil e a ONU é de um total de 4 Policiais Militares, sendo eles atualmente: Major PMPA José Vicente Braga da Silva (Chefe de Contingente); Cap BMRS Marco Antonio dos Santos Morais ; Cap BMRS Ricardo Freitas da Silva e 1º Ten PMDF Sergio Carrera de Albuquerque Melo Neto. A duração da missão de cada policial militar brasileiro no Haiti é de 1 ano. Nossa data de chegada foi o dia 19 de dezembro de 2006, com exceção do Cap Marco que chegou em 23 jun 2007. Só um detalhe que não é muito divulgado: nós somos selecionados pelo Comando de Operações Terrestres (COTER), do Exército Brasileiro, através de provas de tiro, direção e língua estrangeira.

    Defesa@Net – Qual é o trabalho realizado por vocês no Haiti?
    Major Braga –
    Eu o Cap Marco trabalhamos na Traffic and Circulation Unit, unidade criada em jan 2007 para auxiliar e prover aconselhamento técnico à PNH (Policia Nacional do Haiti) a fim de implantar a sua Polícia de Trânsito, bem como mapear problemas de tráfego, produzindo posteriormente relatórios com sugestões de melhorias. Atualmente sou o TEAM LEADER e tenho em minha Unidade como colegas de trabalho policiais do Niger, Benin, Mali, Espanha, Sri Lanka, Rússia e dos Estados Unidos.

    O Cap Freitas e o Ten Sergio Carrera trabalham com destaque na Diretoria de Operações da UNPOL, desempenhando o planejamento, a coordenação e comando (incident commander) de varias operações policiais e conjuntas entre UNPOL (incluindo as equipes de SWAT e FPU – tropas de choque internacionais), PNH e Militares em Cité Soleil e Martissant, entre outras. O Cap Freitas assumiu interinamente a Diretoria de Operações no mês de agosto, nas férias do titular, um Coronel Francês. Na Diretoria de Operações trabalham policiais da França, Argentina, Espanha, Russia, Estados Unidos, Canadá, Niger, China, Paquistão, Nepal e Jordânia.

    Defesa@Net – Realizam trabalhos em conjunto com militares brasileiros e de outros países? Que tipo e como acontecem?
    Major Braga –
    Cada Unidade da UNPOL interage com os militares de acordo com a sua atividade. Na questão do trânsito realizamos várias operações com as Companhias de Engenharia do Brasil, do Chile e Equador, às quais são responsáveis por proporcionar a infra-estrutura viária ao Haiti , em conjunto com o Governo do país. Além disso, apoiarmos como unidade de ligação entre a PNH e os militares nas mais diversas operações, como check-points e visitas de autoridades a Porto Príncipe.

    No que tange à Diretoria de Operações estamos atuando como incident commander – somos responsáveis por planejar e comandar no terreno as operações especiais que envolvem efetivos como Formed Police Units, SWAT , Militares e Polícia Nacional do Haiti. Trabalhamos em coordenação com os comandantes regionais a fim de colher informações sobre a atuação de criminosos no em todo o país. Também, integramos a seção responsável por facilitar o contato da UNPOL com o comando da PNH e com outras entidades haitianas no que concerne a operações policiais (escoltas, eventos de grande vulto, transferência de presos e varredura de áreas de maior complexidade, etc ).

    Defesa@Net – Vocês integram um grupo de quase dois mil policiais de uma força multinacional. O que significa isso?
    Major Braga –
    A grande importância deste relacionamento é poder conhecer nossos limites e entender que o trabalho policial é difícil em todos os países. Percebemos claramente aqui no Haiti que o trabalho da polícia somente funciona com a participação da comunidade, não importa o país. Cada policial traz de seu país sua experiência profissional e cultural, fazendo com que a diversidade de conhecimentos policiais facilite a tomada de decisão nas mais diversas situações.

    Defesa@Net – Que experiência vocês trarão para suas policias quando terminaram a missão no Haiti?
    Major Braga –
    A interação com policiais de todos os continentes nos proporciona uma visão ampla das diferentes estratégias de combate a criminalidade aplicadas em seus países de origem, bem como nos proporciona passar a estes policiais a experiência da Policia Militar brasileira. Planejamento estratégico envolvendo diversos países exige muitos cuidados e, por isso, nos proporciona uma grande experiência profissional. Com o conhecimento e experiência adquiridos aqui no Haiti poderemos contribuir com os nossos comandos e auxiliar a comunidade no Brasil.

    Defesa@Net – Já se encontraram em alguma situação de perigo nessa missão? Já tiveram seu batismo de fogo?
    Major Braga –
    O policial militar brasileiro tem seu batismo de fogo ao ingressar na PM, pois a atividade policial é dinâmica e sempre perigosa, em qualquer lugar do mundo . Aqui trabalhamos em áreas que nos lembram alguns problemas e ocorrências vivenciadas pelas policias militares do Brasil. Devido a isso, podemos contribuir bastante com a Missão da ONU, face a nossa experiência no combate à criminalidade no Brasil.

    Defesa@Net – Com relação à criminalidade, quais são os problemas mais comuns enfrentados pela UNPOL? O que é necessário para que a situação se estabilize?
    Major Braga –
    Envolver cada vez mais a comunidade no combate a criminalidade é um grande desafio para o Haiti . A MINUSTAH está trabalhando para incrementar o policiamento ostensivo e de trânsito e apoiando a PNH a melhorar sua relação comunitária.

    Defesa@Net – Como armas e munição entravam no país e chegavam nas mãos das gangues?
    Major Braga –
    Não temos elementos suficientes para poder fazer qualquer afirmação sobre essas práticas, tal assunto não está em nosso nível de gerenciamento.

    Defesa@Net – Fale sobre o Haiti e sua relação com o narcotráfico?
    Major Braga
    -Também não temos elementos para falar sobre isso. Está fora do nosso nível de atribuições. Contudo, certamente todos os esforços vêm sendo feitos para coibir esse tipo de crime ou de qualquer outra natureza .

    Defesa@Net – Que equipamento de proteção pessoal cada um de vocês porta?
    Major Braga –
    Colete balístico e capacete são obrigatórios na missão. Esse material é fornecido pela ONU, mas o restante do equipamento (pistola, cinto de guarnição, bastão, algemas, munição) que utilizamos são oriundos das nossas Corporações PM e de cunho particular.

    Defesa@Net – Sobre o trabalho realizado no trânsito, a PNH está conseguindo colocar em prática o conhecimento passado por vocês?
    Major Braga –
    O policiamento de trânsito foi implantado em janeiro de 2007 no Haiti, com a formatura de policiais especificamente treinados para atuar no trânsito de Porto Príncipe. Assim, com base no mandato da ONU no Haiti, o DCPR (Département de Police Routière), Departamento de Polícia de Trânsito, vem recebendo orientação técnica e monitoramento oriundo da UNPOL através da Unidade de TRAFFIC AND CIRCULATION, cujo Team Leader sou eu e tendo como subcomandante o Cap Marco.

    É importante ressaltar que o Haiti vem apresentando sensível melhora na questão de segurança pública, fruto do trabalho da MINUSTAH , o que conduz a demandas sociais mais específicas, como o trânsito. Nesse sentido, a direção da PNH está cada vez mais consciente que o policiamento de trânsito é de suma importância para a paz social e sob nossa orientação vem conduzindo ações para a melhoria do trânsito em Porto Príncipe. Como exemplo disso, podemos citar que já foram instalados sinais de trânsito, faixas de pedestres e sinalização vertical em vários pontos da capital haitiana, coisa inimaginável a menos de um ano atrás.

    Essa articulação com a PNH e com o governo haitiano, incluindo as “Mairies”, espécie de prefeituras nos bairros de Porto-Príncipe, vem sendo obtido devido ao contato diário dos membros da unidade de trânsito com os policiais haitianos nas ruas. A UNPOL também reconheceu a importância do policiamento de trânsito, pois inicialmente éramos somente 4 UNPOLs na Unidade e agora somos 10, com previsão para 15 UNPOLs a serem incorporados à nossa unidade ainda no mês de outubro.

    Defesa@Net – Deixe uma mensagem sobre a importância do trabalho dos policiais brasileiros no Haiti.
    Major Braga –
    Realizar uma análise sobre a participação dos policiais militares brasileiros em Operações de Manutenção de Paz, mesmo que superficialmente, requer uma ampla visão contextual profissional, sob dois aspectos principais:
    1. A contribuição para com a Missão da ONU, e
    2. A contribuição levada às Corporações de origem quando do regresso ao Brasil.

    A experiência profissional dos oficiais das PMs, tão duramente criticada no Brasil, se sobressai e se destaca no exterior dado um conjunto de valores agregados que somente quando postos em cheque numa missão internacional é que se pode concluir acerca de seus aspectos positivos. A experiência multifuncional adquirida pelo oficial PM com o trabalho administrativo, na chefia de seções de planejamento e recursos humanos, presidindo inquéritos e presidindo licitações, somada às atividades próprias de policiamento ostensivo geral, sempre enfrentando situações reais nos mais diversos tipos de conflitos sociais, proporciona ao oficial brasileiro uma experiência ampla em distintas variantes da atividade policial.

    Tanto isso é verdade que na ocasião da entrevista a que nos submetemos no comando da UNPOL para a indicação da unidade em que iremos trabalhar, sempre perguntam em que tipo de policiamento possui alguma experiência, pois os policiais militares brasileiros sempre têm uma experiência mais ampla em quase todos os tipos de policiamento, fato que não é observado em policiais de outros países que, em sua grande maioria, possui experiência somente numa área de atuação. Essa experiência multifacetada dos brasileiros é valorizada nas missões de paz, visto que a tomada de decisões fica muito mais facilitada com essa visão ampla das atividades policiais.

    Outro fator importante para nossa atividade é a questão lingüística: todos os policiais do contingente brasileiro aqui falam inglês e francês, além de se comunicarem em espanhol. Isso é, sem sombra de dúvida, algo altamente valorizado em qualquer missão de paz. Fomos submetidos a um rigoroso processo seletivo realizado pelo Exército, onde fundamentalmente o conhecimento de língua estrangeira define os aprovados e os aptos para compor uma Missão de Paz. E concordamos que assim deve ser, pois a polícia tem que interagir com a comunidade e sem comunicação de qualidade isso é impossível.

    Tanto no monitoramento da PNH quanto na coordenação de operações e administração interna da Missão, o background trazido contribui sobremaneira para o cumprimento das funções de observador policial e bem representa o Estado Brasileiro no contexto mundial.

    Após quase 1 ano trabalhando com policiais e militares de mais de 40 paises, fazendo da pluralidade de línguas e culturas o seu cotidiano e onde as divergências sempre existentes impõem desafios constantes e difíceis de serem contornados, mas que jamais tiram a vontade de trabalhar por um objetivo comum à estabilização da sociedade haitiana, percebemos que mesmo nos piores lugares a criminalidade pode diminuir.

    Para nós, policiais militares, o Haiti apresenta muitas das mazelas com que lidamos todos os dias em nossos Estados de origem e isso nos faz acreditar mais ainda na importância do nosso trabalho e na importância do Brasil no mundo. Aqui, nosso país vem ajudando um país irmão da América a encontrar a paz. Temos certeza que o trabalho brasileiro nunca será esquecido no Haiti e muito nos orgulha saber que uma parte desse trabalho conta com a participação das Polícias Militares do Pará, do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul.

    Não poderia terminar sem antes enviar uma palavra de incentivo a todos os policiais militares que desejam participar de uma missão de paz: é uma experiência única, que merece ser vivida, apesar das enormes dificuldades.

    Aos colegas policiais militares boinas-azuis brasileiros no mundo todo, um forte abraço da paz!”

    Fonte: Site Defesanet

    Entrevista cedida ao reporter enviado especial ao Haiti Kaiser Konrad

    http://www.defesanet.com.br/missao/haiti_07_10.htm

    Published in: on maio 26, 2009 at 2:24 pm  Deixe um comentário  

    Policiais militares brasileiros monitoram policiais haitianos na Missão de Paz da ONU no Haiti (MINUSTAH)

    O então Major José Vicente Braga da Silva, da Polícia Militar do Estado do Pará, e o Capitão Marco Antonio, da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, conselheiros técnicos das Nações Unidas no Haiti e membros da Seção de Monitoramento da polícia de trânsito da Polícia Nacional do Haiti (PNH), orientam e aconselham policiais haitianos da área de trânsito. Porto Príncipe, 2007.

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    Published in: on maio 24, 2009 at 3:54 am  Deixe um comentário  

    Capitão Bassalo (PMPA) coordena ações das Tropas de Choque Internacionais (FPU) na MINUSTAH durante eleições 2009 no Haiti

    “No dia 19 de abril agora,ocorreu o primeiro turno para as eleições senatorias no Haiti, o Apoio às eleições no Haiti integrado aos elementos da MINUSTAH, da Polícia da ONU (UNPOL), Militares e integrantes do Governo Haitiano, proveu a segurança das eleições por ocasião desse primeiro turno. minha função específica foi promover a segurança da entrega e recobrimento dos materiais da eleiçoes nos centros de votação na Capital Porto prícipe, bem como prover a segurança das eleições durante o periodo de votação na capital, com as tropas de choque que atuam no País.

    O planejamento teve por objetivos, entre outros, garantir que o processo eleitoral seja conduzido em um ambiente seguro e estável, bem como permitir que as eleições aconteçam de forma transparente, ordeira e pacífica em todo o país. O primeiro turno ocorreu em 19 Abr 09 e, se for o caso, o segundo turno será em 07 Jun 09. O pleito contou com 1.477 locais de votação distribuídos em todo o país, dos quais 47 (TODOS DA CAPITAL PORTO PRÍNCIPE) ficaram sob responsabilidade da CROWD CONTROL UNIT

    ALWAYS REMEMBER: KNOWLEDG IS YOUR BEST EQUIPMENT.

    Fabricio Silva Bassalo- Captain PMPA UNP 03162

    CROWD CONTROL COORDINATOR-MINUSTAH”

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    Published in: on abril 21, 2009 at 12:31 am  Comments (2)  

    Capitão Bassalo (PMPA) assume coordenação e planejamento das Tropas de Choque na Missão de Paz da ONU no Haiti

    “Fui designado para uma nova missao aqui na MINUSTAH (HAITI), agora estou trabalhando na CROWD CONTROL UNIT, nossa missão é coordenar as FPUs (FORMED POLICE UNIT),  como o Choque no nosso pais, mas aqui com o formato  e doutrina de “choque ligeiro”como as tropas de  ROTAM ou PATAMO em outros estados.Somos responsáveis por 1.125 homens divididos nos seguintes contingentes: China, India, Paquistao, Nigeria, Nepal,Jordania e Senegal distribuidos em todo territorio do Haiti, minha responsabilidade na unidade e planejamento de operacoes, plano de rotacao das operacoes entre as FPUs e treinamento, nos dias dois e tres desse mes, realizei treinamento de municao nao letal com a tropa do Pasquitao, considero minha nova função um marco na minha carreira, pela confinça depositada ( de certa forma pela reputação deixada pelos outros brasileiros que passaram por aqui antes de nós) uma vez que estava carregando o nome do meu pais e da minha Policia. divido essa alegria e realizacao profissional com todos.

     
    Ps: remeto algumas fotos das instrucoes
    Ps: desculpe os erros e falta de acentuacao e que nao consegui configurar o teclado

    ALWAYS REMEMBER: KNOWLEDG IS YOUR BEST EQUIPMENT.
    Fabricio Silva Bassalo- Cap PMPA”
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    Published in: on abril 12, 2009 at 10:25 pm  Comments (2)  

    PMs brasileiros monitoram a Polícia Haitiana

    Abaixo, uma foto de 2007, onde o Major Braga, PMPA, e o Capitão Marco Antonio, BMRS, exercem as funções de Technical Adviser (Conselheiros Técnicos) no monitorameto do Trânsito no Haiti. Em focu, os oficiais orientam policiais haitianos lotados na Unidade de Trânsito, em Porto Príncipe. Esse período foi marcado pela instalação de semáforos (até 2006 haviam apenas 2 na Capital haitiana), faixas de pedestres e outras sinalizações. A unidade da PNH (Polícia Nacional do Haiti) responsável pelo trânsito foi aumentado e recebeu viaturas. Os policiais militares brasileiros desempenharam relevantes trabalhos na melhora da qualidade do caótico trânsito de Porto Príncipe. O Major Braga exerceu por vários meses a Chefia da Unidade de Monitoramento do Trânsito da UNPOL na MINUSTAH.

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    Published in: on março 30, 2009 at 1:55 pm  Comments (1)  

    Policiais militares brasileiros visitam Force Commander brasileiro no Haiti

    As fotos abaixo apresentam momentos bastantes distintos dos policiais militares brasileiros na Missão de Paz da ONU no Haiti.

    Na primeira foto, os membros do Componente Policial ( United Nations Police – UNPOL) da MINUSTAH visitam o General Brasileiro Elito, Force Commander/Chefe do Componente Militar no Haiti, no final de dezembro de 2006, poucos dias após a chegada do contingente à Porto Príncipe. O General Elito explicou um pouco sobre o trabalho que realizara no Haiti durante o ano de 2006.

    Na foto, o então major Braga (PMPA), o General Elito, o Cap Ricardo Freitas (BMRS) e o 1 Tenente Sérgio Carrera (PMDF):

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    Em janeiro de 2007 o General Elito foi substituído pelo General Santos Cruz. Durante todo o ano de 2007, o Gen. Santos Cruz foi sempre um exemplo de profissional e brasileiro na MINUSTAH realizando um trabalho de destaque no Haiti. Na área operacional, o Cap Ricardo Freitas e o 1 Tenente Sérgio Carrera, ambos classificados na Direção de Operações (DIROPS) da UNPOL, puderam trabalhar em operações conjuntas entre as forças militares, comandadas pelo Force Commander, e a Polícia da ONU (UNPOL) e a Polícia Nacional do Haiti (PNH).

    Na foto abaixo, os policiais militares fazem uma visita de despedida ao General Santos Cruz por ocasião do término do mandato na Missão de Paz no Haiti, em dezembro de 2007. (exceção ao Cap BMRS Marco Antonio, onde mandato foi de jul07 a julho08).

    Na foto, o 1 Tenente Sérgio Carrera (PMDF), o então Major Braga (PMPA), o General Santos Cruz, o Cap Marco Antonio (BMRS) e o Cap Ricardo Freitas (BMRS).

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    Published in: on março 3, 2009 at 1:45 am  Deixe um comentário  

    Policiais brasileiros assumem funções de destaque na Missão de Paz da ONU no Haiti

    ” Por aqui em Porto Príncipe – PAP, conseguimos a transferencia do Heberthon e do Bassalo para a SWAT e CROWD CONTROL, eu continuo no DIROPS no lugar do Major Agricio, fizemos duas grandes operações ultimamente, uma em Site Solei com cerca de 120 homens e outra em Bel Air com o mesmo quantitativo, na primeira usamos Swat da Jordania, FPU da Jordania e India, o objetivo da operação e a apreensão de membros de uma gang que haviam atirado em um americano dois dias atras, a missão foi um sucesso. Ja na segunda operação o objetivo era mais tranquilo, fizemos essa operação utilizando a FPU da Nigeria Swat local e o efetivo da Terceira Cia BRABAT a missão foi um sucesso, conseguimos fechar alguns pontos de droga e fazer a detenção de alguns elementos. Por aqui os brasileiros estão mantendo o padrão que aqui foi deixado pelos nossos antecessores, um abraço e muita luz para todos.

     Cap PMAM Algenor PMAM UNPOL 03164 MINUSTAH – HAITI
    VITORIA SOBRE A MORTE!!  FORÇA BRASIL!!“.
    Published in: on fevereiro 27, 2009 at 5:39 pm  Deixe um comentário  

    Capitão Bassalo (PMPA) relata primeiras impressões e experiências em solo haitiano. (jan09)

     

    “Meu amigo por aqui as novidades são as seguintes: tivemos que refazer de novo os mesmos testes que fizemos no COTER, pois a ONU não reconhece, uma vez que os mesmos não foram realizados por uma equipe da DPKO, outra novidade é que não somos mais “deployados” direto, temos que passar primeiro por uma espécie de “estágio” de três a quatro semanas, para depois seguirmos para onde nos encaixaram de acordo com os nossos perfis…Eu fui para patrol em CITÉ SOLEIL, o Heberton e o algenor para FORT NACIONALLE(BEL AIR) para trabalhar junto com a coy do BRABATT que existe lá…. Oq nos foi dito é que após esse período um de nós vai para DIROPS, e dois vão para POLICE ACADEMY, agora não sabemos quem vai para qual lugar. “

    Published in: on janeiro 27, 2009 at 4:17 pm  Deixe um comentário  

    Capitão Algenor (PMAM) manda primeiras notícias de Porto Príncipe, Capital do Haiti.(jan09)

    “Primeira semana de induction tudo tranquilo, inclusive já estamos habilitatdos pela ONU para dirigirmos no Haiti. Nosso induction foi tranquilo ressaltando apenas termos de refazer o teste de linguas sob o risco de sermos repatriados, sem stress, agora fomos locados provisoriamente na zono oeste de PAP, mas precisamente o Bassalo em Cite Solei e eu e o Heberthon em Bel Air, tidas aqui como os bairros mais violentos de PAP, Caveira! agora é so morder a faca e ir pra cima do inimigo.
     
      Um Abraço do Cap Algenor UNP 03164
    ‘VITORIA SOBRE A MORTE!! FORCA BRASI!!”
    Published in: on janeiro 27, 2009 at 4:13 pm  Deixe um comentário  

    Capitão da PM do Pará integra Força de Paz da ONU

     

    12/12/2008

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    Embarca neste sábado (13) para o Haiti, o capitão da Polícia Militar paraense Fabrício Silva Bassalo, 33 anos. Ele será um dos militares brasileiros que farão parte das Tropas de Paz das Organizações das Nações Unidas (ONU). O grande diferencial do capitão é que ele será o único policial militar do estado a fazer parte da tropa.

    As tropas da Força de Paz atuam de forma amigável e humanitária em situações de extremo risco, nas mais variadas regiões de conflito e guerra civil pelo mundo. O Haiti é um país que sofre pela fome, desigualdade social e exploração sexual infantil, questões de grande importância para ONU. Além de terem que aprender táticas de guerra e paz, conhecendo os mais diversos tipos de armamentos do mundo, os militares que integram as forças de paz atuam como verdadeiros agentes humanitários, psicólogos e diplomatas. São treinados para atuar como observadores das Nações Unidas.

    Para o capitão Bassalo “integrar uma tropa de paz da ONU sempre foi um sonho, que agora estou realizando”. Ele diz que tem pleno conhecimento do que irá encontrar pela frente nos próximos 12 meses. “Pessoas que sofrem todos os tipos de mazelas e necessidades, desde físicas até psicológicas. Mas tenho certeza de que irei fazer minha parte de forma digna e satisfatória. O diálogo e a compreensão serão minha principal arma. Um pouquinho de atenção muitas vezes faz uma enorme diferença”, ressaltou.

    Atuar em missões de paz da ONU requer um pouco mais de atenção àqueles que sofrem com guerras civis e conflitos religiosos do que com aqueles que a promovem. O militar precisa estar preparado para se adequar à realidade local seja cultural, religiosa e até de comportamento. O Haiti é um país bem diferente do nosso. Por isso precisamos ser compreensivos e entender ao máximo a identidade cultural, os valores e as características dos problemas do povo daquela região. E o militar brasileiro tem um jeitinho todo especial para lidar com questões que exigem um perfil pacificador”, finalizou o capitão Bassalo.

    Atualizado em ( 12/12/2008 )

    fonte: http://www.pm.pa.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=744&Itemid=1

     

    Published in: on dezembro 12, 2008 at 7:48 pm  Deixe um comentário  

    Discurso do Chefe do Contingente na outorga da Medalha da ONU “In the Service of Peace” aos policiais brasileiros – MINUSTAH 2007

     

    Bom dia a todos!!

    Monsieur ……

    Monsieur…….

     

    Pour cette occasion solennelle, le contingent policier brésilien a le plus grand honneur de recevoir la Médaille des Nations Unies “EN SERVICE DE LA PAIX”, afférente aux activités développées dans la Force de Paix en Haïti. Pour nous Brésiliens ce moment est d’une grande signification car notre pays contribue a la stabilisation d’Hatti avec l’effectif le plus important des troupes brésiliennes jusqu’ici envoyées dans une mission de paix.

    En effet, nous sommes représentés par 1.215 militaires et 04 policiers au sein de la MINUSTAH. Cet effort brésilien en Haïti a des racines dans les précédentes missions de paix, notamment à Saint Domingue (République Dominicaine) dans les années 1950 et dans le Canal de Suez (Egypt) durant les années 1960 où nous avons réalisé des performances pour le maintien de la paix dans ces régions. Aussi nous avons contribué de façon décisive dans la pacification et la création de l’Etat du Timor Oriental Est, nation qui cherchait l’indépendance et qui aujourd’hui encore a besoin d’aide pour sa pacification complète.

    Dans cette perspective, le Gouvernement Brésilien ne pourrait pas s’empêcher  d’aider Haïti, un pays frère qui a une profonde identité culturelle et affective avec le Brésil. En réalité chaque brésilien en mission dans la MINUSTAH retrouve un peu du Brésil dans la nourriture haïtienne, dans la musique et dans l’amour par le football.

    Nous sommes heureux de relever que l’armée de notre pays assure depuis 2004 le commandement de toutes les forces militaires. Actuellement le Général Carlos Alberto Santos Cruz est le Commandant en Chef des Forces Militaires chargés de garantir la sécurité en Haïti et est indéniable que la participation brésilienne, spécialement dans Port au Prince, est indispensable pour la stabilisation en Haïti.

    Le contingent policier est bien intégré dans le corps d’UNPOL et les policiers brésiliens développent avec détermination et professionnalisme les activités d’opérations sécuritaires et du trafic et circulation qui sont d’une grande importance pour garantir le développement économique pour le peuple haïtien.

    Nous sommes en Haïti pour transmettre notre expérience policière afin d’aider une nation amie à retrouver la paix et la sécurité. Loin de notre pays et de nos familles la tâche n’est pas facile. Mais nous appartenons à la grande famille des Nations Unies et Haïti constitue pour nous une seconde patrie.

    Pour terminer, nous remercions le Commissaire de Police, Monsieur Mamadou Mountaga Diallo et nos amis des toutes nationalités confondues, pour la patience et la compréhension qu’ils nous accordent.

    Chers amis UNPOL, vous pouvez toujours compter sur les Brésiliens.

    Merci Beaucoup.

     

    O futuro depende daquilo que fazemos no presente.

    Paz para o Haiti, paz para o Brasil!

    Muito Obrigado!!!

     

    José Vicente Braga da Silva

    Chef du Contigent Brésilien 06-07

    UNPOL-MINUSTAH

     

     

    Efetivo:

    Major PMPA Braga

    (Traffic and Monitoring Unit)

    Cap BMRS Marco

    (Traffic and Monitoring Unit)

    Cap BMRS Freitas

    (Direção de Operações)

    1 Ten PMDF Sérgio Carrera

    (Direção de Operações)

     

    Published in: on junho 5, 2008 at 3:42 am  Deixe um comentário  

    Oficial veterano de Missão de Paz no Haiti é promovido no Pará

    Foi publicado ontem, no Diário Oficial do Estado do Pará, a promoção, ao posto de Tenente-Coronel, do Senhor José Vicente Braga da Silva. O então Major Braga foi chefe do contingente Policial brasileiro na MIssão das Nações Unidas de Estabilização no Haiti – MINUSTAH, entre dezembro de 2006 e dezembro de 2007. Durante quase um ano, exerceu com grande eficiência a função de Chefe do Time de Monitoramento do Trânsito da UNPOL (United Nations Police), coordenando os trabalhos dos policiais internacionais em apoio a Polícia Nacional do Haiti – PNH.

    Ao senhor Tenente-Coronel Braga e sua i. família os sinceros votos de sucesso e grandes realizações a serviço do Estado e da Polícia Militar do Pará. Quiça, a serviço das Nações Unidas mais uma vez.

     

    Foto: O então Major José Vicente Braga da Silva, Chefe do Contingente Policial Brasileiro (dez06-dez07) na MINUSTAH, dentro de um APC (tanque) da FPU (Formed Police Unite = Tropa de Choque) da polícia jordaniana, também da UNPOL.

    Foto: O então Major Braga discurssando em francês, como chefe de Contigente, na solenidade de outorga da Medalha In the Service of Peace (A Serviço da Paz) da Organização das Nações Unidas ao efetivo brasileiro. Outubro de 2007. Porto Príncipe, Haiti.

    Foto: O então Major Braga em reunião com sua equipe de Monitoramento do Trânsito da Polícia da ONU no Haiti. Policiais da Ásia, Europa e África sob sua coordenação, além do Capitão Marco, da Brigada Militar do RS.

    Published in: on abril 22, 2008 at 9:17 pm  Comments (1)