Get Ready: Syria Will Need Peacekeepers

The most recent tragic attacks in Brussels as well as the thousands of Syrian immigrants that continue to arrive in Europe underscore the need for an improved strategy in Syria. Defeating ISIS in Syria is crucial to the broader struggle against this brutal group that still draws many recruits from a vague argument that it is somehow “winning” its broader fight against the West. Relying on Assad and Putin will not, of course, work. The recent success of the Syrian army in Palmyra, while not intrinsically unwelcome, could further inflame passions of Sunnis against a regime that most see as itself virtually genocidal, and wind up doing little net good.
One key to a serious Syria strategy is recognizing that an international peacekeeping force will almost surely be needed someday, in order to uphold any peace deal that eventually emerges. A demonstration of willingness to deploy such a force may, in fact, improve the chances of peace, while making the international community and the parties to the conflict more realistic about what kind of peace is possible—and what kinds of other steps, including greater Western military aid for the moderate opposition, will also be needed to effect peace.

Understanding how civil wars end and the factors that spark their recurrence is one of the bright spots of political science, an academic discipline often derided by policy practitioners as too arcane and abstract to be of much practical use. Happily, that is not the case for this subject. Employing a blend of methods—sophisticated statistical analyses of many past wars, case studies informed by field research, interaction with policymakers who wrestled with specific conflicts over the years—researchers including Nicholas Sambanis at Yale, Michael Doyle and Page Fortna at Columbia, Barbara Walter at the University of California at San Diego, Stephen Stedman at Stanford and a number of others have advanced our knowledge in ways that speak directly to the current situation with Syria. Yes, there are differences in their arguments, but there are also key common threads that can guide policymakers as they seek a way out of the current morass. Among the key insights are the following:

Wars with high casualties, ethnic or sectarian components, and multiple actors are particularly hard to stop. Syria, of course, suffers from all three afflictions.

Tactical and very often short-term alliances between and among rival warring factions can contribute to failed peace efforts and occasion war’s relapse; Syria, again, includes such shape-shifting coalitions….

The remainder of this commentary is available on nationalinterest.org.

Published in: on abril 13, 2016 at 11:37 pm  Deixe um comentário  

Livro A SERVIÇO DA PAZ

O livro “A SERVIÇO DA PAZ: Relatos de Policiais Militares Brasileiros em Missões de Paz da ONU (Série Missões de Paz: ÁFRICA 1)” encontra-se atualmente em edição na Editora Biografia e com previsão para publicação no início de maio.
A SERVIÇO DA PAZ traz uma coletânea de histórias reais de situações vividas por policiais militares brasileiros quando integrando os contingentes policiais da Organização das Nações Unidas em suas Missões de Paz. Os relatos tornam-se uma oportunidade importante de se fazer um registro histórico da participação policial militar brasileira em regiões em conflito ou pós-conflito. As narrativas contam as diversas situações e obstáculos que os profissionais tiveram que transpor em meio às precárias condições de trabalho, desde as suas chegadas às áreas das missões até o retorno ao Brasil. Os relatos levarão o leitor às realidades vividas por policiais enquanto representantes do Brasil sob a égide das Nações Unidas, onde ajudaram a promover os direitos humanos e garantir a paz e segurança internacional ao redor do mundo.
Este primeiro volume da série centra-se nas cinco Missões de Paz no continente africano onde o Brasil se fez presente com efetivos policiais, desde a primeira participação em 1991 em (1) Angola, passando por (2) Moçambique, (3) Sudão, (4) Guiné-Bissau e até o mais jovem país do mundo, o (5) Sudão do Sul.

Visto que se trata de uma produção independente, a venda antecipada é uma estratégia para que possam ser realizados os pagamentos das despesas da produção.

Aos interessados, o valor do livro em venda antecipada é de R$ 35 + frete e deverá ser transferido ou depositado em conta corrente do Banco do Brasil (Ag. 1223-8, cc 35.040-0) e o comprovante enviado para missoesdepaz@gmail.com

Agradecemos a divulgação e o apoio.

  
 
 

Published in: on abril 7, 2016 at 2:17 pm  Deixe um comentário  

Algumas considerações sobre o regime de secondment para policiais da ONU

Secondment

A contratação de um servidor policial ou militar de um estado-membro da Organização das Nações Unidas (ONU) dar-se pelo regime de secondment.

No caso de policiais, os países indicam à ONU os candidatos, que devem ser voluntários, para participar de processo seletivo de acordo com as vagas ofertadas. Na seleção, os candidatos irão concorrer com policiais de outras nacionalidades e após análise curricular, os 3 mais capacitados passam para um short list. Concluídas as provas escritas, a próxima e última fase antes da escolha será uma banca para aferir a capacidade em exame oral. As indicações não garantem vaga para os países, mas apenas a possibilidade de participar do certame. Os processos duram em média um ano para serem concluídos (isso dependerá da necessidade).

Além do contido na documentação, é de conhecimento que lobby político-diplomático interfere diretamente, ou indiretamente, nas escolhas dos candidatos. Como o Brasil não é estrategicamente “de peso” no contexto policial no sistema ONU, com recursos financeiros ou de efetivos policiais, dificilmente receberá cargos importantes, salvo se houver interesse do governo, como foi no caso da Guiné-Bissau em 2010.

O fluxo básico da documentação: PM – IGPM/COTER/EB – Ministério da Defesa (MD) – Divisão de Missão de Paz – DPAZ/MRE – Missão Permanente do Brasil junto a ONU/MRE – DPKO/ONU.

Assim, o fluxo inverso será feito e o policial terá mandato inicial de 2 anos, com possibilidade de renovação por mais 2 anos, havendo por fim a contratação do servidor brasileiro pela ONU.

 

Das habilidades e competências: distinção entre policiais e militares

 

No caso do Brasil, os estados federados indicam os nomes, de acordo com as especificidades dos job descriptions e de requisitos estabelecidos pelo Exército. Dentre esses critérios criados pelo Exército estão: a) a obrigatoriedade de habilitação em processo seletivo conduzidos 2 vezes ao ano (um por semestre – tem validade de 18 meses); e, b) grau hierárquico idêntico ao utilizado nas FFAA.

Cabe a cada Unidade Federativa (Governo ou Corporação PM) indicar candidatos, voluntários, para concorrer a uma das vagas ofertadas, os quais deverão constar no banco de habilitados da Inspetoria-Geral (IGPM) do COTER/Exército Brasileiro (somente as Polícias Militares que possuem oficiais habilitados são contatadas).

Interessante que policiais militares que nunca participaram de missões da ONU mas que estejam habilitados pelo Exército são considerados “aptos” para indicação. Mesmo não existindo vedação, é por certo muitíssimo improvável que policiais sem experiência prévia sejam selecionados. Da mesma forma, profissionais que não estão concorrendo a vagas de UNPOLs, mas que teriam capacidade e interesse em concorrer a vagas de secondment, ficam vetados de participarem dos processos seletivos. Poderiam aqui ser considerados outros critérios para indicação de policiais para secondment, normalmente aqueles com mais tempo de serviço e experiência internacional.

O Exército brasileiro define as equivalências dos níveis profissionais (“P”) da ONU com as patentes hierárquicas:

– P/5 = Coronel;

– P/4 = Tenente-Coronel e Coronel;

– P/3 = Major e Tenente-Coronel;

– P/2 = Capitão.

Essas definições vêm normalmente estabelecidas pela Aditância Militar na Delegação Brasileira junto a ONU.

A lógica utilizada pelas Forças Armadas para equivalência dos níveis profissionais (“P”) da ONU reflete a realidade militar, visto que as vagas destinadas aos militares são especificamente para as patentes. Ex: Chefe de Operações = Tenente-Coronel, P/4.

Tal entendimento não se aplica necessariamente a polícia das Nações Unidas. Para contextualização, os componentes policiais de missões de paz são no rank, sem patente. Assim, quando um policial chega a uma área de missão, a administração não considera essencialmente o seu posto/graduação, mas sim as habilidades curriculares e experiência profissional. Da mesma forma, para os cargos de secondment, mesmo se levando em conta a patente no país de origem, esse fator não é decisivo, em particular, por haver inúmeras nomenclaturas diferentes nas agências policiais pelo mundo, o que se difere inteiramente dos militares das Forças Armadas. Ser sargento ou major de polícia varia de país para país, de departamento policial para departamento policial… vale muito mais as capacidades do que as patentes. Por tal motivo, em missões da ONU pode facilmente ter sargentos comandando coronéis policiais. Isso não se encontra no meio militar.

Ressalto que muitos job descriptions para cargos de secondment definem patentes ou cargos semelhantes. Todavia, como supramencionado, é muitíssimo complicado utilizar da ideia de “patente” e não de experiência e cargos ocupados durante a carreira.

Vincular os níveis P da ONU com as patentes policiais militares brasileiras, aos moldes das Forças Armadas, não atende necessariamente a demanda. É de conhecimento que as estruturas estaduais carecem de políticas de promoção razoáveis. Exemplo disso é que se pode encontrar um capitão com 25 anos de serviço em determinado estado, enquanto que em outro com menos de 20 anos já se atinge os postos mais elevados da hierarquia. Em alguns locais, permanecem 4 anos como oficiais subalternos enquanto que em outros ficam mais de 10 anos. Não há como se medir o nível de competência somente considerando a patente. Um capitão pode ter não apenas mais tempo de serviço como mais habilidades profissionais e pessoais que um “superior hierárquico”.

Na polícia da ONU a hierarquia é definida pela ocupação de cargos. Ela é funcional.

 

Policiais: especialistas civis

Convém ressaltar que as formas de organização das instituições policiais dos países-membros da ONU não interferem no sistema UNPOL/ONU. Para a ONU, os policiais são “especialistas civis” e não militares, mesmo que o sejam em seus países. Em missões multidisciplinares, os policiais não tem subordinação a militares. Os componentes policiais (UNPOL) e militares (MIL) possuem estruturas e comandos distintos, o Comissário da Polícia (Police Commissioner) e o Comandante da Força (Force Commander), respectivamente, sendo ambos subordinados a funcionários civis de carreira da ONU.

 

Legislação sobre regras de contratação, pagamento e benefícios

Com o objetivo de haver uma maior isonomia no âmbito da ONU, para evitar que 2 policiais que ocupem os mesmo cargos recebessem salários muito destoantes, uma norma da ONU estabelece que aqueles contratados “secondment” passem a “ compor os quadros de pessoal da ONU em regime temporário”, não devendo portanto os estados de origem continuar pagando salários a esses funcionários.

Há que se diferenciar o pagamento de salários com a perda de benefícios que a atual interpretação documental enviada às Polícias Militares sugere.

Quando os documentos encaminhados às corporações PM definem que os candidatos selecionados como contratados pela ONU não poderão ter ligação funcional nem financeira com o Governo Estadual/Brasileiro, induz-se que os policiais militares deverão entrar em gozo de licenças e afastamentos com outros fins para poder passar a disposição da ONU. Essa tem sido a orientação e a interpretação.

Ora, se o Estado-brasileiro indica oficialmente um servidor público para integrar missões internacionais, como poderia esse servidor ter prejuízos pessoais e profissionais ao entrar, como já proposto, com afastamentos com perda de contagem de tempo de serviço, direito à previdência (pensão militar), promoções e todos os demais direitos que lhe são conferidos? (Exemplos: Licenças para Tratar de Assuntos Pessoais – onde o policial perde todos os direitos existentes, inclusive salariais). Ou deveria o policial entrar com Licença Especial?

A lei no 10.937, de 12 de agosto de 2004, que trata “Do Exercício de Cargos de Natureza Militar Junto a Organismos Internacionais”, em seu Artigo 10 omite a figura dos militares estaduais, garantindo benefícios apenas aos militares das Forças Armadas:

 

Art. 10.

Parágrafo único.  A agregação do militar enquadrado na situação acima dar-se-á com a suspensão temporária do direito à remuneração mensal e aos demais direitos remuneratórios devidos pela União (grifo próprio).

O Artigo 11 do referido dispositivo legal estabelece que “será de responsabilidade do militar” o recolhimento dos descontos previstos.

O Artigo 12 da lei federal “As disposições desta Lei aplicam-se, no que couber, aos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios, quando integrantes de força multinacional nas operações de paz”.

O “§ 5o do Artigo 1o da Lei nº 5.809 (de 10 de outubro de 1972):

A tropa brasileira em missão de paz, definida como sendo os militares das Forças Armadas e os militares dos Estados, Distrito Federal e dos Territórios integrantes de contingente armado de força multinacional empregado em operações de paz, reunidos em módulo de emprego operacional, com comando único, empregada no exterior, em cumprimento de compromissos assumidos pelo Brasil como membro de organismo internacional ou em virtude de tratados, convenções, acordos, resoluções de consulta, planos de defesa, ou quaisquer outros entendimentos diplomáticos ou militares, autorizados pelo Congresso Nacional, terá sua remuneração fixada em legislação específica.” (NR)

 

Portanto, no caso de secondment, o contratado deixa de receber seu salário da fonte pagadora, exceção feita ao recolhimento de descontos para fins de reserva (aposentadoria). Assim como os militares das Forças Armadas, os policiais militares não devem ter prejuízos de contagem de tempo de serviço, promoção, reserva e outros mais por servir ao país e às Nações Unidas, o que inclusive vai contra políticas da Organização.

Não há o que se propor, ou aceitar, o gozo de afastamentos para poder haver uma indicação do Brasil junto à ONU. Como poderia um funcionário público ser indicado oficialmente pelo estado brasileiro e ter que afastar-se totalmente do serviço?

Cabe neste caso, imputar responsabilidade a quem cerceia os direitos dos policiais. Não ter vínculo com a instituição de origem, funcional e financeiro, significa atender a essas demandas da ONU e não acarretar prejuízos irreparáveis na carreira dos policiais, devendo ao estado brasileiro corrigir tais incoerências.

Considerando que o cargo de secondment não se trata de “tropa” (lei no 10.937), visto que tropa policial aplica-se para os casos de Unidades de Manutenção da Ordem, Formed Police Unit-FPU,  e que o conceito de força multinacional (§ 5o do Artigo 1o da Lei nº5.809) é amplo, algumas possibilidades para resolver esse “gargalo” que se estende por anos:

  1. Permitir uma interpretação mais ampla para que se aplique a presente lei federal aos militares estaduais e do Distrito Federal, conforme prevê o Artigo 12 (existe também um parecer da Auditoria da PMDF que se posiciona nesse sentido).
  2. Promover inclusão dos militares estaduais e do Distrito Federal na Lei no
  3. Reavaliação dos critérios estabelecidos internamente, devendo se levar em consideração as habilidades e capacidades dos candidatos.
  4. Reavaliar a classificação de níveis profissionais “P” da ONU para as policiais militares.

Mesmo existindo previsão legal para afastamentos em alguns estados brasileiros, deve ser de interesse do governo federal a publicação de normativo jurídico que garanta aos policiais militares brasileiros os direitos que lhe são devidos ao serem indicados e representarem o Brasil no nível de gestão da ONU.

Se há interesse da União e de seus órgãos em estimular uma maior participação de UNPOLs no sistema ONU, cabe promover uma regulamentação em nível nacional, respeitando o sistema federativo brasileiro.

A título de argumentação e considerando a crise econômica como fator que impede a cessão de efetivos policiais, destaca-se que no regime de secondment, o estado deixa de pagar os vencimentos (exceção feita ao recolhimento relativos à previdência). Assim, há não apenas economia ao erário como um investimento nos recursos humanos que retornarão com uma bagagem profissional mais elevada, sem contar com o caráter humanitário, de alinhamento com o governo federal e de promoção da paz e segurança internacional.

Até hoje, somente um policial militar brasileiro assumiu cargo em regime de secondment, um coronel da PMDF na missão política DPA na Guiné-Bissau (2010).

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Published in: on abril 4, 2016 at 2:05 am  Deixe um comentário  

Medalha Sergio Vieira de Mello

Em homenagem aos trabalhadores humanitários, que dedicam suas vidas a pessoas em necessidade, foi instituída a Medalha Sergio Vieira de Mello, cuja outorga se realiza durante as celebrações do Dia Mundial do Trabalhador Humanitário, em 19 de agosto de cada ano.

A distinção, que homenageia o legado desse ilustre brasileiro, é concedida, inclusive a título póstumo, às pessoas naturais ou jurídicas que tenham prestado serviços de excepcional relevância na área do direito internacional humanitário, da assistência humanitária e da promoção da paz e dos direitos humanos.

Saiba mais sobre os critérios para outorga da medalha e como submeter propostas de nomes a serem agraciados: goo.gl/qkmXs5

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Fonte: Ministério das Relações Exteriores.

Published in: on abril 4, 2016 at 1:08 am  Deixe um comentário  

DPKO abre vagas para policiais militares

Estão abertas candidaturas de oficiais superiores PM para vagas de secondment junto  Departament of Peacekeeping Operation (DPKO), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque/EUA. Os contratos são de 2 anos, renováveis por mais dois.

Ressalta-se que as indicações não garantem vagas, mas apenas a participação em processo seletivo juntamente com policiais de outros estados-membros da ONU. Após análise dos currículos, os aprovados passam a um short list, com provas escritas e posteriormente, uma banca afere a capacidade oral, resultando na seleção. O processo dura em média 1 ano para ser concluído.

As indicações aos cargos abaixo relacionados deverão ser realizados pelos estados ao COTER até o último dia do mês de março. Os critérios são definidos pelos job descriptions e outros feitos pelo Exército Brasileiro:

– 01 (uma) vaga para Senior Police Liaison Officer (Nível P/5), Posto: Coronel PM.

– 01 (uma) vaga para Training Advisor (Nível P/4), Posto: Tenente-Coronel e Coronel PM.

– 02 (duas) vagas para Training Advisor (Nível P/4), Posto: Tenente-Coronel e Coronel PM.

– 01 (uma) vaga para Police Selection and Recruitment Officer (Nível P/4), Posto: Tenente-Coronel e Coronel PM.

– 01 (uma) vaga para Police Liaison Officer (Nível P/4), Posto: Tenente-Coronel e Coronel PM.

– 02 (duas) vaga para Police Officer (Nível P/3), Posto: Major e Tenente-Coronel PM.

– 01 (uma) vaga para Police Selection Recruitment Officer (Nível P/3), Posto: Major e Tenente-Coronel PM.

Published in: on março 16, 2016 at 12:55 am  Deixe um comentário  

Efetivo policial em missões da ONU

  

Published in: on março 14, 2016 at 2:50 am  Deixe um comentário  

Brasil não contribui com policiais femininas em missões da ONU

Segundo a ONU, atualmente o Brasil não contribui com nenhuma policial feminina. 

Uma oficial aguarda embarque para a África. A já pequena participação policial feminina foi agravada com a interrupção em ceder efetivos pela PMDF, desde dezembro de 2014. 

  

Published in: on março 14, 2016 at 2:47 am  Deixe um comentário  

O Brasil deixará o comando do componente miliar da MINUSTAH

Após 12 anos comandando a Força Militar da MINUSTAH, desde a criação da missão em 2004, o Brasil deixará de ocupar o cargo de Force Commander (Comandante da Força). Segundo o Le Nouvelliste, o Canadá passará a liderar as forças armadas a disposição da ONU no Haiti.

 

Published in: on março 13, 2016 at 6:07 pm  Deixe um comentário  

Processso de Gestão de UNPOL: Bangladesh

Bangladesh

A Polícia de Bangladesh iniciou sua participação em Missões de Paz em 1989, no Grupo de Assistência de Transição das Nações Unidas (United Nations Transition Assistance Group – UNTAG) na Namíbia e desde então, tem feito parte de praticamente todas as Missões. De acordo com os dados disponíveis no site oficial da Polícia Bangladesh, até 20 de abril de 2010, o país enviou cerca de 6400 policiais nas operações de paz e conta com aproximadamente 1500 policiais em seriço atualmente.

Após a implementação das Tropas de Choque (FPU) nos componente policiais nas Missões de Paz em 1999, o Governo do país percebeu a oportunidade de enviar uma maior quantidade de policiais para trabalhar sob a égide das Nações Unidas. Atualmente, a plena maioria dos policiais do país compoem as FPU em várias Missões, como no Timor Leste, Congo, Costa do Marfim e Darfur (Sudão) e estão, inclusive, na preparação e desdobramento de um contingente FPU composto somente por policiais femininas.

Policiais de Bangladesh tem trabalhado não apenas no terreno, mas no Departamento de Operações de Manutenção de Paz da ONU (DPKO) e em funções de destaque:

Bangladeshi police officers worked as the Chief of Staff, Chief of Community Policing, Chief of Logistics, Sector Commanders, Team site Leaders, Public Relations Officers, Training Officers, Gender and Child Protection Officers, etc. Bangladeshi police officers are also working in various permanent posts in the UN Head Quarters. Recently, a Bangladeshi police officer is working as the police coordinator of the UN Secretary General in the Afghanistan mission. (RAZA, 2010)

Os policiais são submetidos a um curso de duas semanas, onde terão noções básicas sobre geografia, política, cultura e história geral do local onde irão trabalhar, policiamento em ambiente internaiconal, direitos humanos, proteção às minorias e gênero e policiamento comunitário, segurança pessoal, a mediação entre os beligerantes facções ou grupos organizados e resgate de reféns, sendo treinados pelos policiais mais conceituados do país e de outros países e seguem o previsto no Manual da ONU para UNPOL em relação aos pré-requisitos, tais como tempo de serviço  e sem antecedentes criminais. O país está entre os Estados-membros da ONU que mais contribuem com policiais (RAZA, 2010).

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Published in: on março 9, 2016 at 3:45 am  Deixe um comentário  

Does anyone know what good peacebuilding looks like?

Fonte: Institute for Security Studies – ISS.

On 16 February, the world bid farewell to former United Nation’s (UN) secretary-general Boutros Boutros-Ghali when he passed away at a Cairo hospital. Boutros-Ghali is often remembered for his tumultuous term at the helm of the UN, being the only UN secretary-general to have served only one term.

However, Boutros-Ghali is also remembered for his seminal 1992 policy document, the Agenda for Peace. This document shaped the way in which conflict-resolution responses are defined, underscoring the importance of peacebuilding not only at the UN, but also globally. His passing is therefore an opportunity to reflect on what has been learnt in terms of peacebuilding responses, and how these could be improved.

The Agenda for Peace guided the UN and the broader field of conflict resolution on the types of activities that could be conducted before, during and after conflict. Although many of the ideas on preventive diplomacy, peacekeeping and peacebuilding weren’t new, it assembled these in a policy-friendly framework and offered a coherent understanding of the instruments available for resolving conflict.

Boutros-Ghali showed that peacebuilding could be an important tool to help countries in their processes of sustaining peace. He defined peacebuilding as the ‘action to identify and support structures, which will tend to strengthen and solidify peace in order to avoid a relapse into conflict.’

Boutros-Ghali showed that peacebuilding could be an important tool to help countries in their processes of sustaining peace. He defined peacebuilding as the ‘action to identify and support structures, which will tend to strengthen and solidify peace in order to avoid a relapse into conflict.’

He also noted that peacebuilding responses should form a crucial part of a well-considered and integrated process within a wider and clear political strategy that aims at responding to conflicts. As he said, ‘Peacebuilding is not a therapy that the UN can attempt to impose on an unwilling patient.’

At the time, the definition and scope of peacebuilding was often limited to the range of tasks that would be conducted after conflict had ended, and following a peacekeeping operation. Today, all of these concepts and responses seem far less linear and the idea of post-conflict peacebuilding is becoming outdated.

Peacebuilding is increasingly seen to be part of an overarching approach to sustain peace, which means it becomes embedded in other types of responses, including preventive actions and peacekeeping.

Today, 20 years later, Boutros-Ghali’s ideas continue to influence responses and structures at the UN, the African Union (AU) and elsewhere. Ten years ago, the UN created an entire peacebuilding architecture after the release of the Agenda for Peace. The AU, since its establishment in 2002, has increasingly evolved in creating its own frameworks for peace operations and has a promising – albeit underusedpost-conflict reconstruction and development framework.

Although the concept of peacebuilding has grown, the international community has not yet identified how to do it well; nor does it yet seem able to pinpoint what exactly constitutes successful peacebuilding. The field still seems hamstrung by its inability to effectively plan and execute, measure and use results, generate institutional learning, and identify better ways of engaging in highly complex environments.

Peacebuilding is a long-term process, constrained by short-term realities. Progress in peacebuilding processes has to be sustained, even when particular gains are seen. Mozambique and Burundi, for instance, are good examples of how plans have to be supported in the longer term to avoid relapsing into conflict. More fractured processes in countries like the Central African Republic and the Democratic Republic of the Congo show that there is still a lot to learn about engaging in effective peacebuilding.

It is widely accepted that monitoring and evaluation is no longer optional, but rather a critical component in identifying better ways to conduct peacebuilding: particularly in a conflict-sensitive context. Current research on the challenges of monitoring and evaluation in peacebuilding is diverse, but a number of key issues stand out.

Peacebuilding practitioners are under considerable pressure to show positive results, both for accountability and to demonstrate contributions made. This means that peacebuilding implementation often focuses on short-term responses, emphasising outputs rather than longer-term outcomes, which are more difficult to achieve.

This, in turn, leads to a messy, or retrospective, monitoring and evaluation approach, beset with insufficient allocation of resources and capacity, and made even more complicated by a lack of clarity on what success or impact is; and what the outcomes are and should be. In this way, many opportunities for learning are lost. It also compromises the ability to gather satisfying evidence of success; both for practitioners and their stakeholders.

How can these shortcomings be reduced? Timely and thorough planning is crucial, and a good monitoring and evaluation approach is one that focuses on stakeholder confidence. This implies that through monitoring and evaluation, the contribution of a peacebuilding intervention can be seen in meaningful and satisfying results. It further implies that there is potential for information to be used in institutional learning and improvement. In this way, focusing on stakeholder confidence can contribute to stronger evidence, which supports both future efforts and the peacebuilding community at large.

There is some global momentum to respond to these challenges and make peacebuilding more effective. The UN is currently conducting review processes and thematic debates of its peace and security tools, including a review of the UN peacebuilding architecture. This review states that peacebuilding remains critically ‘underrecognised, underprioritised, and underesourced’, both globally and ‘within the UN system.’

The need to better design, plan and respond to peacebuilding requirements must be addressed with urgency. Currently, the Institute for Security Studies (ISS) is developing a new capacity-building process that aims to address individual and institutional shortfalls, and support the development of more effective responses. Peacebuilding practitioners who can draw on credible evidence and well-grounded arguments are better equipped to make a difference.

Of course, there is no one-size-fits-all solution. Practitioners should therefore carefully identify approaches that are appropriate to their context, and which would yield valuable and usable results.

Now more than ever, peacebuilders need to learn how to do peacebuilding well. This means letting go of the idea that peacebuilding responses should be implemented simply through identifying a range of disconnected activities. Rather, peacebuilders need to design coherent processes, in a way that allows them to effectively demonstrate how their contribution reduces the likelihood of conflicts from recurring.

Peacebuilding plans and responses need to be realistic, more considered, and better monitored at all stages. This is how the field could see an important mind shift; one that focuses on effective results rather than quick-fix outputs, and which will ultimately help peacebuilders to implement their responses more effectively.

Gustavo de Carvalho, Senior Researcher and Onnie Kok, Researcher, Peace Operations and Peacebuilding Division, ISS Pretoria

 

Published in: on fevereiro 24, 2016 at 1:42 pm  Deixe um comentário  

Os processos de gestão dos policiais da ONU (Argentina)

 Argentina 

(2014)

A Argentina tem participado de operações de paz das Nações Unidas desde 1958, quando enviou observadores militares para o Líbano. Hoje o país ocupa a sétima posição entre as nações que mais contribuem com tropas para operações da ONU, tendo na Gendarmeria Nacional Argentina (polícia militar nacional), a sua representação policial (EZPELETA, 2001).

Nos arredores de Buenos Aires, são mantidos centros de treinamento voltados para operações de paz. O primeiro trata-se do Centro de Treinamento para Capacetes Azuis – CAECOPAZ, subordinado diretamente ao Estado-Maior das Forças Armadas do país; o segundo, dirigido pela Gendarmeria Nacional Argentina, é o Centro de Treinamento para Membros de Operações de Paz no Exterior – CENCAMEX (UNITED NATIONS, 2010), voltado para o treinamento policial.  Dentre os cursos oferecidos pelo CENCAMEX, destacam-se: imersão nos idiomas inglês[1] e francês, segurança de embaixadas e preparação para policiais das Nações Unidas (GENDARMERIA, 2010). Convém se anotar que esses cursos são oferecidos para policiais e militares nacionais e estrangeiros.

No processo de recrutamento de policiais para atuação junto a ONU são convocados voluntários de todo o país. Entre os requisitos essenciais para participar do certame o candidato precisa contar com no mínimo sete anos de efetivo serviço ativo.  Uma vez selecionado, o policial participa de um curso de 10 (dez) meses de duração no CENCAMEX. A conclusão desse curso está condicionada a realização de um teste que visa avaliar múltiplos conhecimentos e habilidades. Esse exame é realizado por uma banca de avaliadores da ONU, denominada UN SAT (Selection Assistance Team).

            Finalmente, uma vez pronto para ser desdobrado em uma área de missão, o policial é submetido a uma bateria de exames e vacinas. No retorno da missão, o quadro de saúde do policial é novamente avaliado e ele conta com 50 dias de licença para ser reintegrado as suas atividades de rotina.

A Gendermeria Argentina se desvinculou do CAECOPAZ e no início da década de 2010, visto a incompatibilidade “entre defesa e segurança pública” encontrada ao longo dos anos e funciona apenas com policiais e para policiais. Tem total aval da Police Division ITS/DPKO para treinamentos credenciados e habilitação de pessoal, realizando seleção SAAT quase que anualmente. Realizam seleção e efetivo policial passa um ano letivo se preparando para os processos e missões da ONU, quer missões de paz ou políticas. Na região de Mercedes, encontra-se um simples e super eficiente centro de treinamento da Gendarmeria Argentina, considerado um dos melhores do mundo.

[1] Dois policiais militares do Distrito Federal participaram de um Curso de Imersão em idioma inglês voltado para Missões de Paz no CENCAMEX em 2010.

Published in: on fevereiro 21, 2016 at 8:27 pm  Deixe um comentário  

Os processos de gestão dos policiais da ONU (Alemanha)

Alemanha

(2010)

O primeiro envio de policiais alemães para Operações de Paz ocorreu em 1989 na Namíbia e desde então vem participando de Missões em diferentes Organismos Internacionais: ONU, União Europeia (UE), Organização para Segurança e Cooperação da Europa (OSCA) e União da Europa Ocidental (WEU). A Alemanha já enviou aproximadamente 5670 policiais para Missões de todas as essas Organizações. Em 2009, a Alemanha contribuía com 214 policiais, sendo que desses, 24 estavam em missões da ONU[1]. É uma das três instituições policiais credenciadas pela ONU como certificadora de Cursos de Policial da ONU (United Nations Police – UNPOL).

A Alemanha não participa com o envio de tropas policiais (i.e., unidades de Choque – FPU ou de Operações Especiais – SWAT), pois, segundo GROSSMAN[2] (2009), o enfrentamento de distúrbios civis pela Unidade de Choque alemã se caracteriza pelo enfrentamento direto (contenção corpo a corpo), sem a necessidade de utilização de armas e artefatos comuns a outras tropas de choque, o que inviabiliza o emprego da tropa alemã no emprego de operações de choque. Assim, a Alemanha investe apenas em missões individuais, não participando de missões coletivas (FPU e SWAT).

O processo de seleção na Alemanha é ofertado a todas as instituições policiais dos diferentes estados federados do país. Todos os níveis policiais (federal, estadual e local) enviam efetivos para a seleção, que consiste em: requisitos básicos e teste de proficiência em língua inglesa. A bateria de provas constitui-se de um grupo de tarefas e discussão, apresentação e entrevista multidisciplinar. Os requisitos básicos do candidato são:

  1. a) Experiência mínima de 8 anos; b) Boas condições físicas e de saúde; c) Proficiência no idioma inglês; d) Habilidade em lidar com o estresse; e) Autodisciplina; f) Capacidade de trabalhar sozinho e improvisar; g) Habilidade de se comunicar; h) Comportamento exemplar e boa apresentação pessoal; i) Habilidade em tecnologia da informação (computação básica); j) Carteira de habilitação; e, l) Imparcialidade. (GROSSMAN, 2009)

Na fase de treinamento e pré-desdobramento, o candidato é submetido a um treinamento em idioma estrangeiro e passa por um curso básico com duração de duas semanas, que o qualificará para eventual designação. Quando da nomeação e indicação de um policial alemão, este fará outro curso especial, de uma semana, específico para área da missão onde irá servir.[3] Os oficias de maior patente terão um módulo especial de mais três dias de curso, o que os guiará para funções de chefe de contingente, com atribuições específicas normatizadas por seu governo e pelos Standard Operating Procedures (SOP) de cada Missão de Paz. Existem 3 Centros de Treinamento Policial para Missões de Paz na Alemanha e eles realizam aproximadamente 12 cursos de Policial da ONU (United Nations Police Officers Course – UNPOC) por ano, fora os cursos específicos.

O mandato de missão para os policiais alemães é de seis meses, com possibilidade de extensão de 3 meses mais 3 meses finais, o que completaria um ano, caso haja interesse do policial, da Polícia do país e da Polícia da ONU. Durante a missão são disponibilizados meios de comunicação diretos para contato com o meio profissional, social e familiar. Há um plano emergencial com gerenciamento de crises, que está em condições de ser posto em prática em caso de necessidade, inclusive com o envio de tropas especiais da Alemanha em casos de evacuação.

A política de recursos humanos consiste também em eventos sociais como suporte em datas comemorativas e especiais, tais como: aniversários, natal e ano-novo. Existe também o apoio de caráter profissional, administrativo (financeiro, viagens), médico e legal, além de amparo e programas de apoio psicológico e de ajuda para as famílias.

Ao retornar para casa, para reintegração à corporação de origem, o policial alemão passa por um curso de readaptação de uma semana. O policial fica impedido de participar de outra Missão por um ano, e receberá apoio psicológico durante esse período. Todavia, casos excepcionais podem ser analisados para que o interstício possa ser diminuído.

Um policial alemão ocupa cargo no Integrated Training Service – ITS e também no Departamento de Operações de Paz (Department of Peacekeeping Operations – DPKO) na sede da Organização das Nações Unidas – ONU. Ademais, a Missão Permanente da Alemanha junto a ONU possui um Adido Policial, que trata dos assuntos relativos a Missões de Paz.

[1] Dados referentes à outubro de 2009.

[2] Normen Grossman foi o chefe da Seção para Cooperação Internacional da Policia Federal da Alemanha (2009).

[3] A única exceção é feita ao caso do Afeganistão, onde o Curso tem duração de 3 semanas.

Published in: on fevereiro 21, 2016 at 8:20 pm  Deixe um comentário  

ONU solicita indicação de policiais militares brasileiros para Missão de Paz no Afeganistão

As Nações Unidas solicitaram ao MRE a indicação da candidatura de policiais militares para a vaga de Senior Police Adviser, nível P5, na Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA).

O prazo para a indicação do Brasil é o dia 31 de março de 2016.

Published in: on fevereiro 16, 2016 at 12:20 am  Deixe um comentário  

Sérgio Vieira de Mello prestigia Policiais militares brasileiros na Crácia (1994)

Em 1994, na cidade de Zagreb/Croácia, o contigente policial militar brasileiro foi condecorado com a medalha das Nações Unidas, por terem contribuído para a paz no país, integrando a United Nations Protection Force (UNPROFOR). 
O brasileiro com maior cargo na Organização (à época), Sérgio Vieira de Mello, fez-se presente e prestigiou a solenidade e seus compatriotas. 
Da esquerda para direita: Sérgio V. de Mello, Tenente Pierre, (um policial canadense/vermelho), Tenente Fulgêncio, Sargento Carlos, tenente walter Benjamin e sargento Emerson.
Créditos: TC WALTER – PMPE. 

  

Published in: on fevereiro 15, 2016 at 11:25 pm  Deixe um comentário  

Veteranos da ONU assumem o Subcomando-Geral e a Chefia do Estado-Maior da PMDF

No final de dezembro de 2015, o Coronel Marcos de Araújo (veterano da Missão de Paz da ONU em Angola) assumiu o cargo de Subcomandante-Geral da PMDF. No me ato, o Coronel Leonardo Sant´Anna (veterano em Missões de Paz da ONU em Angola e Timor Leste) assumiu a Chefia do Estado-Maior da Instituição.

Sucesso aos veteranos que hoje ocupam a cúpula do comando da Polícia Militar do Distrito Federal, nos cargos N. 2 e N. 3 da hierarquia institucional.

Leia notícia na íntegra no Site da PMDF:

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Ocorreu na manhã desta quarta-feira (03), no Palácio Tiradentes (Quartel do Comando Geral-QCG), a passagem de comando dos cargos de Subcomandante-geral e chefe do Estado-Maior da PMDF. Na ocasião, foi transmitida a chefia do Estado-Maior para o coronel Leonardo José Rodrigues de Sant’anna e o Subcomando-geral para o coronel Marcos de Araújo.

A cerimônia contou com participação de ilustres convidados. Os oficiais superiores assumiram formalmente os cargos diante do governador Rodrigo Rollemberg, da secretária de Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo; do chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas; e do Comandante-geral, coronel Nunes. Outras autoridades estiveram presentes tais como: ex-comandantes gerais; o presidente da Associação dos Magistrados do DF, Dr. Sebastião Coelho; desembargadores, o deputado federal Jair Bolsonaro, o vereador Eduardo Bolsonaro e deputados distritais como Sandra Faraj e Robério Negreiros, além de familiares do Comandante-geral e do governador do DF que também prestigiaram o evento.

O major pastor Gisleno, da Capelania da PMDF, proferiu as bênçãos sobre os comandantes na execução de suas novas funções. Foi entregue ao Comandante-geral a espada e o bastão, símbolos do Comando da Corporação. O nobre currículo do Chefe do Estado-Maior, coronel Sant’anna, conta com vasta experiência profissional em mais de 25 anos de serviço pela PMDF. É graduado em Segurança Pública e especializado em Gestão Estratégica em Segurança e Ordem Pública pela Academia de Polícia Militar de Brasília (APMB); foi chefe de Equipe de Segurança do Governador do DF, comandante do Batalhão de Planaltina, chefe da equipe de Negociadores Policiais, observador policial e consultor de treinamento das Nações Unidas e outras funções de suma relevância.

Para Subcomandante-geral, o coronel Marcos de Araújo assumiu o cargo. O novo subcomandante é doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, mestre em Ciência Política, pós-graduado em Direito, especialista em Segurança Pública, Direitos Humanos e Política Criminal; especialista em Gestão Estratégica em Segurança Pública pela PMDF/UNB. Na PMDF, exerceu o cargo de corregedor adjunto, diretor de Recrutamento e Seleção, diretor de Promoção, Avaliação e Desempenho, tendo comandado o Batalhão Escolar e também a Academia de Polícia Militar de Brasília.

O Comandante-geral, coronel Nunes, em seu discurso falou sobre a importância dos cargos assumidos: “os cargos que agora assumem são fundamentais para o desenvolvimento operacional e administrativo da Corporação na medida em que dão suporte ao Comando no processo decisório para assuntos de alta complexidade”. Ele ainda fez uma ressalva em homenagem ao pai assassinado ontem na porta de escola (Eli Roberto Chaves) no Guará: “estamos empenhados na busca do criminoso e não mediremos esforços para encontrá-lo”. O governador Rodrigo Rollemberg, em sua fala também citou e lamentou o ocorrido. Frisou sobre a importância do programa Pacto pela Vida, elogiou a diminuição (a menor depois de 22 anos) dos índices criminais em 2015.

Published in: on fevereiro 9, 2016 at 3:31 am  Deixe um comentário  

Terremotos tremem a cidade de Jacmel, no Haiti

A cidade de Jacmel, no Haiti, sentiu abalos sísmicos no dia de 28de janeiro de 2016. 

Não há informações de mortes e/ou feridos. 

Published in: on janeiro 28, 2016 at 11:52 pm  Deixe um comentário  

Terremotos no Haiti

Segundo informações de oficiais policiais militares que integram o componente policial da ONU no Haiti (MINUSTAH), tremores de  pequena escala foram sentidos no interior do país, levando a população local a deixar suas residências.

A situação na capital do país, Porto Príncipe, é estavel.

Published in: on janeiro 28, 2016 at 9:56 pm  Deixe um comentário  

A crise econômica e a crise policial brasileira junto a ONU

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) é a instituição policial brasileira que mais contribui (e contribuiu ao longo de mais de duas décadas) com efetivos para representar o país em missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo referência para as demais coirmãs e antiga aliada do Governo Federal nos esforços em promover a paz, os direitos humanos e a segurança internacional, conforme prevê os tratados internacionais assinados e ratificados pelo Brasil. No ano de 2015, nenhum policial militar da capital foi autorizado a participar de quaisquer das missões de paz, havendo um rompimento na tradição em ceder profissionais, que além de contribuir internacionalmente para uma melhor imagem do país, o GDF e a Corporação, enriquecem a instituição com o conhecimento adquirido. A crise econômica e a não aplicação do Fundo Constitucional do Distrito Federal foram oficialmente evocados como fatores responsáveis pelas não autorizações governamentais. Tal medida gerou um significativo impacto tanto no número efetivo de policiais brasileiros nas diversas missões pelo mundo, quando no desgaste de relações do país com a ONU (Police Division/DPKO). Mas se a situação crítica da economia requer tais medidas, há motivos para se lamentar (mas não recriminar), visto que as decisões foram tomadas de maneira bem refletidas e embasadas. Uma simples análise permite a qualquer um que entenda um pouco do assunto que faltou interesse do governo federal (agentes e suas instituições) em “entrar no circuito”, propor mudança na legislação, promover realocação de recursos para os estados federados, articular politicamente. Inúmeras medidas poderiam ter sido adotadas. Mas faltou tato, percepção, ou talvez interesse. Mais uma vez, a teoria mostrou-se ser bela, e a prática o seu antônimo.

O ano de 2015 deve ser “deletado” dos anais da PMDF no que se refere a missões de paz e o seu papel de ímpar relevância, não só na área técnica-profissional, mas os seus impactos diretos na política de segurança internacional. No mundo atual, não há mais espaço para discutir “segurança pública” de maneira fechada, isolada de outras variáveis. O combate à criminalidade não tem fronteiras e a cada dia as cooperações técnicas na área policial somente crescem, em todas as suas variáveis, sendo o sistema ONU o maior celeiro da cooperação policial em escala global (não desprezando os demais).

Talvez seja o momento de repensar a criação de uma agenda política-diplomática  que envolva as Unidades Federativas de uma forma mais ampla no processo de construção do tema, com políticas de incentivo em âmbito nacional. Afinal, onde está o pacto federativo? Os acordos de cooperação federativas? Será que somente o MJ sabe fazer? Qual a dificuldade?. Talvez tenha chegado o momento do Ministério das Relações Exteriores, da Defesa e do Planejamento, se envolverem de uma maneira mais propositiva e não apenas retórica quanto ao tema. É chegada hora das autoridades saberem que os militares das Forças Armadas fazem parte de “um” componente de uma missão de paz multidisciplinar (os outros dois são o policial e o civil) e que missões tradicionais são exceções e não regra. O papel dos componentes militares são fundamentais nos processos  pré/durante/pós-conflitos e na estabilização. Da mesma forma, o “rule of law” é premissa para segurança pública e defesa interna dos estados.. Na outra mão, há que se requerer um maior engajamento e compromisso dos estados, para que de forma responsável, atendam as implicações políticas internacionais. Sem dúvida que a atual imagem negativa do Brasil junto a ONU (no tema UNPOL – policial), causada por fatores diversos nos últimos meses de 2015, seria minimizada e constrangimentos políticos e diplomáticos seriam evitados. Existe uma lógica muito simples que até hoje não foi observada (ou talvez não queira ser observada) pelas autoridades que estão diretamente ligadas ao tema:

= falta de interesse/articulação política + verba/orçamento + políticas pública/legislação + capacitação de pessoal.

Menos ego/vaidade (pessoais e institucionais) e mais engajamento político de forma a promover a tão esperada “agenda ‘pro’positiva”, repetida exaustivamente há anos, mas sem quaisquer efeitos práticos.

Published in: on janeiro 28, 2016 at 4:56 pm  Deixe um comentário  

Quantidade de policiais por número de habitantes (artigo de opinião – off topic)

Por Sergio Carrera de A. Melo Neto

(2013)

Arquivo em PDF: quantidade-de-policiais-por-nc3bamero-de-habitantes
Defining patrol staffing allocation and deployment requirements is a complex endeavor which requires consideration of an extensive series of factors and a sizable body of reliable, current data (IACP, 2003).
A reportagem do Portal G1/DF, intitulada “Regiões do DF com mais mortes têm menos policiais, aponta levantamento.” (MOREIRA, 2013), reacendeu uma antiga discussão e questionamento quanto ao descrito na matéria: de que o numero de policiais considerado ideal pela Organização das Nações Unidas (ONU) é de 1 policial para cada 250 pessoas, segundo o especialista em segurança pública e comentarista da Rede Globo, entrevistado pelo jornalista.
Esse é um paradigma que há anos muitos acadêmicos, policiais e gestores da área de segurança pública no Brasil, e em vários países (basta fazer uma pesquisa na internet), têm utilizado para justificar ou se defender, como resposta a gestão de pessoal e ao emprego operacional/administrativo dos efetivos policiais. Por vezes, tem tratado como elemento fundamental para o aumento/redução dos índices de criminalidade em determinadas áreas (ou associações feitas em relação à “sensação de segurança”). Entretanto, essa relação policial/habitantes (ratio) merece ser um pouco melhor discutida, assim como se investigar junto a ONU o(s) documento(s) de referência para tal assertiva. A fim de se apurar tais questionamentos, buscou-se fazer uma breve pesquisa e uma comparação com dados de estudos realizados nos Estados Unidos da América (EUA), em particular, para melhor compreender a veracidade do tema, que por vezes pode nortear, erroneamente, políticas de segurança pública e políticas públicas de segurança, caso existam.2

De acordo com o Uniform Crime Reporting (UCR) Program do Federal Bureau of Investigation– FBI, a proporção (ratio) de policiais por população nos Estados Unidos no ano de 2011 foi de 2,4 para cada 1000 habitantes. Praticamente todas as instituições policiais dos EUA subsidiam com dados e informações referentes ao registro de crimes o Uniform Crime Reporting (UCR) Program do FBI, como uma base nacional, tendo recebido uma contribuição de 14633 diferentes agências policiais em 2011. “Cidades” com menos de 10 mil habitantes registraram uma média de 3,5 policiais para cada grupo de mil habitantes, enquanto “condados” com menos de 10 mil habitantes, um ratio de 2,7 (FBI, 2011).

O mesmo relatório define que o ratio, “contabilizando os civis” que trabalham nas instituições policiais, é de 3,4 policiais para cada 1000 habitantes nos EUA. Consideram-se membros de uma agência policial americana os sworn officer (policiais de carreira – Law Enforcement Officer) e os funcionários civis (atendentes, despachantes de rádio, estenógrafos, carcereiros, agentes penitenciários e mecânicos, desde que sejam empregados de tempo integral da agência). Em 2011, o numero de sworn officers representou 69,7 por cento de todo pessoal das agências de segurança

Em 2011, de acordo com o FBI, as “cidades” americanas tiveram uma média de 2,2 policiais/mil habitantes, nacionalmente, enquanto que as cidades das regiões nordeste e sul (2,6); Midwest (2,1) e Oeste (1,6) (FBI, 2011b), ressaltando que os dados são relativos ao efetivo policial por cidades (contabilizando os funcionários civis) e não seu emprego por regiões internas (bairros, vilarejos e áreas, por exemplo), que varia de acordo com cada política de gestão administrativa e operacional dos órgãos policiais.

No estado americano da Flórida, o Departamento Estadual de Law Enforcement (Florida Department of Law Enforcement – FDLE), em seu Relatório de Perfil de Justiça Criminal (ano 2010), descreve os ratios das diversas instituições policiais

No estado americano de Michigan, também com base no UCRP, a cidade de Detroit tinha, em 2011, 4 policiais para cada 1000 moradores, enquanto Grand Rapids tinha 1,6 e Lansing com 1,9 sworn officer para cada 1000 habitantes (HARRIS, 2011).

Todavia, no mesmo estado, a cidade de Flint com 1,2 policiais/mil habitantes liderava a lista nacional americana como a cidade mais violenta do país, enquanto que algumas das outras sequer entravam na lista de cidades violentas, como Sterling Heights, com ratio de 1,24 policiais para mil moradores, praticamente a mesma proporção.
Então o que justificaria, no caso de cidades do estado de Michigan, tamanha discrepância entre instituições policiais com ratio muito semelhantes, mas com índices criminais tão distintos? Para tal questionamento, alguns estudiosos desenvolveram pesquisas e análise da gestão do emprego de efetivo policial, tendo neste caso específico utilizado o ratio como indicador fundamental.

Segundo Peter Bellmio (apud HARRIS, 2011), a quantidade de chamadas/atendimentos policiais seria uma variável primordial para se estabelecer o ratio de policiais de determinado departamento (e/ou área), a fim de que a polícia atue proativamente, em vez de simplesmente responder as chamadas de emergência (190):

Peter Bellmio, a Annapolis, Md., consultant, who has analyzed police staffing levels for police departments in Seattle and Los Angeles, said departments need to have enough officers to handle the volume of calls and be responsive to minor calls by setting up appointments with residents. That can help a department become proactive, rather than simply reacting to calls, Bellmio said. (HARRIS, 2011)

A Associação Internacional dos Chefes de Polícia (International Association of Chiefs of Police – IACP) se posicionou em relação à correlação entre quantidade de policiais e população (position on police to population ratios) e o porquê das agências policiais não dever utilizar apenas esse indicador como base para tomadas de decisão quanto ao emprego de efetivo, “Ratios, such as officers-per-thousand population, are totally inappropriate as a basis for staffing decisions.” (IACP, 2003).

WILSON & WEISS afirmam que:

Analogamente, no Brasil, não se registram critérios plenamente definidos e aceitos por todos para a fixação de efetivo policial militar. Nos Estados os critérios são os mais variados, sendo o número de policiais militares determinado de forma aleatória, sem metodologia ou teoria que sustente a aplicação (p. 45, 2012).

Em contrapartida, um estudo realizado por Conforto (apud WILSON & WEISS, 2012), com base no sistema americano de cálculo de efetivo policial, afirma que tanto em áreas urbanas como em rurais existe uma necessidade de 1,5 a 2,5 policiais para cada mil habitantes, conforme descrito:

Ao descrever o sistema Norte-americano de cálculo de efetivo, Conforto (1998) explica que tal sistema é originário de profunda análise estatística e científica por técnicos americanos, que chegaram a um consenso de que o efetivo necessário para o sistema policial local, varia de 1,5 (um e meio) a 2,5 (dois e meio) policiais para cada 1000 (mil) habitantes, tanto na área urbana como na área rural. A execução se diferencia nas duas áreas, pela maior ou menor mobilidade e pelo poder das comunicações. Estes mesmos critérios são aplicáveis à nossa realidade. Na variação de 1,5 a 2,5 policiais para cada 1000 habitantes estão inseridos os fatores criminológicos, que variam de local para local, e que aumentam ou diminuem o índice de criminalidade, aumentando ou diminuindo em consequência o efetivo policial (Conforto apud WILSON & WEISS, p. 446, 2012).

Considerando a influência internacional da ONU em recomendar e propor a seus Estados-membros medidas diversas a serem adotadas, a retórica criada e aceita como oficial por acadêmicos, imprensa e até membros de governos, de que as Nações Unidas estabelecem a relação de 1 policial para 250 habitantes foi questionada por WILSON & WEISS (2012) junto ao Centro de Informação das Nações Unidas em 2007, visto a inexistência de quaisquer documentos, como descrevem:

Porém, onde a ONU definiu tal parâmetro e qual o critério adotado? Em recente pesquisa sobre o assunto, ficou cristalina e incontestável a resposta a este paradigma, através do Centro de Informação das Nações unidas que assim se pronunciou: “o dado com o número de policiais por habitante não é das Nações unidas e, portanto, não sabemos responder as suas questões”. (CENTRO DE INFORMAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS, 2007). Portanto, como base de cálculo para efetivo policial, não existe qualquer parâmetro (WILSON & WEISS, p. 45, 2012).

Assim, em 2007, o Centro de Informação das Nações Unidas oficialmente respondeu ao questionamento de WILSON & WEISS, negando tal recomendação por parte da ONU. Passados vários anos, e com a contínua afirmação da referida “recomendação por parte da ONU”, foi buscado pelo autor (10 out.2013), o Departamento de Segurança da ONU (United Nations Department of Safety and Security – UNDSS) no Brasil sobre o ratio supostamente estabelecido pelas Nações Unidas, tendo como resposta de um funcionário, o “total desconhecimento”3.

Depois de reiteradas tentativas de se encontrar algum documento da ONU que pudesse respaldar tal recomendação, foi então indicado o Relatório do Secretário Geral das Nações Unidas, por ocasião do 20º Congresso de Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, realizado na cidade de Salvador-BA, em abril de 2010 (UN, 2010), onde no ponto 48 do Relatório se afirma, após pesquisa (survey) realizada entre vários países, que existe uma média mundial de 300 policiais para cada 100 mil habitantes no ano de 2006. Trata-se de uma constatação, de uma conclusão com base em dados fornecidos e preenchidos por Estados-membros da ONU para a referida pesquisa, e não uma “recomendação”. A survey afirma ainda que existe uma variação “significativa” do número de policiais entre os países participantes da pesquisa, concluindo que existe um número mínimo de policiais para cada 100 mil habitantes que são necessários em todos os países, conforme texto original abaixo:

48. An analysis of data collected through the United Nations Survey indicates a median of approximately 300 police officers per 100,000 inhabitants worldwide for 2006. Nevertheless, Survey responses show that rates of police officers per population vary significantly among countries. Results imply that there is a minimum number of police officers per 100,000 inhabitants that is necessary in any country. Only four countries worldwide, for example, show police personnel values lower than 100 officers per 100,000 inhabitants. Relatively high median rates of police personnel (around 400) were observed in countries in West Asia, as well as in Eastern and Southern Europe. The median rate of police personnel per population at the global level remained quite stable over the period 2002-2006, after an increase between 1995 and 2002 (UN, 2010).
Como nenhum documento fora encontrado, considerando que o Relatório acima apenas emite conclusões lógicas de dados fornecidos – não se tratando de recomendação, a fim de dirimir quaisquer dúvidas em encontrar algum documento com a referida recomendação, o autor entrou em contato direto com o Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC RIO, 2013), em 12 de outubro de 2013, assim como feito por WILSON & WEISS em 2007, obtendo a seguinte resposta:

Prezado Sergio,
Muito obrigado pelo contato e pela checagem da informação. Desde já me coloco à disposição para quaisquer novas dúvidas que surgirem. As Nações Unidas não possuem nenhuma recomendação sobre o número de policiais por número de habitantes. Isto porque os contextos e níveis de violência variam de acordo com a comunidade, cidade, município, estado, país e/ou região. A recomendação é que cada contexto seja analisado conforme suas características (UNIC, 2013).

Fica-se, portanto, clara a inexistência de qualquer recomendação sobre o número de policiais por número de habitantes por parte da ONU, conforme resposta oficial do UNIC RIO, a qual pode ser confirmada por qualquer membro da mídia, consultores, especialistas e governos junto ao aludido órgão.

Em relação ao emprego de efetivos policiais em determinadas regiões/áreas (bairros, cidades, etc.) por parte das instituições, o “numero de policiais por habitantes” pode ser um indicador para o processo de tomada de decisões para a alocação de recursos humanos, mas não deveria ser o único. Os gestores devem incluir outros indicadores e variáveis para a adequada distribuição de efetivo, considerando, inclusive, perspectivas históricas de cada localidade e tendências e mudanças de tipos criminais e evolução/modernização do modus operandi delituoso.

Os serviços e funções exigidas das agências de segurança pública, as polícias, requerem conhecimentos específicos diversos, como conhecimento de aspectos demográficos, sociais, econômicos e políticos, índices criminais, com bons programas de análise criminal (e pessoal qualificado), jurisdição de competência, taxas de emprego/desemprego, nível educacional, sistema judicial eficiente, renda per capita, políticas públicas na área, doutrina institucional e governamental, investimento em programas de integração entre sociedade e polícia e investimento em treinamento e equipamento policial, como bem destaca VALLA (p.58, 1999): “é fundamental perceber que não se diminui a criminalidade apenas tornando maior a polícia. A polícia necessita não é de um pessoal numeroso, mas de um pessoal melhor selecionado, melhor formado e melhor equipado.”. Um exemplo simples que está diretamente ligado ao indicador de aumento de efetivo é o aumento de registros de ocorrências, o que eleva naturalmente o número de casos reportados pela polícia, que subsidia dados oficiais do governo sobre segurança pública. Estudos, a favor e contra a utilização do ratio na atividade policial vêm sendo desenvolvidos e tanto os órgãos policiais quanto os acadêmicos devem avaliar os benefícios que podem ser tirados, observado cada caso em particular. Recomendações de instituições nacionais e internacionais, como a ONU, devem ser bem vistas e acolhidas em benefício coletivo, desde que verídicas e com a devida prova científica, sem “achismos”. Ao se constatar que inexistem, segundo o Centro de Informações das Nações Unidas, recomendações da Organização referente ao tema, como amplamente divulgado pela imprensa e especialistas, verifica-se que “somos” reativos não apenas na práxis, mas também na teoria. Como visto, duas cidades podem ter o mesmo ratio de policiais por habitantes, mas cenários completamente diferentes de criminalidade. Alguns dos fatores citados, por certo, contribuem para que a cidade de Flint/Michigan, com ratio de 1,2, seja a mais violenta dos Estados Unidos, enquanto outras, no mesmo estado, e com ratio semelhante, sejam locais tranquilos e com baixos índices de violência. Por conseguinte, a mesma lógica pode e deve ser aplicada em cidades brasileiras, como no caso do Distrito Federal.
Ademais, uma maior compreensão da complexidade que é a atividade policial deve ser melhor estudada não apenas pelos policiais em si, com a contínua busca por conhecimento e melhorias diversas em oferecer a comunidade um serviço de qualidade e confiança-mútua, mas que sejam transmitidas com responsabilidade por aqueles que têm o dever de não apenas divulgar informações à população, com notícias e acontecimentos relevantes, mas que tem o dever de fazê-lo a cautela necessária em respeito aos profissionais e aos cidadãos.

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

FEDERAL BUREAU OF INVESTIGATIONS (FBI). Uniformed Crimes Reports: crime in the United States 2011.Criminal Justice Information Services Division. Disponível em: <http://www.fbi.gov/about-us/cjis/ucr/crime-in-the-u.s/2011/crime-in-the-u.s.-2011/police-employee-data&gt;.12 out.2013.
________. (FBI, 2011b). Full-time Law Enforcement Officers by Region and Geographic Division by Population Group: Number and Rate per 1,000 Inhabitants, 2011/Table 71. Disponível em: <http://www.fbi.gov/about-us/cjis/ucr/crime-in-the-u.s/2011/crime-in-the-u.s.-2011/tables/table-71&gt;. 12 out.2013.
4 Nota: Muito importante seria se a ONU tivesse, pois seria mais um elemento científico de auxílio para o ratio em foco. Em respeito às inúmeras publicações que contem e se referem a “recomendação da ONU para a relação da quantidade de policiais para número de habitantes”, a busca para encontrar algum documento que possa ter originado a afirmação, continuará sendo desenvolvida pelo autor, mesmo com confirmação oficial de sua inexistência, via mensagem pessoal, pelo Centro de Informações das Nações Unidas/RJ.
FLORIDA DEPARTMENT OF LAW ENFORCEMENT (FDLE). Criminal Justice Profile Report 2010: Ratios of Full Time Officers Statewide – 2010. Disponível em: <http://www.fdle.state.fl.us/Content/getdoc/be775ef3-00a3-4197-966a-92bb9a401419/Statewide-Ratios.aspx&gt;. 12 out 2013
HARRIS, Davis. Flint’s police officer per resident ratio low compared to other Michigan cities despite rampant crime. (HARRIS, 2011a). Disponível em: <http://www.mlive.com/news/flint/index.ssf/2011/07/flints_police_officer_per_resi.html&gt;. 12 out.2013.
________. Flint ranks as nation’s most violent, FBI statistics show. (HARRIS, 2011b). Disponível em:
<http://www.mlive.com/news/flint/index.ssf/2011/05/fbi_statistics_show_flint_is_m.html&gt;.
INTERNATIONAL ASSOCIATION OF CHIEFS OF POLICE (IACP). Research Center Directorate: Perspectives. 2003. Disponível em: <http://www.theiacp.org/LinkClick.aspx?fileticket=LF7xdWl1tPk=&gt;. 12 out.2013.
MOREIRA, Ricardo. Regiões do DF com mais mortes têm menos policiais, aponta levantamento. G1 DF. 09 out.2013.
Disponível em <http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2013/10/regioes-do-df-com-mais-mortes-tem-menos-policiais-aponta-levantamento.html&gt;. 12 out.2013.
VALLA, Wilson Odirley. Doutrina de Emprego de Polícia Militar e Bombeiro Militar. 1. ed. Curitiba: Optagraf, 1999.
WILSON, Jeremy & WEISS, M. Alexander. A performance-based approach to police staffing and allocation. ISBN 978-1-932582-60-4. Michigan, Michigan State University, 2012. Disponível em: <http://a-capp.msu.edu/sites/default/files/files/041218461_Performance_Based_Approach_Police_Staffing_FINAL100112.pdf&gt; 12 out.2013.
UNITED NATIONS. Twelfth United Nations Congress on Crime Prevention and Criminal Justice.State of Crime and Criminal Justice Worldwide. Report of the Secretary-General. A/CONF.213/3. 1 February 2010. Salvador, Brazil, 12-19 April 2010. Disponível em: <http://www.unodc.org/documents/commissions/CCPCJ_session19/ACONF213_3eV1050608.pdf&gt;. 12 out.2013.
________. Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC) Rio [mensagem pessoal]. Mensagem recebida e-mail do autor. 12 outubro 2013

Published in: on janeiro 28, 2016 at 4:34 pm  Deixe um comentário  

MD informa que Brasil não tem policiais com requisitos para o Haiti

O Ministério da Defesa informou ao Ministério das Relações Exteriores que não identificou candidatos que preencham os requisitos exigidos para concorrer ao cargo de “Deputy Police Commissioner for Development of the Haitian National Police” (D/1) na Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH).

O cargo é um dos mais importantes da MINUSTAH.

Published in: on janeiro 28, 2016 at 4:16 pm  Deixe um comentário  

Vagas de policiais para UNMIL e UNIFIL

Foram abertas vagas em regime de ‘secondment’ para policiais militares brasileiros na Missão das Nações Unidas na Libéria (UNMIL) e na Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) e o Ministério da Defesa informou não ter identificado
candidatos para concorrerem aos processos de seleção.

(janeiro de 2016)

Published in: on janeiro 28, 2016 at 4:14 pm  Deixe um comentário  

Abertura de processo para Base Logística da ONU

Em 10 de janeiro de 2016,  o Secretariado das Nações Unidas solicitou a indicação de policial militar brasileiro para o processo de  seleção para o cargo de ‘Police Reform Adviser’ (P-4),  localizado na Base Logística da ONU, em Brindisi/Itália.

Estima-se que as solicitações junto as Corporações Policiais Militares devam chegar até o fim do mês.

Published in: on janeiro 28, 2016 at 4:11 pm  Deixe um comentário  

VI CURSO EM OPERAÇÕES DE PAZ E AÇÃO HUMANITÁRIA (Coimbra, Portugal)

Numa iniciativa conjunta do Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e do Comando da Brigada de Intervenção (BrigInt) do Exército Português, vai decorrer nos dias 14, 21, 28 de novembro e 5 de dezembro/2015 (sábados), noAuditório da BrigInt, no Aquartelamento de Sant’Anna|Coimbra, o VI CURSO EM OPERAÇÕES DE PAZ E AÇÃO HUMANITÁRIA (OPAH6).

O curso é organizado sob a orientação dos Professores Doutores Rui Moura Ramos, Vital Moreira e Jónatas Machado e do Major-General Aguiar Santos.

A Direção Executiva é assegurada pela Mestre Carla de Marcelino Gomes e pelo Major Ricardo Costa.

As candidaturas decorrem até 31 de outubro/2015 e devem ser remetidas paraigc@fd.uc.pt.

Mais informações disponíveis emhttp://www.fd.uc.pt/igc/opah/index.html.

Cartaz_2015

Published in: on agosto 4, 2015 at 12:52 am  Deixe um comentário  

Erros comuns durante a entrevista pre-deployment

Meu nome é Rodrigo Kravetz de Oliveira[1], trabalhei como UNPOL, e durante minha missão no Sudão do Sul, tive a graça de ser escolhido e certificado pela Divisão Policial da ONU como AMS (Assessment for Mission Service) English Instructor. (O autor deste blog também a tem). No Brasil, isso seria o equivalente ao responsável no exército pelos testes de inglês, tiro e direção 4×4. Ou seja, uma das minhas funções era selecionar os candidatos policiais que iriam servir em missão de paz. O time de examinadores é conhecido como SAAT (Selection Assistance and Assessment Team) e, por isso, é comum ouvir que o teste também se chama SAAT. Na verdade o teste se chama AMS (e eu não sabia disso quando fui preencher o EASP). Mas por “usos e costumes” todo o mundo (literalmente) o chama de SAAT.

Por isso, tive a oportunidade de entrevistar diversos candidatos policiais de diversos países, tanto no exame inicial quanto na entrevista “pre-deployment”.

Para aqueles que não sabem, esclareço que, após a seleção do Exército (inglês, tiro e direção 4×4), e após o treinamento no CCOPAB, ainda há uma última entrevista por telefone, pelo pessoal da missão para a qual o candidato policial irá trabalhar. Por exemplo, caso seu nome seja enviado para o Haiti, um “board” de UNPOLs do Haiti irá te ligar e te entrevistar para a missão.

Desta forma, neste post eu gostaria de contribuir um pouco com a minha experiência e fornecer informações importantes aos candidatos policiais para missão de paz pelo ONU, a fim de que não sejam pegos de surpresa durante essa última entrevista. São informações que eu não tive, mas que podem fazer a diferença durante a seleção.

Do outro lado da linha

Quando eu fui entrevistado para a missão de paz do Sudão do Sul, recebi a primeira ligação, pasmem, a 1523 metros de altura no Pico Marumbi.  Eu e minha irmã tínhamos acabado de subir a montanha, em um final de semana, quando me ligaram. Portanto aqui vai a dica número 1:

  • Eles podem te ligar a qualquer hora e a qualquer momento.

O pessoal da missão obviamente dá uma olhada na diferença de fuso horário, mas lembre-se de que os UNPOL trabalham também durante os finais de semana. Portanto sempre tenha contigo, o tempo todo, a sua “colinha”.

Lá no meio da Serra do Mar paranaense a ligação estava horrível e cortando o tempo todo. Fui sincero, falei que não conseguia escutar. Eles então me pediram uma “land line” (telefone fixo) para que pudessem ligar novamente. Como avaliadores nós temos que testar todos os da lista que nos dão, por isso o pessoal da entrevista vai te ligar quantas vezes forem preciso, portanto fica aqui a dica 2:

  • Se a ligação estiver horrível, fale que a ligação está horrível! ao invés de tentar entender telepaticamente a mensagem, e tenha sempre um telefone fixo disponível.

Então eu forneci o telefone fixo do meu local de trabalho e sugeri para que ligassem em duas horas (o tempo suficiente pra voltar, tomar um banho, pegar a colinha e fazer a entrevista). A sugestão foi aceita e assim foi feito.

Perguntas da entrevista

Durante a minha entrevista me perguntaram coisas como “Quando o tráfego pode ser desviado”? Para cada “skillset” que você coloca no EASP eles irão te fazer uma pergunta a fim de verificar se você realmente trabalhou naquela função pela Polícia. Então uma dica óbvia é somente colocar sua real experiência no EASP. Nesta pergunta em específico eu esqueci de mencionar, por exemplo, que o tráfego pode ser desviado em função de comboio VIP. Portanto aqui vai a próxima dica:

  • Traduza as suas funções policiais para o inglês.

Como se diz mesmo “desviar o tráfego” em inglês? São expressões simples como essa que você vai usar durante a entrevista. Mas acredite, dá uma impressão muito ruim quando o candidato fica “ahhnn, uhnn” até achar a palavra (ou não achar). Escreva o que você faz no seu trabalho em inglês, e você vai ver o quão importante são palavras como “seize, assault, arrest, suspect, weapon” e por aí vai.

  • Pesquise sobre a missão

Essas perguntas são recordes em ficar sem resposta. No Sudão do Sul, perguntávamos “qual a capital do Sudão do Sul”. A maioria não sabia, alguns pediam um tempo, pesquisavam no Google (dá pra ouvir claramente o som de teclado através do telefone) e então respondiam. Na minha última entrevista, com candidatos da Holanda, apenas um dos entrevistados sabia a resposta. Aliás, ele explicou também a origem da crise no Sudão do Sul (ele obteve essa informação claramente pela Wikipedia, mas o que importa é que ele sabia o que estava dizendo), e tivemos uma ótima impressão sobre ele.

Por fim, perguntamos sobre os UN core values (e agora você deve estar se perguntando porque eu coloquei isso no final). Essas perguntas são feitas no começo da entrevista, coloquei aqui no final porque esse tipo de dica “todo mundo sabe”. Mas o que todo mundo não sabe é que as perguntas sobre Professionalism, Integrity, Respect for Diversity e Gender Mainstreaming podem (e devem) ser feitas de uma maneira diferente do tradicional “O que é profissionalismo”.

  • Como são feitas as perguntas sobre os Core Values?

Aqui vai uma: Me diga um exemplo no seu trabalho quando um colega seu faz algo anti-ético. Ah, por essa você não esperava! Essas perguntas indiretas são mestres em deixar candidatos calados. Portanto, pratique traduzindo coisas do seu cotidiano policial para o inglês.

Na minha experiência, nós perguntávamos ao candidato primeiro a definição do valor, e logo em seguida uma pergunta indireta como a de cima. O que comumente acontecia é que o candidato sabia “de cor” o Core Value mas patinava em um exemplo real.

Aliás, com relação ao comportamento anti-ético acima, se você for perguntado, responda o que a ONU espera que você responda: você imediatamente vai comunicar e dedurar o comportamento anti-ético; e aliás, os valores da ONU estão acima de valores pessoais!! Não diga que você vai fazer uma parte, um ofício ou passar para a P/2.

Ao final, da entrevista, agradeça a oportunidade, isso conta pontos e os entrevistadores terão uma boa impressão sobre você. Ao desligar o telefone, você será então classificado entre “Insuficiente, Suficiente, Bom ou Excelente”. A maioria dos brasileiros fica no Suficiente ou Bom (eu tenho a lista dos que foram para o Sudão do Sul, aproximadamente metade no bom, metade no suficiente), e é difícil alguém ficar no “not recommended”.

Eu espero que as dicas acima possam ajudar futuros candidatos brasileiros, a despeito da atual conjuntura econômica, e fortalecer a participação de policias boinas azuis nas missões!

Por fim, caso você queira se aprofundar sobre o teste em inglês em si, e praticar em casa, recomendo o site http://www.beapeacekeeper.com

Um ótimo dia!

[1] É Primeiro-Tenente da Polícia Militar do Paraná (PMPR).

Published in: on julho 27, 2015 at 6:35 am  Deixe um comentário  

International Master’s Degree in Conflictology

UNITAR offers various online postgraduate study programmes for professionals and students in the areas of armed conflicts, peacekeeping and peacebuilding. The objective is to prepare candidates for professional careers by providing up-to-date knowledge and methods as well as transferable skills of interest to employers and the UN System.

UNITAR offers a unique online Master’s Degree in Conflictology jointly delivered with the Open University of Catalonia. Participants from different background attend the online programmes to prepare for professional practice and acquire knowledge and skills related to peace and security from UN practitioners and academics.

The International Master’s Degree in Conflictology presents empirical knowledge and insight on conflict resolution, transformation, mediation and management, for conflicts of all importance, be they interpersonal or global. Practitioners and academics from prestigious universities, the United Nations and peace research institutes guide participants through the virtual learning environment, enabling them to learn about the peaceful resolution of conflicts and prepare for professional practice. This programme trains participants in all applications of conflictology and facilitates the development of professional projects by giving participants access to the largest network of people working to promote peace.

Objectives

At the end of the Master’s Programme, students will be able to:

  • Analyze the nature and characteristics of contemporary conflicts at different levels;
  • Access information and knowledge to develop efficient intervention programmes;
  • Synthesise techniques and strategies for non-violent intervention;
  • Formulate a plan of action for peaceful interventions, both for the prevention of conflicts and for their resolution;
  • Lead and facilitate negotiation and mediation processes, at the family, professional and international levels.
  • Courses

    To receive the Master’s Degree in Conflictology, issued by the UOC in partnership with UNITAR, candidates must complete the following courses equivalent to 60 ECTS (1500 hours) in no more than two years.

    UNITAR courses

    • Introduction to Peace Operations
    • Milestones in UN Peacekeeping
    • Conflict Analysis
    • Conflict Resolution
    • Human Security in Post-Conflict Intervention

    UOC courses

    • Philosophy of Peace
    • Media and Peace Building
    • Crisis Management
    • Economy and Conflict
    • Deconstructing the War
    • The Intercultural/Ethnic Conflict and the Management of Diversity
    • Family Mediation
    • Non-violence
    • Business Mediation
    • Implementation of Conflict Strategy in Workplace and Commercial Conflicts
    • Business Ethics
    • Mandate Evaluation
    • Postgraduate Project
    • Master Project

    Target audience

    • Personnel of peace operations (civilian, military and police);
    • Civil servants and staff of international, regional and national organisations involved in peace and security;
    • NGO representatives and humanitarian workers;
    • Researchers and academics;
    • Students;
    • Any person with responsibilities and interest in solving conflicts.

    Entry requirements

    In order to be considered for the Master’s degree in Conflictology, candidates must be fluent in English, possess a valid passport or national identity card and have completed an undergraduate degree.

    Other Study Programmes Available

    If you are looking for a shorter programme, if you want to develop a unique expertise on UN peace operations or if you do not have an undergraduate degree, you may register for the UNITAR Postgraduate Diploma in Peacekeeping and Peacebuilding.

    For more information on the Postgraduate Diploma and the Master’s Degree, download the brochure, leaflet and the frequently asked questions (PDF, 402 KB).

    Tuition Fees, Discounts and Scholarships

    As of 2014/2015, tuition fees for the programme are as follows:

    To be eligible for theLeast Developed Countries (LDCs) discount, candidates must be a citizen from an LDCs included in the list compiled by the United Nations. All candidates from LDCs will automatically be considered for the discount as long as they submit their application on time.

    To be eligible for the UN Volunteer discount, candidates must currently be UN volunteers and must provide a proof of status in their application.

    Tuition fees may be paid in instalments. Scholarships are available on a very competitive basis.

    For more information on scholarships and tuition fees, please, consult the frequently asked questions (PDF, 402 KB).

    Registration

    2015 Fall Semester

    Deadline for application | 01 July 2015

  • ———————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————-

SOURCE: UNITAR

Published in: on junho 22, 2015 at 1:13 am  Deixe um comentário  

Haitian National Police- 20 years of service

Haitian National Police- 20 years of service

Enjoy and share these pictures and video produced by the police in Haiti, showing the 20th anniversary of the Haitian National.Police (HNP). Many things has improved, and the struggle for change continues. The HNP is a young police force, but wathcing their efforts to improve at close range really gives me the impression that they want to improve for the benefit of their country. https://lnkd.in/e-U8ZQd

English translation from the link:

This June 12, 2015 marks the 20th anniversary of the National Police of Haiti, HNP. 20 years punctuated by ups and downs, but mostly sacrifices that helped sculpt a police force today, professional and efficient.

Indeed since the promulgation of the Law of 28 December 1994, the National Police of Haiti is the only official institution responsible, since the dissolution of the army in 1995, to ensure the security of the country.

Follow this video report highlights the reform of the HNP.

LINK

Published in: on junho 22, 2015 at 12:19 am  Deixe um comentário  

PNH: 20 ans à servir et protéger

Haitian National Police- 20 years of service

Ce 12 Juin 2015 marque les 20 ans d’existence de la Police Nationale d’Haïti, PNH. 20 années ponctuées de hauts et de bas, mais surtout de sacrifices qui ont permis de sculpter une force de police, aujourd’hui, professionnelle et efficace.

En effet depuis la promulgation de la Loi du 28 Décembre 1994, la Police Nationale d’Haïti est la seule institution officiellement chargée, depuis la dissolution de l’armée en 1995, d’assurer la sécurité du pays.

Suivez dans ce reportage vidéo les temps forts de la réforme de la PNH. – link

Conception multimedia: Igor Rugwiza, Violine Thelusma

Published in: on junho 22, 2015 at 12:17 am  Deixe um comentário  

Un rapport de l’ONU dénonce les comportements des casques bleus en mission

Le Monde.fr | 12.06.2015 à 11h35 • Mis à jour le 12.06.2015 à 15h00


Des casques bleus à Port-au-Prince, en 2009. | THONY BELIZAIRE / AFP

Dix ans après la sortie du « rapport Zeid » qui explorait des mesures concrètes pour éliminer les cas d’exploitations sexuelles dans le cadre des opérations de maintien de la paix des Nations Unies, rien n’a changé ou presque. « Des casques bleus ont échangé de l’argent, des bijoux, du parfum, des téléphones contre des faveurs sexuelles », note un rapport du bureau des enquêtes internes de l’ONU, à paraître la semaine prochaine. Le code de conduite de l’organisation prohibe pourtant strictement les rapports sexuels en échange de nourriture, d’argent ou de tout autre bien matériel. L’institution réprouve par ailleurs fermement depuis 2003 les relations sexuelles entre les casques bleus et les populations qu’ils sont censés protéger, sans pour autant les interdire, ce qui laisse une marge d’interprétation aux soldats déployés sur le terrain.

Or, le rapport note que deux opérations de maintien de la paix en Haïti (Minustah) et au Liberia (Minul) « démontrent que ces échanges à caractère sexuels sont répandus, sous-estimés et pas assez dénoncés. » Selon le document, 231 femmes haïtiennes ont indiqué avoir eu des relations sexuelles avec des casques bleus en échange de biens matériels. Le rapport note que les conditions qui encouragent ce type d’exploitation sont « la faim et la pénurie de produits de première nécessité et de médicaments ». Seulement sept femmes avaient connaissance de la politique de « tolérance zéro » des Nations unies sur les abus sexuels. Et aucune ne connaissait l’existence d’une ligne téléphonique pour dénoncer de tels abus.

« NAMING AND SHAMING »

D’après une autre enquête menée à Monrovia (Liberia) auprès d’un échantillon de 489 femmes âgées de 18 à 30 ans en 2012, « plus d’un quart (…) avaient procédé à des transactions sexuelles avec les casques bleus, généralement pour de l’argent. » Le rapport estime par ailleurs que le nombre de préservatifs distribués pour éviter les risques d’infection au VIH laisse penser « que les relations sexuelles entre les casques bleus et la population locale sont très répandues ».

Entre 2008 et 2013, 480 cas d’abus ou d’exploitations sexuelles ont été recensés au sein des Nations unies, et un tiers de ces cas implique des mineurs. Pour la première fois dans un rapport, le bureau des enquêtes internes pratique la politique du « naming and shaming » qui consiste à nommer et dénoncer les pays dont les ressortissants se sont rendus coupables de tels actes. Quatre pays sont particulièrement concernés : le Pakistan, l’Uruguay, l’Afrique du Sud, et le Nigeria. Ces accusations visent en premier lieu les militaires. Mais les civils (17 % du personnel des missions), représentent 33 % des accusations.

« Malgré une baisse continue du nombre de plaintes, qui s’explique en partie par une sous-estimation du nombre de cas, l’efficacité de la lutte contre l’exploitation et les abus sexuels est entravée par une organisation complexe et la lenteur de l’organisation à enquêter et à venir en aide aux victimes », note le bureau des enquêtes internes.

Le rapport estime que les investigations menées sur ces accusations prennent « beaucoup trop de temps » (seize mois de délai en moyenne). L’ONU doit par ailleurs s’en remettre aux pays d’origine des coupables et aux juridictions nationales pour les sanctions, ce qui entraîne « de très grandes disparités selon les Etats ».Les civils sont le plus souvent congédiés tandis que soldats et policiers sont renvoyés dans leur pays avec interdiction de participer à une autre mission onusienne. Cette enquête sort à un moment où l’ONU est vivement critiquée pour sa gestion des accusations de viols de mineurs commis en Centrafrique par des soldats français, tchadiens et équato-guinéens. Mais elle ne revient pas sur cette affaire.

Par Marie Bourreau (New York, Nations unies, correspondance)

Source: Le Monde.fr

Published in: on junho 21, 2015 at 9:41 pm  Deixe um comentário  

Accusations de viols en Centrafrique : l’ONU va lancer une enquête externe indépendante

Des soldats français lors d'une opération à Bangui, en février 2014.

Des soldats français lors d’une opération à Bangui, en février 2014. Crédits : Jerome Delay / AP

Le secrétaire général de l’Organisation des nations unies (ONU), Ban Ki-moon, prévoit de mettre en place une enquête externe indépendante portant sur sa gestion de l’affaire des agressions sexuelles présumées d’enfants par des soldats français et africains déployés en République centrafricaine (RCA), a indiqué son porte-parole mercredi 3 juin.

Lire aussi : Accusations de viols en RCA : « Soit il y a des salopards, soit c’est une manipulation »

« Son intention avec la mise en place de cette enquête est d’assurer que les Nations unies n’abandonnent pas les victimes d’abus sexuels, particulièrement lorsqu’ils sont commis par ceux qui sont censés protéger » les populations, a expliqué Stéphane Dujarric.

Enquête judiciaire ouverte en France depuis juillet

Au moins 14 soldats français déployés en RCA sont soupçonnés d’avoir abusé sexuellement d’enfants entre décembre 2013 et mai-juin 2014. Une enquête préliminaire a été ouverte par le parquet de Paris à la fin juillet 2014.

Lire aussi : Accusations de viols en Centrafrique : retour sur neuf mois d’enquête

Les autorités françaises ont ouvert leur enquête après avoir été saisies d’un rapport de l’ONU transmis à la mi-juillet par un fonctionnaire du Haut-Commissariat, Anders Kompass. François Hollande a promis d’être « implacable ». L’armée assure qu’elle ne veut pas « cacher quoi que ce soit ». Parmi les militaires soupçonnés, « très peu » ont été identifiés, selon une source judiciaire française, sans en dévoiler le chiffre précis.
Fonte: Le Monde Afrique. 

Published in: on junho 21, 2015 at 9:37 pm  Deixe um comentário  

Les préconisations d’experts pour réformer la mission des casques bleus

Le Monde.fr avec AFP | 17.06.2015 à 00h54 • Mis à jour le 17.06.2015 à 08h31

dapter l’ensemble des opérations de maintien de la paix de l’ONU aux nouveaux conflits, tel est l’objectif que s’est fixé un rapport d’experts rédigé sous la direction du Prix Nobel de la paix, José Ramos-Horta.

Commandé l’an dernier, avant une série d’accusations de scandales sexuels impliquant des casques bleus, le document, remis mardi 16 juin au secrétaire général des Nations unies Ban Ki-moon, ambitionne de réviser, pour la première fois depuis quinze ans les missions des soldats de l’ONU.

« PÉRIODE NOIRE »

Selon un résumé obtenu par l’AFP, il recommande notamment d’exclure des missions de maintien de la paix les pays qui bafouent les droits des enfants dans les conflits armés, afin d’éliminer le risque que des casques bleus ne commettent des abus sexuels.

L’ONU met à jour chaque année une « liste de la honte » des armées ou milices coupables de telles exactions. Elle comprend actuellement huit pays dont la Syrie, le Soudan du Sud, le Yémen et la République démocratique du Congo. La même exclusion devrait s’appliquer aux pays dont les armées en campagne commettent régulièrement des violences sexuelles dénoncées par l’ONU, ajoute le rapport.

Sur les exactions commises par les militaires des pays contributeurs de troupes, le texte suggère de rendre publiques les sanctions prises ainsi que de dénoncer l’absence de sanctions. « Personne ne devrait être au-dessus des lois », a affirmé M. Ramos-Horta à la presse tout en reconnaissant une contradiction : l’ONU est forcée de s’en remettre au pays d’origine des coupables pour les sanctionner.

Le rapport veut aussi accélérer les enquêtes — qui ne devront pas dépasser six mois, au lieu de seize mois en moyenne aujourd’hui — et créer un « programme efficace et bien financé d’aide aux victimes »La récente série de scandales impliquant des casques bleus « est la pire chose qui puisse arriver pour la crédibilité de l’ONU », a estimé M. Ramos-Horta, parlant de « période noire ».

MISSIONS D’UN NOUVEAU GENRE

Sur la refonte des missions des casques bleus de manière générale, le rapport observe que depuis la dernière révision de celle-ci, la donne a changé : aujourd’hui les soldats de l’ONU sont la cible d’attentats extrémistes, comme au Mali, ou d’enlèvements par des groupes armés, comme sur le plateau du Golan.

En quinze ans, les crises régionales se sont par ailleurs multipliées et le nombre de casques bleus a grimpé (près de 130 000 hommes, contre 20 000 il y a quinze ans, pour un budget de 8 milliards de dollars). Leur mandat est aussi plus complexe : ils doivent protéger les civils mais aussi aider les pays hôtes à préparer des élections.

Le rapport recommande ainsi de créer une force onusienne de déploiement rapide « de taille modeste » pour renforcer les missions en cas d’urgence mais rejette l’idée d’impliquer l’ONU dans des opérations antiterroristes.

Il invite par ailleurs les pays développés ou émergents à fournir davantage de fonds et de soldats aux missions, qui s’appuient souvent sur des contingents de pays en développement (Bangladesh, Pakistan).

Enfin, il estime souhaitable une présence plus grande des femmes dans les opérations et préconise le déploiement d’experts en droits de l’homme afin que les missions fassent dans ce domaine des « rapports réguliers et publics ».

Fonte: Le Monde. 

Published in: on junho 21, 2015 at 9:31 pm  Deixe um comentário  

Dia do peacekeeper – o que o Brasil tem com isso?

Por Eduarda Hamann

Ontem, 29 de maio, foi celebrado o Dia Internacional dos peacekeepers. Assim são chamados os profissionais que trabalham sob a bandeira azul da ONU e que recebem a difícil tarefa de manter a paz, às vezes em lugares onde não há paz para ser mantida. Ao todo, o Brasil já enviou mais de 40 mil militares e policiais para missões de paz,mas pouca gente além desses brasileiros sabe disso.

O Brasil contribui para as operações de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) desde a primeira missão, em 1948. Até hoje, 69 missões já foram autorizadas pelo Conselho de Segurança da ONU, e cerca de 50 dessas contaram com a participação de brasileiros.

Nos últimos 70 anos, o trabalho do peacekeeper se tornou mais complexo e perigoso. Os conflitos armados contemporâneos são bem diferentes dos da Segunda Guerra Mundial. Por exemplo, os civis não estão mais isolados como antes – muitos se envolvem com grupos armados e a imensa maioria sofre, sem defesa, com as terríveis consequências dos confrontos que hoje ocorrem no meio das cidades. Além disso, o fácil acesso a armas e munições, aliado às novas ameaças (como as provenientes do extremismo), forçaram a ONU a repensar a maneira de responder aos novos desafios.

A partir da década de 1990, algumas missões passaram a incorporar elementos relacionados ao desenvolvimento socioeconômico e, recentemente, certas missões receberam “dentes”, isto é, uma autorização formal para usar a força em situações complexas de escalada da violência. É particularmente emblemático o caso da missão da ONU na República Democrática do Congo, cujas tropas são comandadas por um general brasileiro.

De todas as missões de paz das quais participou, a mais importante para o Brasil é, sem dúvida, a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Primeiro, em termos diplomáticos, desde a elaboração do mandato, o país fez gestões importantes junto aos demais países da região para convencê-los não somente a aceitar uma missão de natureza mais militarizada, mas também de efetivamente enviar tropas para a implementação do mandato. Isso reforçou a liderança regional do Brasil e conferiu ao país um papel de destaque também na missão. Segundo, em termos militares, o Brasil precisou desenvolver novas técnicas, táticas e procedimentos para dar conta dos desafios da pacificação, sobretudo entre 2005 e 2007, e o sucesso das operações deflagradas fortaleceu a moral das tropas dentro e fora do Brasil, mesmo depois do terremoto de janeiro de 2010.

Iniciada em junho de 2004, a MINUSTAH agora passa por um complexo processo de reconfiguração junto com as demandas do governo haitiano, e já experimenta a gradual retirada de tropas e de policiais da ONU até o seu possível término em 2016.

No entanto, apesar dos avanços principalmente decorrentes da MINUSTAH, o Brasil não desfruta de boa posição nos rankings internacionais relacionados às operações de paz. Há hoje 1.680 tropas brasileiras nas missões da ONU, equivalentes a 0,57% do efetivo militar do país. Este contingente coloca o Brasil na 21ª posição do ranking da ONU, uma vez que correspondem a apenas 1,63% do total do pessoal uniformizado (militares e policiais) sob a bandeira da organização.

A contribuição do Brasil para o fundo das operações de paz da ONU também é baixa e equivale a somente 0,6% do total. Além disso, mesmo sendo pequena a cota brasileira, desde 2012 o país não remete parte de suas contribuições obrigatórias e a dívida junto ao orçamento das operações de paz já chega a 87 milhões de dólares. Não se trata de uma situação confortável para quem busca um papel mais proeminente no sistema de paz e segurança internacional, incluindo o assento permanente no Conselho de Segurança.

No Dia dos Peacekeepers, o Brasil pode realmente se orgulhar do que os seus cidadãos têm feito pelo mundo – da América Latina ao sudeste asiático, da África a Europa. Mas a data também convida a reflexões profundas, sobretudo em meio a crises políticas e institucionais.

É preciso discutir o lugar das mulheres brasileiras nas forças armadas e nas operações de paz, bem como a melhor gestão dos policiais militares que participam das missões da ONU. Além disso, também se faz necessário um debate amplo a respeito do papel que o país quer desempenhar no sistema de paz e segurança, seguido de investimento de recursos (humanos e financeiros) na implementação de suas decisões estratégicas.

Fonte: Igarapé

Published in: on junho 21, 2015 at 9:26 pm  Deixe um comentário  

Veterano de Missão de Paz publica seu terceiro livro

O Tenente-Coronel da Reserva Remunerada da PMDF Antônio Sérgio Carrera, veterano da Missão de Paz da ONU em Moçambique (ONUMOZ, entre 1993-1994), publica seu terceiro livro hoje, dia 11 de junho de 2015, no Espaço Cultural do Restaurante Carpe Diem da CLS 104, Asa Sul, Brasília-DF.

Após publicar um livro sobre a experiência de um policial militar brasileiro em Missão de Paz na África (Sierra Romeu 8 – Uma Operação de Paz na África) e sobre a vida de um Oficial R/2 do Exército (Uma vida na caserna – lembranças de um oficial R/2), o seu terceiro livro é uma ficção com o título “VINTE ANOS DEPOIS”.

Prestigie!

 vinte anos depois

INFORMAÇÕES:

Data: 11 de junho de 2015.

Local: Espaço Cultural do restaurante Carpe Diem da CLS 104, Asa Sul, Brasília-DF.

Forma de aquisição: Os livros serão obtidos diretamente com o autor ao preço de R$ 35,00, pagos em espécie ou cheque em razão de não haver qualquer vinculação com o restaurante para a comercialização.

Published in: on junho 11, 2015 at 6:45 am  Deixe um comentário  

Lembranças ao eterno peacekeeper – Ten PMDF Cleiton Batista Neiva

Nesta semana, o nosso querido amigo Cleiton Batista Neiva completaria mais um ano de vida.

Torna-se um pouco repetitivo falar dele, mas é impossível deixar de lembrar de sua figura como pai, filho, marido, profissional e amigo atencioso.

Lembrava nesses dias quando participamos de um processo seletivo para Missões de Paz em 2003 ou 2004. O Cleiton estava apreensivo pois seria a primeira vez que faria a avaliação no idioma francês e à época, não era comum oficiais subalternos serem autorizados a participar de uma missão de paz, muito menos habilitados em idioma francês. Ambos passamos (eu em inglês), mas o Cleiton foi o único que passou em francês, e em poucos meses se deslocou ao Haiti para integrar a MINUSTAH, juntamente com outros dois oficiais (um da PMBA e um da PMGO), sendo os primeiros policiais militares brasileiros a compor a recém-criada missão da ONU. Assumiu cargos importantes e foi motivador e exemplo para vários outros policiais. A muito devo a suas orientações!

Foi o primeiro peacekeeper da 8ª Turma de Oficiais da PMDF (Aspirantes 1999), turma essa que leva seu nome.

Temos todos a certeza de que sua missão foi cumprida e a sua vida atingiu positivamente a muitas pessoas. Sua partida prematura de nosso convívio, em decorrência dos sismos no Haiti em 2010, nos deixam saudosos. Mas felizes àqueles que puderem conhecê-lo e conviver consigo.

Certo que está em lugar muito melhor, deixo apenas alguns registros, com toda a saudade que a sua ausência nos traz.

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Foto 1 – Ainda com o “bichoforme” – 1º Ano da Academia da PMDF, com amigos de turma.

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Foto 2 – No 3º Ano da Academia da PMDF, com amigos de turma.

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Foto 3 – No 3º Ano da Academia da PMDF, com amigos de turma no intervalo das aulas.

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Foto 4 – No 3º Ano da Academia da PMDF, com amigos de turma se preparando para desfile ou jarrão …

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Foto 5 – Na Base Operacional nº 8 – Terceiro e último Acampamento – No 3º Ano da Academia da PMDF.

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Foto 6 – Na Base Operacional nº 8 – Terceiro e último Acampamento – No 3º Ano da Academia da PMDF.

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Foto 7 – Baile da Espada – Após declarado Aspirante a Oficial, com sua irmã.

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Foto 8 – Baile da Espada – Após declarado Aspirante a Oficial, com sua mãe.

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Foto 9 – Recepção oferecida pela Embaixada do Brasil em Porto Príncipe, em comemoração ao 7 de setembro. 2007. Major BMRS Marco e sua esposa Irene.

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Foto 10 – No comando de operação durante distúrbios em Porto Príncipe. Entre 2004 e 2005.

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Foto 11 – Prestigiando o efetivo UNPOL na MINUSTAH durante solenidade de outorga da Medalha da ONU. 2007.

CLEITON

“Saudades, querido mano!”

Published in: on junho 6, 2015 at 8:03 am  Deixe um comentário  

Brasil recebe solicitação para indicar policiais militares para o cargo de PoC Site Coordinator no Sudão do Sul

A Organização das Nações Unidas lançou job description para processo seletivo para o cargo de PoC Site Coordinator, da Missão de Paz da ONU no Sudão do Sul (UNMISS).

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O cargo é nível P-4.

O Brasil, e demais estados-membros da ONU, recebeu solicitação para indicar policiais candidatos para o cargo em regime de secondment contracted e em breve as corporações PM deverão ser notificadas.

Considerando entendimento do Exército nos últimos anos, o cargo deverá ser preenchido por Tenente-Coronel, com deadline para indicação junto a ONU até o dia 24 de julho de 2015.

Trata-se de um processo seletivo, onde os indicados concorrerão com policiais de vários países.

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Foto: O Major Marco Antonio, da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, em Entebbe/Uganda, durante Induction Training, antes do deployment em sua Missão no Sudão do Sul.

PS: Nota já postada sobre as campanhas para cargos de secondment e importância dos cargos – vide post link 

Published in: on junho 6, 2015 at 6:19 am  Deixe um comentário  

Missões de Paz onde o Brasil comanda componentes

Atualmente (junho de 2015), o Brasil está a frente dos componentes militares em 03 Operações de Paz: dois oficiais-generais do Exército Brasileiro nos cargos de Force Commander (Comandante da Força) no Haiti (MINUSTAH) e no Congo (MONUSCO) (1).

Temos ainda um Oficial-General (Almirante) da Marinha, como comandante da “Força Naval” do “Componente Militar” da Missão no Líbano (UNIFIL).

Não há nenhum brasileiro no cargo de comandante (Police Commissioner) do componente policial (United Nations Police – UNPOL) em qualquer Missão de Paz. O último brasileiro a ser comandante de um componente policial foi o Coronel PMDF Nelson W. Garcia, na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), entre os anos de 2010 e 2011, no cargo de Senior Police Adviser (2).

(1) É o segundo cargo de Force Commander exercido pelo General Santos Cruz, que também foi o comandante da Força no Haiti (MINUSTAH), quando tomou posse em 2008.

(2) Em missões multidisciplinares, via de regra, existem 3 componentes: a) o civil (composto por profissionais do quadro de pessoal da ONU e que chefiam e ocupam os principais cargos das missões, como o de Representante Especial do Secretário Geral da ONU); b) o policial (composto por policiais em missões individuais – staff e tropas de controle de distúrbios/Companhias de Policiamento de Choque – as Formed Police Unit/FPU dos estados-membros, sendo comandada pelo Comissário da Polícia, Police Commissioner, – policial de carreira indicado por um estado-membro da ONU em cargo de secondment contracted, normalmente nível D/2); e, c) o militar (composto por militares em missões individuais – staff e tropas militares dos estados-membros comandada por militar de carreira indicado por um estado-membro da ONU em cargo de secondment contracted, normalmente nível D/2 – Force Commander).

Nota:

a) Importante destacar que os componentes militares e policiais estão subordinados administrativamente às autoridades civis Special Representative of the Secretary-General (SRSG – chefe da missão) e os Deputies, mas tem autonomia para a gestão administrativa e operacional de seus componentes, não trabalham em parcerias e não subordinação.

b) Para cada componente existe um Stardard Operating Procedure (SOP) específico.

c) Pode ainda haver um precedência funcional de cargos, para fins de cerimonial e na ausência de autoridades civis da área de missão. Ainda podem existir missões de natureza “tradicional”, como as primeiras, onde o Comandante da Força era também o SRSG, mas são exceções a regra.

d) Cada missão possui estruturas e organogramas e cargos distintos, mas seguem essa lógica. Não necessariamente o componente policial (UNPOL) terá tropas de choque (FPU) e em muitas missões os militares destacam Observadores Militares para o terreno, não sendo o caso de desdobramento de tropa.

Published in: on junho 6, 2015 at 5:32 am  Deixe um comentário  

Oficial da PMAL é indicado para cargo de Gênero e Pessoas Vulneráveis na Missão de Paz da ONU em Guiné-Bissau

No dia 02 de junho de 2015, o Ministério da Defesa (MD) indicou ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Major PMAL Rhonady Severino Oliveira para concorrer à vaga de Police Officer – Gender & Vulnerable People, nível profissional staff P-3, secondment contracted, para cargo no Escritório Integrado das Nações Unidas para Consolidação da Paz em Guiné-Bissau (UNIOGBIS).

Parabéns ao veterano oficial pela indicação e a PMAL.

Published in: on junho 4, 2015 at 7:23 pm  Deixe um comentário  

ONU solicita ao Brasil indicação de policiais para o cargo de Police Commissioner no Sudão do Sul

(Editado 06 de junho de 2015 – ERRATA)

A Organização das Nações Unidas lançou job description para processo seletivo para o cargo de Police Commissioner (Comissário da Polícia, comandante do componente policial) da Missão de Paz da ONU no Sudão do Sul.

O cargo é nível D-2, um dos mais altos e importantes do sistema das Nações Unidas.

O Brasil, assim como os demais estados-membros da ONU, recebeu solicitação para indicar candidatos para o cargo de “Secondment Contracted” e em breve as corporações policiais militares deverão receber solicitação de indicados.

Geralmente, para este cargo, o posto é de Coronel PM e os candidatos deverão estar habilitados por processo realizado pelo Exército.

Ressalta-se que uma campanha para o cargo de secondment contracted dura em média 2 anos (indicação, análise de CV – P11 e attachments, análise de exames médicos, entrevistas, short list e decisão), salvo casos emergenciais, motivo pelo qual é altamente recomendável que as instituições indiquem representantes para ocupar o cargo máximo policial na Missão de Paz no Sudão do Sul, motivo de orgulho para a instituição e os governos locais e federal, ao representar o Brasil como chefe de um componente de uma Operação de Paz, tal como temos hoje, dois generais do Exército Brasileiro como comandante dos componentes militares, no Haiti e Congo, e um Oficial-General (Almirante) da Marinha, como comandante da “Força Naval” do “Componente Militar” da Missão no Líbano (UNIFIL), sendo sempre destaque e prestígio para as instituições e para o país.

Um fator diferencial e facilitador, sem dúvida (especulação), é o fato da exigência apenas da proficiência do inglês (possivelmente tendo os idiomas francês e/ou árabe, como desejáveis), e experiência prévia em missões.

Felizmente, na atualidade, o Brasil possui fortes candidatos que preenchem os requisitos.

Essa é uma boa oportunidade para que a já mencionada cooperação e compreensão da importância da participação policial brasileira seja colocada em prática por meio de uma “sensibilização” quanto ao tema entre os órgãos envolvidos.

O prazo do Brasil para indicação dos candidatos para o cargo junto a ONU tem como deadline o dia 24 de julho de 2015.

NOTA:

As indicações são apenas para concorrer ao cargo e em nada se confunde com seconded to the UN Police (UNPOL – Non contracted), onde ao indicar, a vaga estaria teoricamente certa.

Published in: on junho 3, 2015 at 2:45 am  Comments (1)  

Dia do Peacekeeper: momento de reflexão

O Ministério da Defesa realizou na data de ontem, 29 de maio de 2015, uma solenidade alusiva ao Dia Internacional dos Peacekeepers, os mantenedores da paz (os boinas azuis). O evento ficou a cargo do Exército brasileiro e foi realizado no Comando Militar do Planalto/Setor Militar Urbano, em Brasília-DF.

Como tradicionalmente ocorre, policiais militares do Distrito Federal são convidados a participarem do evento, recebendo convite individual, do próprio Ministro da Defesa, o que é sempre um motivo de prestígio e, de certa forma, a PMDF acaba por representar os policiais militares dos demais estados do país.

azuis

Foto 1: Policiais militares do Distrito Federal, veteranos de missões de paz da ONU, que participaram do evento.

O evento contou com autoridades das Forças Armadas que se posicionaram em local de destaque, mas não contou com a figura de uma autoridade policial que representasse as Corporações Policiais Militares que contribuem com efetivos (não sei se por não ter sido convidado ou não ter podido comparecer devido a agenda – lembro que o Comandante-Geral da PMDF é veterano de 2 missões de paz da ONU). Ademais, não havia qualquer foto, imagens ou informações sobre a participação policial militar brasileira em qualquer das 11 missões de paz onde se fizeram presentes desde o ano de 1991.

peacekeepers 2015 - autoridades

Foto 1: Autoridades de cada Força Armada, Ministro da Defesa e Ministro do GSI.

Na Ordem do Dia de 2015, em seu pronunciamento, o Ministro Jacques Wagner menciona, ao fim do texto, agradecimento aos policiais brasileiros:

“Neste 29 de maio, presto homenagem aos capacetes azuis brasileiros – militares, policiais e civis que, comprometidos com a construção da paz , elevam o nome da nação brasileira no cenário internacional.” 

Em 2014, nenhuma citação aos policiais militares foi feita na Ordem do Dia do Ministro Celso Amorim, se restringindo a participação brasileira em missões de paz exclusivamente aos militares das Forças Armadas.

No ano de 2013, segundo o site do Forte, faz-se uma menção aos policiais militares em missões:

“Esse quantitativo, composto de militares das três Forças Armadas, além de policiais e bombeiros, contribui para estabelecer a presença e estreitar o apoio do Brasil a nove nações: Chipre, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Haiti, Líbano, Libéria, Saara Ocidental, Sudão e Sudão do Sul.” (Ministro Celso Amorim).

Em 2012, o Ministro da Defesa Celso Amorim fez a seguinte menção aos policiais militares:

“O Brasil enaltece também os militares e policiais militares que integram missões na áfrica , no oriente médio e na Ásia.”

Em 2011, também não houve qualquer menção aos policiais militares, conforme publicação no blog do Planalto (Presidência da República), mas apenas aos militares das FFAA (Ministro da Defesa Nelson Jobim).

Nota-se, ao se realizar uma breve análise dos últimos anos, que embora convidados a participarem do evento (convite individual), carece o Estado brasileiro (União) reconhecer e valorizar a participação de policiais militares brasileiros em missões de paz. São em pequenas ações como essas, que o reconhecimento do país (BRASIL) é desejado e esperado. Parece algo pequeno, mas é simbólico e significativo.

Uma missão de paz (multidisciplinar) é geralmente composta por 3 componentes: um civil (que chefia a missão), um militar e um policial. Felizmente, o Brasil tem se destacado por sua contribuição nos componentes militares em Operações de Paz, desde Angola, Timor Leste, até o Haiti, quer com tropas (companhias e batalhões – até Brigada na MINUSTAH) ou em missões individuais, com os Observadores Militares. Entretanto, o componente policial ainda não é enxergado pelas autoridades com a relevância que merece e é dado pelos demais países, mesmo considerando cargos importantíssimos já ocupados por policiais militares brasileiros e de ser o foco de grande parte das missões (principalmente, após período pós-conflito e estabilização), inclusive com missões plenamente policiais, com o foco no rule of law e Security Sector Reform – SSR.

Faz-se ímpar também citar a falta de envolvimento da maioria das Corporações Policiais Militares (políticas institucionais e ações individuais) que ainda não amadureceram e não enxergam os “porquês” de autorizar a liberação de efetivos para integrar missões de paz. Mais importantemente, os míopes e limitados intelectuais de plantão, devido a mediocridade de suas personalidades, não apenas são contra mas denigrem e maculam aqueles que buscam servir por uma causa nobre e de reconhecimento profissional e pessoal. Limitar-se a prejudicar quem estuda, passa em concurso nível nacional (caso dos policiais militares) devido a incapacidade, ignorância, limitações e falta de coragem de servir em área de conflito e a ficar longe de casa (zona de conforto) ainda existe, inclusive em gerações mais novas, o que é apenas digno de pena. Não concordar é algo pessoal, mas existem valores muito mais importantes por trás de uma participação em experiência dessa natureza. Não concordar com algo não pode significar lutar contra, levantar uma bandeira de combate àqueles que perdem horas de estudo e aperfeiçoamento intelectual e técnico, de provas de tiro, direção defensiva, idiomas, entrevistas,  além de não estar respondendo judicialmente ou ter ficha disciplinar digna e ter seu currículo avaliado e analisado se é adequado para as funções e cargos nas missões.

Se, assim como nas Forças Armadas, fosse motivo de orgulho institucional nas PMs, esse quadro seria muito diferente. Na Polícia Militar do Paraná (PMPR), o policial militar ao retornar de missão é condecorado (com pontuação para fins de promoção por merecimento – a mais alta) e tem seu tempo considerado como de campanha. Referência e padrão internacional.

O atual momento é de reflexão para mudanças substanciais, concretas e objetivas. Os órgãos federais devem promover medidas de cooperação e comprometimento entre as UF’s e União, provocar medidas diversas, como mudança de legislação, padronização, atualização de treinamentos e preparação focados no componente policial (UNPOL) que funcionem e não figurem apenas no papel.

O MRE, MD e EB deveriam buscar “alianças”, unir esforços e compromissos/comprometimento entre os órgãos e governos, pois enquanto governadores e ministros de estados talvez nem tenham conhecimento sobre o que faz um policial numa missão de paz (ou mesmo que eles participam), politicamente será inviável ao país qualificar da forma apropriada (seleção e treinamento), manter e aumentar o número de missões policiais individuais e fazer o acompanhamento adequado dos que estão a serviço do Brasil e promovendo direitos humanos, paz e segurança.

Se “A união faz a força” e “unidos somos mais fortes”, eis que chegou a hora de deixar a vaidade e o ego de lado (pessoais e institucionais) e pensar no tema “cooperação policial para missões de paz” como parte da agenda da política externa do país.

As dificuldades existem. Mas quando se tem vontade, tem solução. Inúmeras são as possibilidades factíveis para mudanças concretas.

O que falta, então?

Particularmente, torço para que os sábios prevaleçam ante os medíocres e ignorantes.

Boa sorte as novas gerações!

A palavra-chave é “cooperação”.

S.

Ref.:

Ordem do dia de 2015 – Link do Ordem do Dia Peacekeepers – 2015 (arquivo)

Ordem do dia de 2014 – Link do Site do MD e Ordem do Dia Peacekeepers – 2014 (arquivo).

Published in: on maio 30, 2015 at 9:12 pm  Comments (2)  

Boinas Azuis – Dia Internacional dos Peacekeepers

Criado em 29-05-15 21:53. Última atualização em 29-05-15 21:53. Escrito por Gilmar Santo.

O dia 29 de maio foi instituído como o Dia Internacional dos Peacekeepers, através da Resolução da ONU nº 57/129 de Fev/2003, como homenagem àqueles que serviram e continuam servindo em Operações de Paz da ONU, em todo o mundo.

azuis

Em comemoração a esse dia, foi realizada uma cerimônia no Comando Militar do Planalto (CMP), no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília/DF. O evento contou com a presença do Ministro da Defesa e com a participação de militares das forças armadas e auxiliares que participaram das diversas missões em que o Brasil participou. A PMDF se fez presente com veteranos de diversas missões.

Fonte: Site PMDF

Published in: on maio 30, 2015 at 7:21 pm  Deixe um comentário  

PMDF OCUPA LUGAR DE DESTAQUE EM MISSÕES DE PAZ

Criado em 26-05-15 19:14. Última atualização em 28-05-15 11:21. Escrito por Fabio Evangelista

No dia 29 de maio é comemorado o dia mundial do peacekeeper, o soldado da paz, e a PMDF é, entre as policias militares de todo o Brasil, a maior contribuidora de material humano para as missões de paz em todo o mundo.

Desde a primeira missão de paz da ONU, em 1948, o Brasil participou de todas elas. Até 2007, mais de 18.000 militares e civis representaram o Brasil nas missões da ONU.

A Polícia Militar do Distrito Federal também participou de todas essas missões envolvendo polícias militares. Em 1991, o capitão Antônio Ribeiro da Cunha liderava o primeiro grupo de policiais brasileiros a integrar uma missão de paz da ONU, em Angola, na África.

Em todos esses anos PMDF enviou mais de 100 policiais em missões da ONU. Além de Angola, a PMDF também atuou na Guatemala, El Salvador, Moçambique, Kosovo, Guiné-Bissau, Sudão, Sudão do Sul, Haiti e Timor Leste.

26-05-2015 Missoes de Paz

Na foto, o major da PMDF Rodrigo Campos, em missão de paz da ONU, saudando um veterano da revolução armada que depôs suas armas para exercer seu direito ao voto, nas regiões montanhosas do Timor Leste.

Veteranos das forças armadas e das policias militares que participaram de missões de paz serão homenageados no Comando Militar do Planalto, no Setor Militar Urbano, às 09h do dia 29/05.

Fonte: Site PMDF (matéria corrigida)

NOTA:

Das 11 missões policiais que o Brasil participou, a PMDF se fez presente em todas, inclusive na Ex-Iugoslávia.

Published in: on maio 28, 2015 at 3:39 pm  Deixe um comentário  

Lançamento do livro “ONU – Operações de Paz”

No Dia Internacional dos Peacekeepers, 29 de maio, às 17:00, no 3o Regimento de Polícia Montada-Brigada Militar em Passo Fundo-RS, ocorrerá o lançamento do livro “ONU – Operações de Paz: a evolução histórica da ONU, da Polícia das Nações Unidas (UNPOL) e a participação da Brigada Militar”, de autoria do ilustre Major QOEM Marco Antonio dos Santos Morais, do Rio Grande do Sul. Veterano de 2 Missões de Paz (Haiti e Sudão do Sul), o atual Comandante do Colégio Militar de Passo Fundo, receberá os convidados e a sociedade em evento de relevância não apenas para ele, mas para a história de nosso país.

Parabéns ao Major Marco pela excelente iniciativa, a qual será objeto de leitura por muitas gerações.

Sucesso!

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COMO COMPRAR: Como autor independente, ele mesmo irá comercializar o livro, ao preço de R$40,00 (quarenta reais) + 4,20 (carta simples) ou 7,20 (carta registrada). Os interessados podem entrar em contato comigo inbox aqui no face ou, também, através do e-mail cap_marco@hotamil.com.

Síntese realizada pelo autor:

As Operações de Paz da ONU evoluíram desde a metade do século passado de Operações com estrutura e funções essencialmente militares para as Operações Multidimensionais, nas quais os segmentos civil, militar e policial se tornaram os três pilares básicos de uma Operação de Paz. Nesse contexto a participação policial nessas Operações ganhou destaque e importância dentro dos objetivos globais das missões a partir da década de 1990. Essa mudança de patamar da atividade policial é apresentada através do estudo do histórico da ONU e de seus órgãos internos, como o Conselho de Segurança e o Departamento de Operações de Paz (DPKO), dando ênfase à importância da United Nations Police (UNPOL) através da análise de suas funções específicas em uma Operação de Paz multidimensional, com destaque especial aos diferentes mandatos policiais estabelecidos pelo Conselho de Segurança para cada Operação. Através de relatos e fotografias, o livro faz um resgate histórico da experiência vivenciada por vinte e um Oficiais da Brigada Militar durante suas participações individuais em sete Operações de Paz ONU desde 1993, com um texto repleto de informações gerais e específicas a respeito das atividades diárias e funções desempenhadas por esses valorosos Oficiais nas Operações de Paz da ONU em El Salvador (UNOSAL), na Guatemala (MINUGUA), em Kosovo (UNMIK), no Haiti (MINUSTAH), na Guiné Bissau (UNIOGBIS), no Timor Leste (UNMIT) e recentemente no Sudão do Sul (UNMISS). O número expressivo de sete Operações de Paz proporciona ao leitor uma visão global do trabalho da UNPOL e da evolução das missões policiais, visto que a apresentação de cada operação parte da análise do histórico do conflito, do Mandato atribuído à UNPOL e das peculiaridades do cenário encontrado por esses Oficiais em diferentes países da América Central, Europa, Caribe, Ásia e África.

Published in: on maio 24, 2015 at 6:24 am  Deixe um comentário  

Capitão PMDF Ribeiro – primeiro policial militar brasileiro a chefiar um componente policial da ONU

Em 1991, o Capitão Antônio Ribeiro da Cunha, da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), liderava o primeiro grupo de policiais militares brasileiros a integrar uma Missão de Paz da ONU, partindo com um grupo de praças do DF para a UNAVEM II, em Angola, no continente africano.

Além de ser o primeiro oficial PM a participar de uma Missão de Paz e ser Comandante do Contingente Policial brasileiro, foi também o primeiro brasileiro (dos únicos 3 até a presente data) a ser nomeado pela ONU como o chefe do componente policial das Nações Unidas em uma Operação de Paz.

Cap Ribeiro - Angola - Gabinete

Foto 1: Capitão PMDF Ribeiro, Police General Inspector da UNAVEM II, em seu Gabinete. Luanda, Angola. 1992.

Longe das facilidades da tecnologia que se dispõe na atualidade, coube ao então Capitão Ribeiro o desafio de comandar e liderar grupo de policiais de vários países em uma área ainda conturbada. O futuro Comandante-Geral da PMDF, com muita sabedoria, conseguiu conduzir, apesar de todas as dificuldades, com excelência o seu cargo e muito bem representou o Brasil e a PMDF, enaltecendo o nome do nosso país e Corporação.

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Foto 2: Capitão PMDF Ribeiro e policiais de outras nacionalidades.

Foi e continua sendo um incentivador e motivador para que policiais militares continuem a cada dia mais ocupar o espaço que existe no âmbito da paz internacional, o que, segundo o ilustre veterano, “é uma experiência única e enriquecedora na vida de um policial militar”.

Parabéns ao Coronel RR Ribeiro e aos primeiros desbravadores PMs que contribuíram com a paz e segurança nos países onde serviram. As novas gerações agradecem aos veteranos!

Published in: on maio 24, 2015 at 1:03 am  Comments (2)  

Sudan police host INTERPOL National Environment Security Seminar

KHARTOUM, Sudan – Law enforcement agencies in Sudan have gathered to demonstrate their commitment to combating environmental crime by holding an INTERPOL National Environment Security Seminar (NESS) in Khartoum.

The NESS, hosted by Sudan’s police authorities, was attended by seven Sudanese government and law enforcement agencies as well as officials from INTERPOL’s Regional Bureau in Nairobi and its General Secretariat headquarters in Lyon, France.

Sudanese government representatives highlighted the need to reduce demand for illicit products by addressing the root causes of environmental crime including through awareness campaigns aimed at consumers as well as rural populations living close to protected areas.

Underlining the commitment of Sudanese police to environmental issues, Lt. Major General Awad Alneil Dahia commended INTERPOL’s role in fighting crime worldwide, and welcomed its decision to hold the environmental security in Sudan for the first time. He said he looked forward to the formation of a National Environmental Security Taskforce with INTERPOL’s support.

Sudanese police Col. Adooma Hazim, from INTERPOL’s Regional Bureau in Nairobi, said the workshop represented one of INTERPOL’s efforts to help member countries combat and reduce environmental crime through enhanced implementation of related laws and treaties.

Critical issues such as transnational organized crime, ivory and wildlife trafficking, illegal fishing, water pollution and illegal logging were discussed during the event. Topics also included the economic, ecological and security impacts of environmental crime.

Representatives from INTERPOL’s Environmental Security unit at the seminar highlighted its continued assistance to Sudanese law enforcement authorities through analytical and investigative support against transnational ivory trafficking.

Source: Site da INTERPOL

Published in: on maio 21, 2015 at 6:03 pm  Deixe um comentário  

Con niveles históricos de violencia, El Salvador suspende segregación de pandillas en prisiones

De la portada del informe sobre prisiones salvadoreñas

De la portada del informe sobre prisiones salvadoreñas

El Salvador ha revocado su polémica política de segregación en las prisiones con base en la filiación de los presos a las pandillas, pero un reciente informe, que señala que los factores sociales son los que promueven la actividad criminal, indica que es poco probable que esta medida mejorará significativamente la creciente crisis de seguridad del país.

El 21 de abril, bajo fuertes medidas de seguridad, y después de cerrar las calles vecinas, las autoridades salvadoreñas trasladaron a 650 miembros de la pandilla MS13 a una prisión en la ciudad occidental de Izalco, que hasta entonces sólo había recibido miembros de sus archirrivales de Barrio 18, informó La Prensa Gráfica.

Las autoridades también trasladaron a 1.177 reclusos de Barrio 18 de Izalco a una prisión donde anteriormente sólo había miembros de MS13, en la ciudad nororiental de San Francisco Gotera, según El Salvador.com.

Las autoridades señalaron que la ubicación de los reclusos se basará a partir de ahora en su nivel de riesgo para la sociedad, en vez de su filiación a las pandillas, informó The Associated Press. Las directivas de las cárceles de El Salvador le dijeron a AP que a partir del 21 de abril un total de 2.427 internos habían sido trasladados a tres cárceles en diferentes partes del país.

Estos traslados marcan la revocación de una política que definió la demografía de las cárceles de El Salvador durante la década pasada. En 2004, el gobierno salvadoreñocomenzó oficialmente a dividir algunas de las cárceles del país entre las pandillas MS13y Barrio 18, una medida polémica que no se ha repetido en ninguna otra parte de la región.

El presidente Salvador Sánchez Cerén dijo que se tomó la decisión de eliminar la segregación en las prisiones para mezclar a los pandilleros y evitar “las ejecución de operaciones criminales” desde las cárceles.


Estos cambios en la política penitenciaria no abordan los problemas sociales que se encuentran en el centro de la crisis de seguridad de El Salvador.


Ya en julio de 2014 había señales de que El Salvador detendría la segregación en las prisiones. Ese mismo mes, el ministro de Justicia y Seguridad de El Salvador, Benito Lara, dijo que dicha medida había sido un error y que se acabaría en “un futuro no muy lejano”.

El Salvador también ha enviado recientemente a varios líderes de MS13 y Barrio 18 a la prisión de máxima seguridad de Zacatecoluca. Esta medida revirtió la política de la administración anterior, que había acordado trasladar al menos 30 líderes pandilleros de Zacatecoluca a prisiones de menor seguridad, como parte de la tregua de las pandillas del país en 2012.

Análisis de InSight Crime

La deteriorada situación de seguridad de El Salvador probablemente influyó para que el gobierno tomara la decisión de eliminar la segregación en las prisiones en este momento. Las tasas de homicidios en El Salvadorhan estado subiendo desde la ruptura de la tregua de pandillas a principios de 2014, y marzo de 2015 fue el mes más violento del país en los últimos diez años. Sánchez Cerén parece estar buscando maneras con las que el gobierno pueda responder a esta oleada de violencia sin volver a la mesa de negociaciones, una posibilidad que su administración ha rechazado varias veces.

La decisión del gobierno de detener la segregación en las prisiones y devolver los líderes de pandillas a Zacatecoluca podría ayudar a disminuir la violencia, pero quizá sólo hasta cierto grado. Se cree que la segregación en las prisiones ha fortalecido a ambas pandillas, pues ha permitido una mejor coordinación entre los líderes encarcelados, quienes les ordenan a los pandilleros libres llevar a cabo asesinatos, desapariciones y otras actividades criminales. Bloquear esta cadena de mando podría debilitar la capacidad de Barrio 18 y MS13 para coordinar los ataques contra la policía y las pandillas rivales.

VEA TAMBIÉN: Noticias y perfiles de El Salvador

Sin embargo, estos cambios en la política penitenciaria no abordan los problemas sociales que se encuentran en el centro de la crisis de seguridad de El Salvador. Muchos de los internos que ocupan los sistemas penitenciarios más superpoblados de Latinoamérica (pdf) nunca tuvieron la oportunidad de ganarse una vida digna en el sector formal.

Según un reciente informe de la Universidad Francisco Gavidia sobre la demografía en las cárceles de El Salvador (pdf), más del 38 por ciento de los presos nunca había asistido a la escuela o no había terminado la escuela primaria al momento de su primer arresto. Sólo una pequeña parte de la población reclusa de El Salvador (1,2 por ciento) tenía un título universitario cuando fue encarcelada.

Pero la falta de educación va más allá de la formación en las aulas: un sorprendente 68,2 por ciento de los presos tenían poco o ningún conocimiento de lo que sucedía durante sus procesos judiciales. Esto podría explicar en parte el hecho de que más de un cuarto de todos los internos (26,7 por ciento) dijeron que alguien los había obligado a cambiar su declaración o a declararse culpables.
Sin embargo, uno de los autores del estudio, Carlos Vilalta, le dijo a InSight Crime que la composición del núcleo familiar de los prisioneros es el predictor más claro de la actividad criminal en El Salvador. “La composición de la familia de los presos […] conduce a violencia y criminalidad”, dijo Vilalta.

VEA TAMBIÉN: Cobertura sobre prisiones

Vilalta señala, por ejemplo, que el porcentaje de reclusos que crecieron en hogares en los que alguno de los miembros de la familia había pasado tiempo en prisión (26,8 por ciento) era “mucho mayor” que en otras partes de Latinoamérica. El estudio también descubrió que el 37,7 por ciento de los reclusos salvadoreños abandonaron su hogar al menos una vez antes de los 15 años. La razón más común para irse fue la violencia intrafamiliar (31,9 por ciento), seguida por la búsqueda de oportunidades de empleo (21,6 por ciento). Casi el 10 por ciento de los presos informaron que habían comenzado a trabajar antes de los 9 años de edad.
Los resultados de este estudio sustentan las declaraciones de los líderes de las pandillas, quienes afirman que los altos niveles de crimen y violencia en El Salvadorson producto de la desigualdad social.

“Somos un grupo social. Nos vemos como una gran parte de la sociedad. Creemos que el problema aquí es la exclusión social, la discriminación, la falta de educación, la falta de empleo y la desigualdad de trato por la ley”, le dijo a InSight Crime el líder de Barrio 18 Carlos Lechuga Mojica, alias “El Viejo Lin”, durante una entrevista en 2012. “Creemos que si se resuelven estos problemas, la violencia entre pandillas terminará”.

De hecho, la violencia y la delincuencia son problemas profundamente arraigados en El Salvador que no pueden ser erradicados por simplemente encarcelar más pandilleros o trasladar de una prisión a otra a los que ya están tras las rejas.

Source: Insightcrime

Published in: on maio 17, 2015 at 9:06 pm  Deixe um comentário  

Haiti – Security : The reduction of the budget of the Minustah raises concerns

Haiti - Security : The reduction of the budget of the Minustah raises concerns

Thursday morning, the Fifth United Nations Commission responsible for Administrative and Budgetary Questions has considered, the budget proposals of 13 Peace-keeping operations for the period from 1 July 2015 to 30 June 2016, particularly the reduction of budget of the Minustah in Haiti, which has raised concerns in several member countries.

This was expressed delegations about the UN mission in Haiti for which the Secretary-General proposes a budget of $ 386 million, a decrease of 22% compared to the 2014/2015 financial year. The Haitian representative reiterated the request of its President, to maintain the substantial assistance of the United Nations to consolidate the climate of security during the whole electoral cycle expected this year “by a visible and robust presence of military and police components of the Mission.”

Xavier Lasso Mendoza (Ecuador), speaking on behalf of the Community of Latin American and Caribbean States (CELAC), reaffirmed its solidarity with the people and Government of Haiti and said that CELAC is opposed to any arbitrary reduction of the budget of the Minustah that is not technically justified. He recalled that the budgets of the Peace-keeping operations must be based on technical criteria, taking into account the situation on the ground and the terms of reference as approved by the Security Council. “We reiterate the need to provide resources to the Minustah […] in particular in order to provide technical, logistical and security during the electoral process” He expressed concern that the draft budget proposes to limit military personnel to 2,370, against 13,000 at its highest level and police force to 2,600. “Our delegations remain convinced that, to gradually reduce UN staff in Haiti, we must continue to consider the situation on the ground and the capacity of the Haitian state to ensure the security of its people.”

Denis Régis (Haiti) recalled that his country had reached a turning point in the democratic consolidation process and the rule of law, being on the eve of general elections “long overdue”. He assured that the Haitian Government had taken all necessary measures to ensure the holding of free, credible, transparent and inclusive elections, the election timetable has been set for August and October 2015. The climate of confidence restored allows us to predict the success of the electoral process which will culminate with the inauguration of a new president in 2016. The representative stressed the essential role of the Minustah to support the Haitian authorities to establish a safe environment and stable, by supporting institutions guaranteeing the rule of law and those responsible for enforcing the law.

Noting that the Minustah must continue to reconfigure its size and composition to become a smaller, more targeted assistance mission, he said, hoped that the mission could focus on supporting the National Police of Haiti (PNH ) to allow the State to achieve the goal of 15,000 police officers in December 2016 and to ensure their geographic deployment throughout the country. He reiterated the position of his government on the reconfiguration of the Mission, which should reflect “the situation on the ground”, which joined the proposal of the Secretary-General expressed in his report to the Security Council in August 2014. This is why he considered that the strength of the Mission, both military and civilian, must be maintained at levels sufficient to avoid any security vacuum that would result from a premature withdrawal.

Omar Castañeda Solares (Guatemala) has called for caution, arguing that it was necessary to take account of changes in the security environment in recent months which have also resulted in the death of a Chilean peacekeeper. He also mentioned the increase in urban violence. The Representative also recalled that three elections were scheduled during the year 2015, to be held over a period of six months. Despite the progress made by the Haitian National Police, he said that it had not yet sufficient resources to support the security completely, especially during elections.

He also expressed concern at the planned reduction of military contingents, explaining that the latter would not be able provide the necessary support in terms of logistics and security. At the same time, he stressed that the security requirements have improved enough to consider a further reduction of the Mission’s contingents, what will be discussed in October 2015. He asked to consider the requests of the President of Haiti in this regard.

Sérgio Rodrigues Dos Santos (Brazil) said that a viable withdrawal of the UN in Haiti depends on a smooth transfer of responsibilities between United Nations peacekeeping staff and national authorities. Faced with the gradual withdrawal of the UN, the representative wanted to warn against the persistence of difficult problems that may negatively influence the security situation and threaten the gains made since 2010. The workforce reduction process must match realities, including the economic and social situation. The representative requested that the level of resources of the Minustah takes into account the need to support the upcoming elections, strengthening the police and the rule of law and improving the prison system.

He was particularly concerned about the expected 53% decrease in resources of the military component, considering it essential that the peacekeeping forces have the means to deal with any eventuality. After stressing the importance of programs of community violence reduction and quick-impact projects, the representative objected strongly to any financial adjustment based on arbitrary principles, including the alleged need to support other missions.

HL/ HaitiLibre

Source: http://www.haitilibre.com/en/news-13882-haiti-security-the-reduction-of-the-budget-of-the-minustah-raises-concerns.html

Published in: on maio 17, 2015 at 9:03 pm  Deixe um comentário  

PMAC segue tendência na padronização nacional de distintivos de Missões de Paz

Seguindo uma tendência de padronização dos distintivos de Missões de Paz das Corporações Policiais Militares brasileiras, a Polícia Militar do Acre (PMAC) adotou, como PMDF, PMERJ e PMCE o seu brevê.

Parabéns a PMAC!

Que as Corporações que não dispõem de distintivos possam aderir a ideia e unir forças nesse sentido.

Quem desejar, Portaria de referência poderá ser enviado in box.

PMAC - Distintivo Missão de Paz

Published in: on abril 28, 2015 at 2:12 am  Deixe um comentário  
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Oficial da PM do Acre é selecionado pela ONU para Missão de Paz no Sudão do Sul

A seleção do Tenente-Coronel PMAC Marcos da Silva Kinpara para a Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) foi confirmada pelo Secretariado das Nações Unidas.

tcpmac

Published in: on abril 27, 2015 at 6:50 pm  Comments (2)  
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DPKO abre processo seletivo para Chefe do Estado-Maior da Polícia da ONU (UNPOL) na MINUSTAH

O DPKO solicitou a seus estados-membros, incluindo o Brasil, indicações de policiais militares para o cargo de Chefe do Estado-Maior do componente policial (UNPolice Chief of Staff), na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

O regime é de secondment contacted (contratado), para período de trabalho inicial de um ano. A atual Chefe do EM UNPOL no Haiti teve contrato renovado e ficou por 3 anos.

Várias são as qualificações exigidas para o cargo, dentre as quais proficiência plena em inglês e francês, além de amplo conhecimento da missão e sistema ONU e UNPOL.

DPKO destaca que oficiais do sexo feminino terão precedência, no processo de seleção, nos casos de empate de qualificação com oficiais do sexo masculino. A Chefe do EM UNPOL nos últimos anos foi a oficial romena Iuliana Boanca. Seu contrato acaba no mês de maio 2015.

Job Description foi encaminhado a cada país.

Deadline: 25 de maio de 2015 (envio para DPKO).

Documentação exigida: EASP, formulários médicos (MS2) e cópia dos passaportes.

Published in: on abril 27, 2015 at 6:26 pm  Deixe um comentário  

CCOPAB prevê reconhecimento de cursos UNPOL por parte da ONU ainda em 2015

Uma informação muito interessante e importante foi recebida por este sítio, a de que o CCOPAB estará recebendo no 2º semestre um certificador do DPKO para o reconhecimento, pelo ITS/DPKO, do curso para UNPOLs promovido pelo Centro.

Segundo o Chefe da Célula Policial do CCOPAB, o Capitão Valdetaro, do Exército Brasileiro, esses trâmites vem sendo realizado desde 2014, mas no ano passado o DKPO não pôde enviar certificadores e observadores.

O atual Comandante do CCOPAB, Coronel EB Venturim, foi chefe do ITS/DPKO por alguns anos e é reconhecido por sua capacidade profissional e conhecimento na área de treinamentos.

Desejamos sucesso ao CCOPAB e que essa certificação da ONU de fato ocorra.

Parabéns pela iniciativa!

Convém, entretanto, destacar que a certificação que o CCOPAB busca, foi recebida pela PMDF durante a realização do então United Nations Police Officer Course (UNPOC), realizado no ano de 2011, na Academia da Polícia Militar de Brasília. Esse projeto foi realizado em parceria com a polícia sueca, norueguesa e contou com policiais de alguns países e estados brasileiros. Foi da mesma forma, realizado um curso Train of Trainers – ToT, onde credencia o policial a ser instrutor em cursos para UNPOL (hoje denominados de IPOC – International Police Officer Course). Talvez, um ToT, inclusive com os diversos veteranos UNPOLs brasileiros que possuem esse curso e, por consequência, conhecem a metodologia de ensino adotada por vários países com a chancela da ONU (ITS), fosse mais apropriado

Não obstante, não há que se confundir em cursos credenciados pela ONU e o SAAT, que é uma equipe da Police Division que aplica o processo de seleção de policiais nos Estados-membros da ONU.

Para integrar uma missão de paz, é recomendável que um policial receba treinamento (até porque durante os primeiros dias de missão, todos os policiais recebem treinamento específico da missão), mas é imperativo e obrigatório que ele seja habilitado. E essa habilitação somente ocorre por SAAT (no próprio país – antes do embarque, ou seja, só segue para missão quem já está “clear”) ou In-based mission AMS (testes eliminatórios realizados na área de missão, quando da chegada do policial)

Estamos evoluindo…

“Unidos somos mais fortes”

Published in: on abril 23, 2015 at 3:12 am  Deixe um comentário  

Governo chileno solicita e recebe equipe SAAT pelo segundo ano consecutivo

Normalmente, as equipes SAAT da Divisão de Polícia do DPKO/ONU realizam os processos seletivos para policiais integrarem operações de paz da ONU a cada 2 anos. Os nossos vizinhos sul-americanos que recebem a ONU para validação da seleção, Argentina (mais de 18 anos), Uruguay, Chile (única missão policial no Haiti) e Colômbia estão há anos avançados nesse sentido em relação ao Brasil, que até hoje nunca solicitou a ONU validação da seleção em território nacional, conforme recomendações da Organização, evitando, inclusive, repatriações (já ocorridas), uma vez que os policiais brasileiros devem realizar testes de caráter eliminatório quando chegam na área da missão, por não ter seu processo seletivo reconhecido pelas Nações Unidas.

O Chile não é nenhum exemplo no que se refere a preparação, treinamento e motivação de policiais para missões de paz da ONU, entretanto, chama atenção a vontade de ampliar e mudar esse cenário, visto ter seu governo envidado esforços no sentido de que fossem realizada a seleção em março de 2014 e agora na presente semana (abril 2015).

Os oficiais e suboficiais dos Carabineros de Chile e os oficiais da Policía de Investigaciones – PDI (instituição que somente tem “oficiais”) agradecem a oportunidade!

Parabéns ao governo chileno!

Comento:

Eventualmente, farei um post específico sobre minha experiência como team leader de equipes SAAT/Police Division/DPKO em alguns países, dentre eles o Chile.

Vale a reflexão!

Published in: on abril 23, 2015 at 2:13 am  Comments (1)  

Major PMPA Bassalo em operação no Haiti

O Major Fabrício Bassalo, veterano boina azul da MINUSTAH (Haiti), completa hoje 4 décadas de vida, sendo 20 anos dedicados a Polícia Militar do Pará (PMPA) e a sociedade.

A foto abaixo mostra a atuação do então Capitão Bassalo durante as manifestações estudantis de junho de 2009, em Porto Príncipe (PaP), capital do Haiti, devido ao anúncio do governo haitiano de corte na verba da educação.

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Foto: O então Capitão Bassalo e o Capitão SA’ED Al Maitah, Comandante da SWAT da Jordânia.

Segundo o peacekeeper, “Nesse dia especificamente, uma guarnição UNPOL[1] da Comissaria do centro de PaP estava em patrulha sem a presença da FPU[2], sendo cercada na área das universidades (por trás do Palácio Nacional).”

Na condição de Coordenador das Tropas de Choque da Polícia da ONU (UNPOL Crowd Control Coordinator) na MINUSTAH, o Capitão Bassalo seguiu liderando comboio de choque para resgatar os policiais internacionais cercados e ameaçados pelos manifestantes. Nessa operação, encontravam-se a seu comando: 1 Pelotão de Choque e 1 time tático (SWAT) da Polícia Real da Jordânia.

Atualmente, o Major Fabrício Silva Bassalo é o Diretor de Operações da Casa Militar do Estado do Pará.

Ao sempre atuante oficial, os votos de saúde e paz!

[1] UNPOL: United Nations Police. Componente policial de uma missão de paz ou nomenclatura usada também para os policiais internacionais que integram uma missão.

[2] FPU: Formed Police Unit (Unidade/Batalhão/Companhia de Polícia de Choque/CDC)

Published in: on abril 23, 2015 at 2:00 am  Deixe um comentário  

Diretor do Instituto Pandiá Calógeras (MD) toma posse como secretário-geral da Escola Sul-Americana de Defesa da Unasul – Ministério da Defesa

Brasília, 17/04/2014 – O professor de Relações Internacionais Antonio Jorge Ramalho da Rocha, assessor especial do ministro da Defesa, Jaques Wagner, tomou posse há pouco como primeiro secretário-geral da Escola Sul-Americana de Defesa (Esude) da União das Nações Sul-Americanas (Unasul). A Secretaria-Geral do órgão foi instalada na manhã desta sexta-feira (17) em cerimônia na sede da Unasul em Quito, capital do Equador.

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Professor Ramalho, secretário-geral da Esude/Unasul

Ramalho, que também é diretor do Instituto Pandiá Calógeras – braço acadêmico do Ministério da Defesa e professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), foi eleito para a Secretaria-Geral da Esude por consenso na noite de quinta-feira (16) pelos vice-ministros da Defesa dos 12 países que compõem a Unasul. O Brasil foi representado na eleição e na posse pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi.

O ministro Jaques Wagner parabenizou Ramalho pela nomeação, destacando que sua indicação é uma grande honra para a Defesa nacional. “Todos conhecemos a competência acadêmica e o engajamento do professor Ramalho nos assuntos de defesa na América do Sul. Não tenho dúvidas de que se trata da pessoa mais qualificada para coordenar os trabalhos que resultarão num pensamento de defesa integrado em todo o continente. É uma alegria grande ter o diretor do Instituto Pandiá Calógeras da Defesa num cargo de tamanha relevância”, disse.

A instalação da Esude foi um dos atos principais de celebração do oitavo aniversário da criação da Unasul, órgão idealizado para promover a integração sul-americana em matéria política, social, econômica, ambiental e de infraestruturas.

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Articulação entre institutos

Professor de Relações Internacionais da UnB desde 1993, Ramalho terá como maior desafio de sua carreira acadêmica a articulação de uma rede de institutos nacionais de Defesa. “Vamos aproveitar as estruturas, os conteúdos e instrutores das instituições nacionais de formação, criando uma grande rede de coordenação que nos permita criar uma visão comum de Defesa em toda a América do Sul”, explicou em conversa com a Assessoria de Comunicação do Ministério da Defesa pouco antes da posse.

De acordo com o professor, a Esude terá sua Secretaria-Geral sediada em Quito, mas os cursos serão oferecidos por todo o continente. Brasil, Argentina e Peru já estão oferecendo qualificações nos moldes acadêmicos da Esude. “Nosso objetivo é fomentar a circulação de ideias e pesquisas, criando oportunidades tanto para oficiais militares como civis se qualificarem sobre o tema da defesa”, disse.

A representante do Brasil na rede de instituições vinculadas à Esude é a Escola Superior de Guerra (ESG), com seus campi em Brasília e no Rio de Janeiro. De acordo com o professor Ramalho, o Curso Avançado de Defesa Sul-Americano (CAD-Sul) oferecido pela ESG em 2014 funcionou como um projeto “piloto” do tipo de qualificação que se pretende empreender no âmbito da Esude.

O CAD-Sul foi desenvolvido ao longo de 10 semanas, com carga-horária total de 330 horas-aula. Os alunos vindos de toda a América do Sul estudaram disciplinas como a caracterização dos países da Unasul; organismos internacionais; e geopolítica e geoestratégia.

A formação continuada de especialistas civis e militares em defesa, por meio da oferta de cursos de extensão e especialização, é o foco principal da Esude neste primeiro momento, segundo o professor Ramalho. Entretanto, o organismo poderá ter uma vertente de fomento às pesquisas acadêmicas no futuro com a oferta de cursos em nível strictu-sensu.

Aos 48 anos, o acadêmico, natural de Brasília (DF), se mostra confiante para o desafio de dar efetividade à Esude. “É uma responsabilidade enorme colocar em marcha algo que se inicia. A escola surge coberta de muita expectativa e trabalharemos para que todos os objetivos sejam alcançados”, afirmou.

O professor Ramalho se graduou em Relações Internacionais pela UnB (1989) e tem mestrado em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e em Relações Internacionais pela Maxwell School of Citinzenship and Public Affairs da Universidade de Syracuse (EUA). Também é doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Sua pesquisa e produção científica concentram-se nas áreas de Teoria das Relações Internacionais, Segurança Internacional, Defesa Nacional e Política Externa dos Estados Unidos.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
61 3312-4071

FONTE: Site MD

Published in: on abril 21, 2015 at 10:17 pm  Deixe um comentário  

GUATEMALA ES EL PAÍS CENTROAMERICANO QUE MÁS GASTA EN SEGURIDAD PRIVADA

Por: El Nuevo Diario y Revista Summa

Según cifras de la Federación Panamericana de Seguridad Privada, en la región se invierten más de US$1,.500 millones anuales para pagar la planilla de más de 200.000 guardas de seguridad privada. La mayoría de estos agentes de seguridad privada se concentran en los países del llamado triangulo del norte, considerados los más peligrosos de Centroamérica.

“Algunos países de la región centroamericana destacan por sus niveles de inseguridad y de violencia, sin embargo Nicaragua y Costa Rica todavía figuran como los más seguros”, destaca Álvaro Urtecho, experto en seguridad privada de El Salvador.

La afirmación de Urtecho coincide con los números. Guatemala, el país que más gasta en este rubro, invierte alrededor de US$460 millones y en la planilla de 312 empresas registradas oficialmente, se contabilizan alrededor de 100 mil guardas de seguridad.

El Salvador invierte más de US$300 millones anuales en el pago de más de 40.000  guardas de seguridad privada y Honduras, considerado el país más violento del mundo, invierte casi US$200 millones en la seguridad privada.

“El triángulo norte es una zona que tiene grandes problemas de seguridad y obviamente tiene el mayor número de agentes privados”, dijo Omar Garrido, representante para Centroamérica de Asis, una organización internacional dedicada a la seguridad de las empresas privadas.

En Nicaragua, según datos de la Asociación de Empresas de Seguridad Privada Nicaragua, Asegprin, existen 160 empresas registradas las cuales emplean a 16.000 guardas de seguridad con un gasto promedio anual de US$124 millones. Siendo el país que menos gasta en este rubro.

Fonte: Revista SUMMA

Published in: on abril 21, 2015 at 10:11 pm  Deixe um comentário  

PMDF É REFERÊNCIA PARA POLÍCIA CHILENA

Por Karina Linhares

A Polícia Militar do Distrito Federal recebeu, na tarde de ontem (7), a comitiva da Polícia Chilena, os chamados “carabineiros”. A visita contou com a presença do General Inspetor Eliecer Solar Rojas – Diretor Nacional de Ordem e Seguridade do Chile, cel. Jaime Montiel, cel. Roberto Saldivia, tc. Raul Carrasco e o tc. Alexis Quiroz. O intuito da visita é adquirir e aprimorar experiências em grandes eventos esportivos, uma vez que o Chile é sede da Copa América neste ano e Brasília foi uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.

Segundo o General do Chile, Eliecer, a ideia é “conversar de polícia pra polícia”. Ele fala sobre a experiência bem sucedida do Brasil na Copa de 2014 e pretende “interiorizar a experiência da Polícia Militar em relação ao que foi a Copa do Mundo no Brasil e aplicar na organização estratégica da Copa América, no Chile” e completa, “a visita fortalece a cooperação internacional para este desafio na área de segurança no evento”.

Segundo o coronel Lobo, o comando chileno ofereceu uma proposta para criação de uma oficina de cooperação internacional entre policiais. O comando geral da PMDF, analisará a questão para futura tramitação na formalização do acordo. O general chileno explica, “Por meio dessa oficina os países trocarão experiências para um determinando evento” e diz ainda, “uma organização tática, composta por informações de inteligência da qual resultará na rápida solução de problemas evitando progredir para algo maior”.

Após a palestra realizada no Comando-Geral, ministrada pelo major Luis Marcelo, com a presença dos coronéis, Florisvaldo Cesar (Comandante-Geral), Seabra (Subcomandante-Geral) e Lobo Rodrigues, os “carabineiros” seguiram para um sobrevoo de helicóptero no estádio Nacional de Brasília, Mané Garrincha, e algumas outras regiões do Distrito Federal. No dia 9, quinta-feira, ocorrerá uma palestra na Secretaria de Segurança Pública às 20h. Os policias chilenos permanecerão em Brasília até sábado, dia 11 de abril.

FONTE: Site PMDF.

Published in: on abril 12, 2015 at 8:22 pm  Deixe um comentário  

UN launches university in Brazil

Brazil will host a UN University focused on the study of public safety.

The model is inspired by other 12 thematic units, such as those in Costa Rica and Austria.

The project has been discussed between Dilma (Brazilian President) and the UN Secretary-General Ban Ki-moon.

The campus must be based at the Rio de Janeiro State University (UERJ), which should be a good field studies.

(tradução livre)

Source (in portuguese): O GLOBO.

Published in: on abril 12, 2015 at 7:13 pm  Deixe um comentário  

ONU inaugura universidade no Brasil

O Brasil vai sediar uma universidade da ONU voltada para o estudo da segurança pública.

O modelo é inspirado em outras 12 unidades temáticas, como as da Costa Rica e da Áustria.

O projeto já foi discutido entre Dilma e o secretário-geral Ban Ki-moon.

A unidade deve ficar na UERJ, pertinho da Mangueira, que, aliás, seria um bom campo de estudos.

Fonte. O GLOBO.

Published in: on abril 12, 2015 at 5:44 pm  Deixe um comentário  

ONU solicita ao Brasil mais policiais militares para cargos de UNPOL no Haiti

O Departamento de Operações de Manutenção da Paz (DPKO/ONU) solicitou ao Brasil a indicações de policiais militares para o cargo de UNPOL na MINUSTAH, em regime de secondment (non-contracted, UNPOL “normal”), para tour (mandato) inicial de missão de um ano.

A ONU enfatizou que policiais militares femininos terão precedência, no processo de seleção, nos casos de empate de qualificação com policiais do sexo masculino.

Indicações devem ser submetidas ao DPKO até 20 de abril de 2015 (anexos os EASP, exames médicos (MS2) e cópia dos passaportes.

Published in: on abril 1, 2015 at 7:38 pm  Deixe um comentário  

A inexistência de uma política brasileira para um maior envolvimento da mulher policial em missões de paz da ONU

Desde a criação da MINUSTAH (2004), somente 2 mulheres policiais militares brasileiras participaram da Missão, sendo elas  as Capitães PMDF Daniela Natalia Teixeira e Virginia Souza Lima (também veterana do Timor Leste – UNMIT).

A inexistência de uma política específica (e diferenciada) no Brasil voltada para fomentar, estimular e motivar a participação da mulher policial em missões de paz vai na contramão da direção da Resolução 1325 (e demais) e programas outros da ONU sobre o tema.

Published in: on abril 1, 2015 at 7:07 pm  Deixe um comentário  

Atual efetivo de UNPOLs brasileiros apresenta diagnóstico preocupante quanto a falta de uma agenda/política nacional de emprego de policiais em missões de paz

Atualmente, o Brasil conta com 14 UNPOLs no Haiti, 3 no Sudão do Sul (sendo que 2 retornam agora no dia 4 de abril), e 1 Guiné-Bissau.

Previsão de chegada de um oficial da Brigada Militar RS e um de Santa Catarina em abril e mais 04 do DF em junho.

Dois policiais militares estão designados para a Guiné-Bissau, aguardando deployment tracking e autorização de viagem.

A considerável redução representa a necessidade de estudos e medidas que viabilizem incluir na agenda da política externa brasileira a importância e valorização da participação dos policiais militares brasileiros no campo da paz e segurança internacional, os quais representam o país desde o ano de 1991, em Angola.

Vários atores, especialistas e instituições precisam formar um grupo de trabalho para apresentar propostas de soluções.

O último Grupo de Trabalho (GT) foi constituído em 1993, sob a coordenação do MRE.

Published in: on abril 1, 2015 at 6:59 pm  Deixe um comentário  

Polícia chilena está entre as melhores do mundo e é a instituição de maior credibilidade na sociedade

SANTIAGO – O Relatório Global de Competitividade 2014-2015, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, qualificou, com uma nota 6,3 o desempenho dos serviços policiais dos Carabineros de Chile (polícia uniformizada chilena). O relatório avalia as condições em que as 144 maiores economias do mundo oferecem para o desenvolvimento e investimento, com base em parâmetros como a confiança do mercado, a força das instituições e confiabilidade dos serviços policiais. Assim, os serviços prestados pelos policiais do Chile foram 6,3 de uma escala de classificação de 1 a 7, ficando em terceiro lugar desse ranking, junto com o Qatar. O mesmo relatório indica que os serviços da instituição, “estão bem acima da média mundial, que é de 4,2”. O rating de 6,3 lugares coloca a polícia chilena, logo abaixo da Finlândia, com 6,7 e da Nova Zelândia, com 6.5. Segundo o último levantamento realizado pelo Centro de Estudos e Coesão Social -COES- criado por diferentes universidades nacionais para dar ainda uma triagem acadêmica para a agitação social nos últimos anos, declara os Carabineros de Chile como a instituição mais confiável do país. (tradução livre)

O Chile enfrentou uma ditadura violenta e conta com suas duas instituições policiais nacionais, Carabineros de Chile (uniformizadas/ostensiva, mas com clico completo) e a Policía de Investigaciones (PDI – algo como a Polícia Federal, mas que também realizam patrulhamento descaracterizado e cliclo completo), ambas, entre as 4 instituições com maior credibilidade perante a sociedade nos últimos 10 anos. No último senso, os Carabineros apareceu em primeiro lugar.

***TEMOS MUITO QUE APRENDER COM NOSSOS AMIGOS DO CHILE, ONDE MESMO NÃO SENDO MILITARES (MAS SIM MILITARIZADOS E EXTRAMEMENTE DISCIPLINADOS E HIERARQUIZADOS, INVESTEM COM SERIEDADE NO SISTEMA EDUCACIONAL (REFERÊNCIA MUNDIAL) E NO PLANEJAMENTO OPERACIONAL E DE RECURSOS HUMANOS***

ORIGINAL EM ESPANHOL:

SANTIAGO – El Reporte de  Competitividad Global 2014–2015, que publica el Foro Económico Mundial, calificó con una nota de 6,3 el desempeño de los servicios policiales de Carabineros. El informe evalúa las condiciones en que las 144 principales economías del mundo ofrecen para el desarrollo y la inversión, basándose en parámetros como la confianza en los mercados, fortaleza de las instituciones y fiabilidad de los servicios policiales. Así, los servicios prestados por la policía uniformada recibieron la citada calificación –en una escala de 1 a 7- quedando en tercer lugar del citado ranking, junto con Qatar. El mismo informe señala que los servicios de la institución, “están muy por sobre el promedio mundial, que es de un 4,2”. La calificación de 6,3 sitúa a la policía chilena sólo por debajo de las de Finlandia, con un 6,7 y Nueva Zelandia que registró un 6,5. Según la última encuesta realizada  por Centro de Estudios y Cohesión Social –COES- creado por distintas universidades nacionales para dar par un diagnóstico académico al descontento social  de los últimos años,   donde declara a Carabineros como la institución de mayor confianza del país.
Fuente: Emol.com – http://www.emol.com/noticias/nacional/2015/03/20/708993/informe-del-foro-economico-mundial-califica-con-nota-63-los-servicios-de-carabineros.html

Published in: on março 29, 2015 at 10:16 pm  Comments (3)