Policiais Militares são agraciados com Medalha da ONU no Timor Leste (Medal Parade 2012)

Registramos nosso Brazilian Medal Parede 2012 na Missão Integrada no Timor Leste (UNMIT). O evento ocorreu no dia 07 de Setembro, quando a comissao organizadora presidida pelo Comandante do Contingente, Coronel PMDF Edilson Rodrigues,  concretizou meses de
planejamento e preparativos.
O evento se realizou no Clube Ocean View em Dili, Capital. Oito Oficiais receberam a condecoracao “In Service of Peace” e outros oito os correspondentes numerais de suas condecoracoes, pelo excedente de tempo em Missao de Paz prestando honrados servicos.

O convite foi idealizado no sentido de homenagear o Brasil – nossa Patria Amada -, tendo como imagem de fundo o monumento “Cristo Redentor”, do Rio de Janeiro,  justamente porque foi entendido como a imagem que melhor caracteriza o pais e tem reconhecida projeção no
exterior. Tambem, a Cidade do Rio de Janeiro foi eleita Patrimonio da UNESCO em 2012.

BRAZILIAN POLICE INVITATION

Nos honraram com suas presencas autoridades como o Representante do SRSG (Special Representative of Secretary General of UN), Sr. Shigeru Mochida, a Ministra Conselheira da Embaixada do Brasil no Timor Leste, Sra. Ivanise Maciel, o Acting Police Commissioner of UNMIT, Sr. Sayed Raj, a Acting Chief of Staff, Sra. Valelee Toffa e o Chief of NOD (National Operations Department), Sr. Raul Curva. Aquilataram o evento tambem comandantes de contingentes de policias uniformizadas de 40 paises, alem de muitos colegas UNPOLs e convidados.

Os convidados foram recebidos pelos Oficiais do contingente brasileiro e assistiram ao canto do Hino Nacional, seguido de um video sobre o Brasil e todas as suas muitas regioes e diversificados costumes.

Logo apos, as autoridades foram convidadas a tomarem seus lugares para realizarem a entrega das condecoracoes aos Oficiais agraciados.

Discursaram o Acting SRSG, o Acting Police Comissioner e o Contingent Commander.

Em seu discurso o Representante do SG relatou o brilhante histórico brasileiro na ONU, desde a assinatura da Carta das Nações Unidas e enalteceu os esforcos do Brasil em colaborar com um qualificado estafe para agigantar o desempenho da Policia das Nacoes Unidas na Missao de
Paz no Timor Leste, em um momento historico quando a Missao de Paz se aproxima de seu bem-sucedido encerramento.

Na mesma esteira manifestou o comandante interino da UNPOL, Sr. Saye Raj, os esforcos dos UNPOLs brasileiros pela sua qualidade, elevada disciplina, profissionalismo e alto grau de comprometimento com seus deveres, exemplos de profissionais que aqui vieram para fazer a
diferenca na Missao de Paz.

Por fim o Coronel Edilson Rodrigues agradeceu a presenca de todos e reassegurou o compromisso dos Oficiais brasileiros em bem desempenhar seus deveres e enalteceu o momento, que classificou como uma grande honra, quando somos reconhecidos pelos esforços somados aos contingentes da UNPOL no Timor Leste.

Foto acima: Coronel  PMDF Edilson, Comandante do Contingente Policial Brasilero na UNMIT.

Apos a solenidade os convidados participaram de um jantar comemorativo ao evento, com pratos típicos da culinaria do Brasil.

Receberam a condecoracao “In Service of Peace” das Nacoes Unidas os seguintes Oficiais:
Ten-Cel PMDF VALDEMIR GOMES DOS SANTOS             Distrito Federal

Major     PMERJ RODRIGO FERNANDES FERREIRA        Rio de Janeiro

Capitao BMRS ATILA MESADRI PEZZETTA                       Rio Grande do Sul

Capitao PMSP MAURICIO DE ARAUJO                               Sao paulo

Capitao PMDF ISANGELO SENNA DA COSTA                   Distrito Federal

1º Ten PMPR ALLAN PAULO BASSACO SACCHELLI       Parana

1º Ten PMCE ADRIANO MARCEL DE M. BEZZERRA        Ceara

1º Ten PMMT RICARDO DE ALMEIDA MENDES                Mato Grosso

Foto acima: Cap. BMRS Átila.


Receberam os numerais correspondentes a condecoracao “In Service
of Peace” das Nacoes Unidas os seguintes Oficiais:
Coronel PMDF EDILSON RODRIGUES-Distrito Federal

Major    PMDF ROBERTO DE SANTANA FREITAS-Distrito Federal

Capitao PMBA GILMARA SANTANA DE OLIVEIRA-Bahia

Capitao PMDF RODRIGO CAMARGO CAMPOS-Distrito Federal

Capitao PMBA FERNANDO ATILA FERREIRA JUNIOR – Bahia

Capitao PMDF ROBSON LUIZ MAGALHAES PINHEIRO – Distrito Federal

Capitao PMDF WERNER ARAUJO MIQUELINO DA SILVA-Distrito Federal

1º Ten   PMSP LIGIA PINHEIRO- São Paulo

Por: Átila Mesadri Pezzetta – Capitão BMRS.

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Published in: on outubro 7, 2012 at 3:39 am  Comments (1)  

Matéria “O Brasil na UNPOL” – Revista Tecnologia e Defesa

A bem conceituada Revista Tecnologia e Defesa, Ano 29, Edição Especial N. 08 (Segurança), recentemente lançada e disponível no mercado, traz uma reportagem especial intitulada “O Brasil na UNPOL”. O repórter Roberto Caiafa conseguiu abordar vários aspectos da participação do componente policial nas Missões de Paz da ONU e, em especial, a dos policiais militares brasileiros.

 A matéria conta com uma entrevista com o amigo Capitão BMRS Marco Antonio, que administra um dos principais blogs sobre UNPOL no país, e um relato do Tenente PMBA Pujol, além de fotos de policiais militares em ação em alguns países.

Parabéns ao repórter Roberto Caiafa e a Revista por divulgar o trabalho dos UNPOL brasileiros, tornando o assunto mais conhecido ao público e aos leitores especializados em Segurança e Defesa.

 

Além da matéria de interesse particular, essa Edição aborda a atuação da Polícia Militar brasileira em vários outros tópicos, tais como: Ação nas Fronteiras, Aviação Policial, Motociclismo Policial, Missões Especiais, Sistemas de Integração, Novas modalidades de policiamento, etc.

Recomendada!

Sérgio Carrera

Site: http://www.tecnodefesa.com.br/

Published in: on abril 28, 2012 at 4:45 pm  Comments (1)  

Registro da chegada do Tenente PMSE Moraes no Haiti

Conforme publicado pelo Sr. TC PMBA Issa, Comandante do Contingente PM brasileiro na MINUSTAH, o Primeiro-Tenente Moraes, da Polícia Militar de Sergipe, chegou no dia 10 de abril de 2012 na capital haitiana, Port au Prince.

Na foto abaixo, o Capitão PMDF Popov, o Tenente PMSE Moraes e o TC PMBA Issa, na chegada do Oficial no Aeroporto Internacional Toussant Louverture:

O Primeiro-Tenente PMDF Casas continua aguardando a demorada burocracia para poder se unir aos demais policiais militares na MINUSTAH. Aguarda a entrevista, emissão do passaporte e Travel Authorization.

Sucesso ao Tenente Moraes nesse ano de Missão!

Abraço,

Sérgio Carrera

Fonte: Arquivo pessoal/FB TC PMBA Issa.

Published in: on abril 25, 2012 at 1:27 am  Comments (2)  
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Onde está mais quente??? Sudão ou Haiti?

O calor está tão forte nesses últimos dias, que postamos agora painéis derretidos das viaturas policiais nas Missões de Paz sob responsabilidade de policiais militares brasileiros.

Painel de VTR da UNPOL da ONU na Missão de Paz no Sudão do Sul (UNMISS) – Fez 46 C esta semana (Foto Acervo Pessoal Cap. BMRS Marco):

Painel de VTR da UNPOL da ONU na Missão de Paz no Haiti (MINUSTAH) – (Foto Acervo Pessoal TC PMBA Issa):

Published in: on abril 12, 2012 at 9:02 pm  Deixe um comentário  

Brazilian female police officers in United Nations Peacekeeping Operations – as of 04 April 2012

Currently, Brazil has only 04 female police officers serving in United Nations Peacekeeping Operations: 02 in East Timor (one police Capt. From Bahia Police Department – PMBA, and one Second Lt. from São Paulo State Police Department – PMSP) and 02 in South Sudan (02 Second Lt.)

Most recently, 03 female police captains from the Brazilian Federal District Military State Police Department (Polícia Militar do Distrito Federal – PMDF) have been appointed to the UN Missions in Guiné-Bissau (01) and East Timor (02).

Of the 04 UN Peacekeeping Missions that Brazil have police officers deployed, MINUSTAH (Haiti) is the only one that has never had a Brazilian female police officer.

We are making some progress… very slowly, though!

Sérgio Carrera

Published in: on abril 5, 2012 at 4:27 am  Comments (2)  

Policiais militares brasileiras em Missões de Paz da ONU – Situação em 04 de abril de 2012

Atualmente, o Brasil conta com apenas 04 policiais femininas em Missões de Paz da ONU, duas no Timor Leste (uma Capitão da PMBA e uma Segundo Tenente da PMESP) e 02 no Sudão do Sul (duas 2 Tenentes).

Mais recentemente, 03 Capitães da PMDF foram indicadas para as Missões na Guiné-Bissau (01) e Timor Leste (02).

Das 04 Missões de Paz que contam com a presença de policiais militares brasileiros, apenas a MINUSTAH (Haiti) nunca contou com policiais femininas.

Estamos progredindo… mesmo que a passos lentos…muito lentos.

Sérgio Carrera

Published in: on abril 5, 2012 at 12:49 am  Deixe um comentário  

Uma Missão de Paz, um sonho (Tenente Leonardo Pujol – PMBA)

End of Mission

Uma Missão de paz…Um Sonho…

Cada indivíduo faz a sua escolha… Cada um tem a sua história de vida… Cada qual tem o seu destino…

Neste momento muito especial e único de minha vida profissional gostaria de fazer alguns agradecimentos por esta realização pessoal…

À todos os veteranos e aspirantes policiais militares brasileiros boinas azuis que formam um conjunto seleto no cenário da Segurança Pública do País, que apesar de todas as dificuldades e obstáculos, cumprem as suas missões anônimos nos mais longínquos lugares deste planeta Terra. Levando o nome de suas Corporações e do Brasil para o mundo, deixando o alto grau de profissinalismo como uma marca registrada em suas diversas missões…  “verás que um filho teu não foge à luta!”

Aos veteranos blogueiros: Cap PMDF Sérgio Carreira & Cap BMRS Marco seu comprometimento com a causa é inspiração e muitas vezes a única fonte de consulta sobre o tema…muito obrigado por tudo e tenham certeza que são a referência da família policial boina azul.

Aos instrutores do ainda Centro de Instruções de Operações de Paz, atual Centro Conjunto de Operações (CCOPAB): TCel PMERJ Silva, Maj PMERJ Alexander e Cap PMESP Hélio – sua experiência foi de grande vália em diversos momentos. Parabéns pelo trabalho, sabemos também do anônimato e do sacrifício, mas tenham a certeza que não foi em vão…hoje as Polícias Militares do Brasil conquistaram o seu espaço no Centro Sérgio Viera de Melo graças ao seu profissionalismo.

Foram quase dois anos e meio desde a aprovação no Processo Seletivo realizado pelo Exército Brasileiro – COTER em Agosto de 2009 na cidade de Fortaleza, do Curso EAD realizado pelo CCOPAB em Dezembro de 2009, do Estágio de Preparação para Missões de Paz em Maio de 2010 no Centro Sérgio Viera de Melo na capital carioca, da entrevista telefônica com o Departamento de Operações de Paz em Novembro de 2010, do esperadoTravel Authorization em Dezembro de 2010, do início da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti no dia 01 de Janeiro de 2011 ao retorno para casa em Janeiro de 2012.

Minha chegada no Haiti foi bastante marcante… Viajei em plena virada do ano, começando a missão literalmente no dia 01 de Janeiro 2012, momento em que as notícias no mundo mais uma vez estavam voltadas para a Ilha Hispanhola, os haitianos acabavam de finalizar o Primeiro Turno das Eleições Presidenciais marcado por protestos e ondas de violência… Além de estar passando por mais um desastre oriundo de uma grande epidemia de Cólera que assolava a saúde pública haitiana. Um momento muito triste no qual a tragédia do terremoto onde morreram cerca de 300 mil pessoas de Janeiro de 2010 completava um ano. O cenário estava tenso, mas vida que segue…

Fim do  Induction Training agora sim um Blue Beret, fui “deploiado” na Região de Oeste do país na capital de Toussaint L’Ouverture – Port au Prince designado para trabalhar na Comissária de Polícia Haitiana do “bairro” de Pétion Ville região com pessoas de maior acesso financeiro, no qual o principal delito eram os constantes sequestros. Destacado na equipe Anti Kidnapping minha tarefa de Mentor & Monitor da missão foi posta em pauta. Foram dois meses muito intensos e difíceis até compreender o país, os seus costumes e a nova realidade: as Nações Unidas. Para os que acham que estavamos de férias e ficamos ricos após a missão… foram 2 meses de 3 noites por um dia de folga…totalizando 40 noites de trabalho e muitas perguntas na cabeça…

 Em Março veio o Segundo Turno da Eleições Haitianas, e agradeço a Deus pela oportunidade de participar de alguma maneira neste processo da história haitiana. Em meio a desconfiança da visão mundias as eleições haitianas ocorreram sem grandes transtornos. Neste período fiquei adido à Comissária de Pétion Ville porém com a missão de prover a segurança da residência do responsável pelo Comitê Eleitoral Provisório das Eleições Haitianas, ainda na capital na região conhecida como Delmas. Também fui nomeado para coordenar uma Zona Eleitoral nas eleições.

 Abril de 2012 o mundo conhece presidente “cantor” Michael Joseph Martelly  eleito com cerca de 67% dos votos do povo… iniciou-se uma era de esperança para os haitianos. Senti o clima mudar…

 Tão logo fui “re-deploiado” para uma unidade de significativa importância dentro da Polícia das Nações Unidas no Haiti. A Joint Operations está no centro do Pilar I da MINUSTAH (Pilar das Operações) é subordinada à Seção Central de Operações (antiga diretoria – DIROPS), a qual é responsável pelo planejamento e pela execução de todas operações envolvendo: a Polícia Nacional do Haiti, a Polícia das Nações Unidas (quer seja UNPOL ou FPU) e as Forças Militares da MINUSTAH – de essência policial em todo o território haitiano. Unidade que inclusive já foi chefiada pelo Brasil e por onde passaram muitos dos UNPOLs brazucas na MINUSTAH, confesso que a responsabilidade foi grande de dar prosseguimento ao incansável trabalho policial brasileiro na missão. Abracei a oportunidade e me joguei de cabeça na nova missão, conheci os quatro cantos do país nas mais diversas modalidades de policiamento, vivênciei situações no sistema da ONU de “no rank” as quais em minha carreira (operações a nível Companhia e Batalhão) que só poderei experimentar novamente daqui a dez, quinze anos. Foram 9 meses de muito trabalho e experiências adiquiridas.

 Outro momento marcante foi a esperada Medal Parade. Passou um filme na cabeça, pensamento foi longe em questão de minutos, turbilhão de emoções… começava a sentir a sensação que não tem preço… o dever cumprido.

 Na MINUSTAH pude conhecer realidades de polícias de cerca de 52 diferentes países –  a verdadeira “Torre de Babel” de forma bem resumida, unidos no mesmo ideal, claro deixando o romantismo de lado cada um com seu interesse. Percebi que apesar dos pesares estamos muito bem quando a matéria é policiar, e fiquei muito orgulhoso quando não mais de uma vez, escutei de algum desses países “de primeiro mundo” a sua surpresa positiva com relação à polícia brasileira.

Em falar em amizades, para mim foi uma das coisas que mais marcaram a minha missão. Aos heróis do Complex Confort (morada de quase todos os policiais brazucas desde o início da missão): nossa união nos tempos bons e ruins foi o que fez que o gigante pela própria natureza não desistisse do sonho, as lágrimas e as risadas ficaram guardadas na memória de quem foi, veio e venceu…

A primeira família (Cap PMAM Algenor, Cap PMAM Honda & Cap PMERJ Tadeu) & A segunda família ( TCel PMBA Issa, Cap PMDF Popov & Ten PMPR Azevedo) & aos camaradas da Joint Operations meu eterno agradecimento por todos os momentos vividos.

 

Sempre haverá um boina azul ! Até a próxima…

1° Ten PMBA Leonardo Moreira Pujol

MINUSTAH 2011

Published in: on fevereiro 21, 2012 at 7:55 pm  Comments (3)  

Foto do Mês – Haiti

 

Bela foto que apresenta a cooperação entre o Brasil e o Haiti: Tenente PMBA Pujol e uma criança haitiana. Polícia e sociedade podem ser parceiras e amigas em qualquer lugar do mundo.

PS: Acervo do Tenente Pujol.

Published in: on setembro 18, 2011 at 7:41 pm  Comments (2)  

Tenente PMBA Leonardo Pujol relata suas missões na Missão de Paz da ONU no Haiti (MINUSTAH)

 

Mantendo a Tradição Brasileira: UNPOL Brasil – MINUSTAH

 

“Já completando 09 meses de missão, lotado na Seção Central de Operação – Unidade de Operações Conjuntas, considero muito difícil a tarefa de bem representar a legião de boinas azuis brasileiros que por aqui passaram… 

A Unidade de Operações Conjuntas (Joint Operations Unit) pertence ao Pilar Operativo da MINUSTAH (à antiga Diretoria de Operações – DIROPS, que hoje mudou seu status para Seção Central de Operações – Central Section Operations). É consirada o braço motor das Operações Policiais em todo Haiti, pois a unidade é responsável por planejar e coordenar todas as Operações Policiais que envolvam a Polícia Nacional do Haiti, a Polícia das Nações Unidas (UNPOL & FPU) e as Forças Militares da ONU. Possui grande flexibilidade, devido as suas missões não possuirem horário nem local determinado, além o alcance em todo território haitiano, com os mais diversos setores da MINUSTAH. Atualmente possui 08 membros de acordo com o a previsão do quadro de pessoal da Missão, das mais diversas nacionalidades: El Salvador, Colômbia, Jordânia, Canadá, Espanha, Costa do Marfim e Brasil. 

Uma unidade onde o mandato não-executivo, muitas vezes fica só no papel, pois o mentor & monitoring é feito em situações sob stress na linha de frente. 

Confesso que me sinto privilegiado em poder desfrutar de tal experiência profissional, e de ter o peso de representar os veteranos brasileiros que por aqui passaram (chegando o Brasil inclusive a ter obido a chefia da unidade).

Basicamente, a Joint Operations, realiza três tipos de Operações:

– Special: Operação realizada após um trabalho conjunto dos órgãos de inteligência, que se utiliza de unidades especializadas da Polícia Nacional do Haiti para o cumprimento de mandados de busca e apreensão, de captura de fugitivos, de operações que envolvam retomada de réfens, de pessoas sequestradas e da prisão de criminosos de alto risco.

Fotos: Special Operation Angel – City of God – Port au Prince – April 2011

– Sweep: Operação característica do Policiamento Ostensivo, de presença, de patrulhamento propriamente dito em locais ou regiões onde os índices de criminalidade e violência se encontrem elevados, em apoio as demais unidades locais.

Fotos: Sweep Operation Mouse III – Dessalines –Artibonite – June 2011.

– Flash: Operação realizada a partir do princípio da oportunidade, advinda de alguma informação que necessite de uma resposta imediata do emprego policial.

1° Ten PMBA Leonardo Moreira Pujol

United Nations Stabilization Mission in Haiti

United Nations Police

Brasil”

 

 

Published in: on agosto 28, 2011 at 12:52 am  Deixe um comentário  

Chegada do Capitão PMDF Popov no Haiti

Foto tirada no momento da chegada do Capitão PMDF POPOV, no dia 08 de agosto 2011,  na cidade de Porto Príncipe, capital do Haiti, para o início do seu tour de missão na MINUSTAH.

Pelo visto foi muito bem-recebido pelos amigos PM’s brasileiros que o aguardavam.

“Agora o time está completo com a chegada no dia 08 de agosto de 2011 do Cap PMDF… Franklin Popov, SCmt do Contingente Policial-Militar Brasileiro no Haiti. Seja bem vindo irmão!” – TC PMBA Issa, Comandante do Contingente Policial Militar Brasileiro no Haiti (2011)
 
Sucesso, caro amigo!

Sérgio Carrera

PS: Foto do Arquivo  pessoal do TC Issa.
Published in: on agosto 14, 2011 at 2:21 pm  Comments (3)  

Direção de Operações da UNPOL na MINUSTAH muda de nome

Segundo o Tenente Pujol, da Polícia Militar da Bahia – PMBA, a Direção de Operações (DIROPS) da Polícia da ONU (United Nations Police – UNPOL), reduto de policiais militares brasileiros desde o início da MINUSTAH em 2004, ela passou a se chamar “Central Operations Section”. Em sua estrutura, a antiga PNHxUNPOL Coordination recebeu a nomenclatura de Joint Operations, seção encarregada pelo planejamento e coordenação de operações policiais e conjuntas no Haiti.

Obrigado ao Ten Pujol pelas preciosas informações!!!

SC

Published in: on maio 1, 2011 at 1:13 am  Comments (1)  

Policiais militares brasileiro participam de Operação de sucesso em Port Leogane (Haiti)

Operação realizad

No dia 02 de abril, o Tenente PMBA Leonardo Pujol, que serve no componente policial da ONU (United Nations Police – UNPOL) na MINUSTAH passou a ser o mais novo integrante da Joint Operations, unidade que é responsável pela realização de operações conjuntas (UNPOL + FPU+ Militares) em todo o território haitiano.

“Uma nova experiência dentro da MINUSTAH, até o momento muito prazeirosa, pois sinto uma grande proximidade com as minhas atividades desenvolvidas como oficial da PMBA.” – Afirma Pujol.

A Operação foi planejada pelo UNPOL colombiano – Ricardo Romero (Cap), a partir de uma informante da Comissaria de Port Leogane. Diante da informação do exato local onde estavam vivendo os criminosos, a Operação foi executada pela Joint Operation, denominada ANGEL, junto com os PNH locais, com o apoio do Batalhão Brasileiro II (Barbatt 2), o qual foi responsável por executar a segurança do perímetro externo e proteção do aparato policial), da Tropa de Choque e Time SWAT da Jordânia (FPU 1 – Jordan SWAT – na segurança da busca tática) e das unidades de SWAT da UNPOL e da PNH.

Como resultado final da operação, 10 criminosos foram presos, juntamente como uma sub-metralhadora Uzi, 90 muniçöes 9mm, 2 muniçöes 5.56 e cinco carregadores.

Destaca o Tenente Pujol:

“Foi a minha primeira operação e a última do Cap PMERJ Tadeu…”

(O Capitão Tadeu regressou no dia 21 de abril por término de Missão.)

A Operação foi muito positivo e a Chefia da MINUSTAH ficou bastante contente com os resultados: site:  http://www.flickr.com/photos/minustah/sets/72157626492877486/

Parabéns ao Tenente Pujol e ao Capitão Tadeu que muito orgulham o nosso país e a comunidade policial brasileira!!!!

Published in: on abril 25, 2011 at 2:56 pm  Comments (2)  

Estágio de Preparação para Missões de Paz 2010/1 – CIOPAZ

O Estágio de Preparação para Missões de Paz 2010/1, realizado no Centro Sérgio Vieira de Mello, CIOPaz – Rio de Janeiro do Exército Brasileiro, contou com a participação de 08 policiais militares:

Cel PMDF Edilson
Cel PMDF Matias
Maj PMAL Rhonad
Cap PMPE Domingos
1° Ten PMESP Nelson Vieira
1° Ten PMBA Pujol
2° Ten PMPR Azevedo
2° Ten PMPR Sacchelli

O Cel Edilson, Cel Matias, Maj Rhonad, Cap Domingos e o 1° Ten PMESP Vieira estão embarcando no dia 13 de junho para o Timor Leste.

O 1° Ten Pujol e o 2° Ten Azevedo estão designados para o Haiti, porém aguardando ainda a entrevista com o pessoal da ONU sem data prevista para a viagem…provavelmente entre agosto e novembro.

O 2° Ten Sacchelli que irá para o Sudão também está na mesma situação aguardando a entrevista e sem data para embarque ainda.

O Estágio teve a presença de 28 oficiais do Exército Brasileiro, 08 Policiais Militares e 04 oficiais de nações amigas (Suriname, Inglaterra, Paraguai e Colômbia)

Após 186hrs de teoria e prática e 25 dias dentro de containers, o aprendizado e os laços de amizade foram concretizados com êxito, demonstrando mais uma vez o grande potencial dos policiais brasileiros neste cenário das Nações Unidas.

“Gostaria de ressaltar que todos nós fomos muito bem recebidos pela equipe de instrução  e pelo comando da unidade do EB…Com agradecimento em especial ao Cap Júlio César (chefe da equipe) e do Cel Pessôa (comandante do CIOPaz).” (Tenente Pujol)

Agradeço a participação do Tenente Pujol e esteja sempre certo de poder utilizar este espaço quando desejar!

Sucesso!

Sérgio Carrera

Published in: on junho 5, 2010 at 8:50 pm  Comments (2)  

Polícia e Direitos Humanos (artigo)

Quando estou frente a uma turma de formação ou especialização dentro dos quadros e qualificações policiais, na gratificante atividade do magistério policial, gratificante porque o facilitador do conhecimento sempre aprende mais do que se propõe a facilitar, principalmente na matéria DIREITOS HUMANOS, sempre me deparo com uma pergunta, geralmente realizada como uma forma de expressão antagônica ao sistema que rege as atividades inerentes a ela.

Como já sei que vão me fazer esta pergunta, no nosso primeiro contato, a realizo e respondo. Nesta certeza, utilizo-a dentro da Técnica de Ensino o que chamamos de “Incentivo Inicial”, levando ao aluno a vislumbrar nova forma de encarar a matéria, tornando-a atrativa aos seus olhos, formando o “mistério” de como iremos colocar o policial no seu devido lugar, o verdadeiro PROTAGONISTA DOS DIREITOS HUMANOS, afinal de contas, todos têm uma opinião formada, geralmente todas buscam o reconhecimento da sociedade, o que precisamos fazer é apenas o câmbio de foco, para que o aluno extraia de dentro de si o desejo do reconhecimento pela prática do bem e de estar entre os melhores profissionais do corpo, aqueles verdadeiros heróis.

“Como vocês iriam mesmo me fazer esta pergunta, vou me adiantar e eu mesmo irei fazê-la e com a ajuda de vocês, iremos todos respondê-la:

Professor…

O que o senhor acha ‘desse pessoal dos Direitos Humanos’ que só se preocupa apenas com o bem-estar do bandido e sempre está contra a Polícia?”

Neste momento observo nos olhos de cada um dos alunos, faço um quadro de suspense com a turma, que os deixam pensando: será que ele vai “esculachar” esse pessoal? Será que vai dizer o que realmente queremos ouvir? Pois “esse pessoal” só serve mesmo para proteger bandido… Onde estão os Direitos Humanos quando um policial tomba no cumprimento do dever? E a família deste policial? E as famílias das vítimas? Por que não lhes dão as mesmas atenções?

Ora, essas são as perguntas, que quase todas as vezes que são feitas, vêm com respostas prontas e sempre tentam colocar os seus interlocutores de encontro ou antagonistas a “esse pessoal dos Direitos Humanos” como geralmente são ditos ou referenciados. Geralmente são os que labutam nas ONGs ou nas religiões, em seus variados seguimentos (Proteção às crianças e adolescentes infratores – população carcerária – etc.) e até mesmo órgãos do Estado, de organismos internacionais e de governos estrangeiros.

Simplesmente lhes digo que não me preocupo com “esse pessoal dos Direitos Humanos”. Sabem por quê?
Porque nós, policiais, somos os principais defensores dos Direitos Humanos!

Sim, somos os principais… não existe outro seguimento dentro de qualquer país, de qualquer lugar no mundo, onde sua polícia não seja a principal defensora dos Direitos Humanos. É assim que me sinto, é assim que quero ver a mim como profissional de polícia, é assim que gostaria que fosse a instituição “POLÍCIA” a que pertenço e em todo o mundo. A mudança tem que vir de dentro de cada um de nós e depois como um agente de mudança, como um elemento multiplicador, transformando a sua unidade. Depois veremos como nossa corporação mudou, iniciando com ações individuais, tomando a postura coletiva desejada e sendo copiada por outras corporações dentro do seu país, posteriormente, será referência mundial, reconhecida por todos como defensora dos direitos humanos.

Começamos com as ações preventivas, a simples disposição do policiamento ostensivo, ou seja, a presença do homem fardado, inibindo a ação delituosa de membros de sua própria comunidade, partindo para as ações repressivas, através da investigação criminal, coletando provas robustas a serem levadas à justiça, estabelecendo a materialidade e autoria delitiva, responsabilizando aqueles que, para a sociedade, devem pagar por seus atos ou omissões.

Nesta atividade de prevenção e repressão, basta apenas, que o policial, haja sob a égide de dois mandamentos básicos, para que ele atue no diapasão do que preceituam os Direitos Humanos:

1. Que ele atue dentro da lei (princípio da legalidade); e
2. Que atue dentro da técnica (modus faciendi).

Se ele atua observando os ditames da lei e sabe como fazer rigorosamente atendendo os preceitos doutrinários da técnica policial, nunca violará os Direitos Humanos e realmente se tornará e será reconhecido como o seu principal defensor.

Temos que mudar a nossa postura, agir como policiais e não como bandidos fardados ou com distintivos, fanfarrões acobertados pela figura do Estado, devemos ser enérgicos quando se deve ser enérgico e corteses quando se deve ser cortês. Se o policial aplicar sanções não previstas pela norma, será muito mais bandido quanto àquele que primariamente a violou, pois, buscando se escudar no ente jurídico que é o Estado, burlando a sua vigilância, transgredindo e traindo a sua confiança, trai a sociedade que o organizou gerando uma carga enorme de decepção e desconfiança, não apenas àquele que praticou o mal, mas em toda a instituição POLÍCIA.

Não podemos nos dar ao luxo de agir como agem os malfeitores, ou até mesmo, usurpando outros poderes estatais inerentes a outros profissionais, geralmente àqueles das carreiras jurídicas: promotores, quando acusamos; magistrados, quando aplicamos a pena; e, até mesmo, os carrascos, quando executamos a pena; e porque não dizer, até mesmo Deus, quando decidimos entre a vida e a morte do custodiado.

Não estou preocupado com “esse pessoal dos Direitos Humanos” pois eles apenas executam o que se propõem a fazer. Se for para defender os direitos da população carcerária ou na defesa de crianças ou adolescentes infratores que eles existem, que defendam e o façam da melhor forma, pois nós também temos esse dever. A partir do momento que nos deparamos com ocorrências policiais, onde o público são estes, temos a obrigação de protegê-los também, a partir daí estão sobre a proteção do Estado.

Lembrem-se daquele instante em que colocamos um preso algemado dentro da viatura policial e colocamos a mão sobre a sua cabeça, não é só um gesto de proteção para que ele não se machuque ao adentrá-la, mas um símbolo que se traduz em dizer que aquela pessoa, aos olhos dos demais, a partir daquele momento, está sobre a proteção estatal. Se quisermos possuir o status quo de PRINCIPAL DEFENSOR DOS DIREITOS HUMANOS, não podemos agir sorrateiramente como agem os gatunos na noite, temos que ser transparentes, agindo dentro da lei e da técnica, corajosamente.

Se nos deparamos com ocorrências policiais onde o infrator ou infratores possuem um poder de fogo igual ou superior ao da própria polícia, e, neste momento, somos obrigados a responder ao fogo inimigo tirando a vida de uma pessoa, temos que possuir o conhecimento jurídico necessário e o treinamento técnico suficiente, para que a nossa ação esteja enquadrada nestes dois requisitos, em conformidade e obediência ao conjunto de normas dos Direitos Humanos. Que haja o excludente de ilicitude e que a ação seja enérgica e suficiente, não violenta e sem excessos. Sempre a lei e a técnica, sendo obedecidas.

Em algumas ocorrências, além da observância à lei e à técnica, o policial se depara com outro fator que no campo acadêmico denominamos de CORAGEM MORAL e que, se o policial não estiver seguro de suas convicções e disposto a praticá-la, o direciona aos campos tenebrosos da atividade ilícita, atua na ilegalidade, quiçá, aos campos obscuros da mente insana que só a psicologia ou psiquiatria podem entender e explicar.

É a coragem de enfrentar o grupo profissional a que pertence, sem o deixar se aproximar da ilicitude ou o deixar distanciar dos princípios da moralidade e da ética, que regem o comportamento humano, ou seja, algumas vezes há a necessidade de não permitir que outros policiais da sua equipe ajam à margem da lei e ter a coragem de ir de encontro a eles ou até mesmo denunciá-los. Quando a sua persuasão não for eficaz, estes, não podemos considerá-los como defensores dos Direitos Humanos. CORAGEM MORAL é a coragem de cortar a própria carne e extirpar o mal que habita nela.

Se nessa ocorrência policial, vier a sucumbir ou ferir-se um VERDADEIRO DEFENSOR DOS DIREITOS HUMANOS e do Estado não provier a sua proteção ou assistência social, aí sim, começo a me preocupar e reclamar, pois ele, através de seus órgãos, dentro ou fora da Polícia, é quem deve estar pronto a atendê-lo ou aos seus familiares, dando-os total suporte, minimizando os seus sofrimentos. Suas estruturas têm que estar, prontas e vigilantes, ágeis e eficientes, para que não dêem margem a reclamações e a interesses antagônicos, e, principalmente, aos oportunistas de plantão, sejam eles com interesses políticos ou não.

A Polícia, como principal órgão defensor dos Direitos Humanos, tem que prestar total suporte ao seu profissional, não podemos esperar que ONGs e organismos internacionais ou estrangeiros, se preocupem conosco, afinal de contas não é esta postura ou é esta mudança de foco que queremos.

Os Governos têm que entender, que o investimento nas ações de Segurança Pública é programa de Estado e não de Governo, elas são mais abrangentes do que as ações de polícia, são constantes e contínuas, requerem a atuação das outras pastas do Estado, estabelecendo e revisando ações focadas na defesa da sociedade, gerando paz e harmonia social. Dentro do rol das ações de polícia, deve estar evidenciada aquela direcionada na valorização do profissional de polícia, dando o suporte ao exercício do poder que a ele é conferido, afinal de contas, defender a sociedade, mesmo com o risco de sua própria vida, não é tarefa fácil e barata. Governos passam, são variados com suas próprias ideologias e nem sempre são bem exercidos, o Estado e Polícia sempre serão permanentes e é a Polícia quem garante as outras ações do Estado.

Se os governos esperam atitudes corretas e corajosas dos policiais, sem que haja corruptos e corruptores, pois é isso que a sociedade quer e constantemente exige, que a atenda e invista na atividade de Polícia, nos seus profissionais, nos mais variados níveis de sua escala hierárquica.

Os policiais, não querem ser apenas visto como o braço repressor do Estado como comumente são vistos e mostrados pela mídia, querem e buscam o reconhecimento pelo exercício correto de sua atividade, considerada nobre por muitos e invejada por outros tantos.

As crianças, com seus olhares puros e verdadeiros, nos enxergam como os heróis da sociedade e quando são indagadas o que querem ser quando crescer, têm como respostas imediatas, “QUERO SER POLÍCIAL” ou “QUERO SER BOMBEIRO”. Temos a obrigação de manter essa imagem para as gerações futuras, conhecer com profundidade a nossa profissão, aliando aos públicos e vastos conhecimentos jurídicos nacionais e internacionais aos segredos particulares e vitais da técnica policial, temos que mudar a nossa postura e agir firmemente em todas as situações ou intervenções policiais do nosso dia-a-dia, porém, com a habilidade de misturar esta firmeza com a agressividade canalizada para o bem ou com a ternura de acordo com a necessidade apresentada naqueles momentos, defender a idéia de que realmente somos os PRINCIPAIS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS.

*Autor: Tenente-Coronel PM Francisco Luiz da Fonseca Issa. Assistente Militar Adjunto da Secretaria da Segurança Pública, Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador, Pós Graduado em Gestão Administrativa em Segurança Pública pela Universidade do Estado da Bahia e Academia de Polícia Militar de Goiás e Professor da Academia de Polícia Militar e Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da polícia Militar da Bahia. Foi instrutor da Academia Nacional de Seduridad Publica de El Salvador, entre 1995 e 1998.

Fonte: http://blogdapmba.blogspot.com/2010/03/policia-e-direitos-humanos.html#more

Published in: on março 3, 2010 at 8:37 pm  Comments (2)  

Uniforme UNPOL Brasil criado pelo Contingente MINUSTAH 06/07 continua usado pelos novos UNPOL

O Contingente PM na MINUSTAH 2006/2007, composto pelo Major PMPA Braga, Capitão BMRS Marco Antonio, Capitão BMRS Freitas e 1 Tenente PMDF Sérgio Carrera, com o objetivo de padronizar o uniforme de seus membros, criou uma simples camisa modelo Polo, com um brasão da República e nome da Missão; no ombro esquerdo: A bandeira do Brasil acima e brasão da PM do policial militar; e, no ombro direito “UNPOL” e o brasão da ONU. Foi uma ótima idéia e que muito ajudou a “uniformidade” dos policiais.

A camisa era usada no dia a dia (ou o uniforme da Corporação). Vários países usam camisa polo.

Em operações policiais, os oficiais utilizavam o camuflado urbano ou preto/operacional.

Em solenidades, usavam a túnica de cada Corporação.

Abaixo, modelo utilizado.  

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Published in: on junho 9, 2009 at 1:09 am  Comments (1)  

Policiais brasileiros encontram-se com Force Commander no Haiti

Os membros da Polícia da ONU (UNPOL) na Missão de Paz no Haiti (MINUSTAH), Capitão Aloísio, da Polícia Militar do Estado da Bahia, e o Tenente Cleiton Batista Neiva, da Polícia Militar do Distrito Federal, encontram-se com o Comandante do Componente Militar da MINUSTAH (Force Commander), o General Heleno. (Setembro 2005). Solenidade de Passagem de Comando das Tropas Militares da MINUSTAH do Gen. Heleno para o Gen. Urano Barcelar.

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Published in: on abril 6, 2009 at 11:29 pm  Deixe um comentário